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20140822
20140815
Convenção de empresas
Para convenção da sua empresa, ideias inovadoras, criatividade, energia e entusiasmo para vender e melhorar resultados www.narcisomachado.com.br
20140807
Exploda o negativismo
Existe muita negatividade no mundo.
Parte dela é importante e vale a pena considerar, mas a maioria não é.
Tanto quanto possível, concentre sua atenção no positivo da vida, capacite e inspire os aspectos positivos para você.
Não ignore completamente os fatores negativos, mas não permita que dominem seus pensamentos.
Lembre-se de procurar investir seu tempo em situações onde seus esforços possam trazer valor positivo.
Evite perder tempo lutando lutas amargas que realmente não importam.
Pode ser fácil se distrair com o barulho e o choque da negatividade.
Pare e pense na maioria das vezes, você tem uma opção melhor.
Quando você tem uma escolha, opte por colocar-se na situação em que você possa mover a sua vida para frente.
Viva seus momentos em lugares positivos, com pessoas positivas, fazendo coisas que fazem uma diferença positiva.
Sua vida é única e preciosa, procure viver inspirado, incentivado, entusiasmado e feliz.
Narciso Machado
narciso@ncm.com.br
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(19) 3886 1103 - (19) 9 9111 3492
(11) 7885 6143 - ID 9 * 16420
Palestras para Empresas – Motive sua equipe - www.narcisomachado.com.br
Consultoria – Assessoria e Coaching: www.ncm.com.br
Como melhorar o desempenho das pessoas e obter melhores resultados nas empresas.
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Seja grato
Seja grato
A vida traz grandes e maravilhosos presentes a cada dia.
Esteja ciente disso, seja grato e esteja disposto a fazer o melhor uso de cada presente que você receber.
Muitas vezes, o mais valioso dos presentes, que a vida lhe concede, não parece muito atraente.
Eles aparecem como problemas exigentes e desafios complicados.
Seja grato de qualquer maneira, e em breve você vai começar a ver o valor positivo que está escondido nessas dificuldades.
Seja grato, e você vai descobrir maneiras de fazer uso significativo desse valor.
O que você tem pode não parecer muito, mas dentro do que você já tem é a sua conexão com tudo o que você poderia desejar.
Verdadeiramente, aprecie o que você já tem, o que você já sabe, o que você já pode fazer, e você vai ativar a conexão positiva para ter cada vez mais.
Seja grato à vida, mesmo quando ela é dolorosa.
Seja capaz de apreciar cada momento, de cada circunstância, de cada encontro, pois tudo pode adicionar riqueza para sua vida sempre que você permitir.
Procure sempre olhar a vida pelo lado positivo.
Seja grato por tudo o que vir.
E você vai viver, com sua própria maneira para tornar cada presente uma grande oportunidade.
Narciso Machado
narciso@ncm.com.br
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Seja grato de qualquer maneira, e em breve você vai começar a ver o valor positivo que está escondido nessas dificuldades.
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20140731
Exclusivamente você
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Seu principal objetivo, sua primeira meta, seu trabalho mais importante é ser você.
Muito do que você procura, no mundo exterior, esta dentro de você.
Existe uma grandeza interior, muitas vezes não percebida e, em certos momentos desperdiçada, que fazem de você um ser exclusivamente especial.
Acredite mais em você.
Suas ideias e sentimentos podem transformar-se em contribuições exclusivas que você pode compartilhar, suas emoções são presentes que você tem para dar, são únicas e que ninguém pode copiar para duplicar.
Você tem infinitas possibilidades, se olhar a sua vida por uma perspectiva que é única e muito valiosa.
Compartilhe as ideias e energias que vêm a partir dessa perspectiva interna.
Você tem sentimentos e desejos que fluem a partir da essência de quem você é.
Expresse os sentimentos e seus anseios com sua própria maneira de ser.
Acredite mais em você, existe um grande tesouro em sua autenticidade.
Há belas possibilidades que nascem da verdadeira pessoa que você é.
Através de você, a vida experimenta-se de uma forma que é única e especial.
Viva fiel ao melhor que você é.
Deixe a sua própria luz brilhar brilhante e distinta, única e exclusiva.
Use os sentimentos e aproveite as oportunidades para fazer a diferença de uma forma que só você pode fazer.
Narciso Machado
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Muito do que você procura, no mundo exterior, esta dentro de você.
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Acredite mais em você.
Suas ideias e sentimentos podem transformar-se em contribuições exclusivas que você pode compartilhar, suas emoções são presentes que você tem para dar, são únicas e que ninguém pode copiar para duplicar.
Você tem infinitas possibilidades, se olhar a sua vida por uma perspectiva que é única e muito valiosa.
Compartilhe as ideias e energias que vêm a partir dessa perspectiva interna.
Você tem sentimentos e desejos que fluem a partir da essência de quem você é.
Expresse os sentimentos e seus anseios com sua própria maneira de ser.
Acredite mais em você, existe um grande tesouro em sua autenticidade.
Há belas possibilidades que nascem da verdadeira pessoa que você é.
Através de você, a vida experimenta-se de uma forma que é única e especial.
Viva fiel ao melhor que você é.
Deixe a sua própria luz brilhar brilhante e distinta, única e exclusiva.
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20140730
A busca de emprego na era das redes
Reid Hoffman, um dos fundadores do LinkedIn.
Para uma rua que já viu a criação de fortunas de trilhões de dólares, a Sand Hill Road, em Menlo Park, Califórnia, a meca do capital de risco, é bem modesta. Um prédio abriga a Greylock Partners, onde estou em uma sala com o empresário Reid Hoffman, que esteve no meio da criação dessas fortunas e agora prevê que vem alguma destruição por aí. "Se as empresas não compreenderem que estão operando em uma era de redes", diz ele, "então provavelmente elas estão no caminho da extinção".
Hoffman, de 47 anos, construiu sua reputação ao fundar a plataforma de relacionamento social e de negócios LinkedIn e trabalhando como diretor de operações do site de comércio eletrônico PayPal, ambos negócios de bilhões de dólares. Ele foi um investidor inicial no YouTube, Yelp, Flickr, Zynga e, sim, no Facebook.
Ele tem uma teoria sobre como os negócios de risco dão certo: entendendo que a informação não está mais isolada, mas instantaneamente conectada com tudo. É o que ele chama de mudança da era da informação para a era das redes. Hoffman acredita que a transformação está apenas começando e vai passar sobre tudo o que estiver no caminho.
Mas o que é rede? É uma identidade, explica ele, e como essa identidade interage com outras por meio de comunicações e transações. Ela não está apenas on-line, no Facebook e no Twitter, mas em todos os lugares. É a soma dessas comunicações, conversas e interações.
"Sua identidade agora é constituída pela rede", diz ele. "Você é seus amigos, você é sua tribo, você é sua interação com seus colegas, seus clientes, até mesmo seus concorrentes. Todas essas coisas formam sua reputação." Resumindo, você não é o único que controla o seu currículo.
Na Universidade de Stanford, ele estudou Sistemas Simbólicos e filosofia na Universidade de Oxford, experiências que influenciaram sua visão sobre como as pessoas se comunicam. Mas ele não gostou da ausência do lado prático da academia e desistiu da carreira intelectual.
Ele ainda queria, contudo, formatar como a sociedade se comunica e pensou que "o jeito de fazer isso poderia ser criando objetos de mídia com os quais as pessoas poderiam interagir e fizessem com que elas interagissem umas com as outras."
Hoffman teve uma ideia para um administrador de informações pessoais, mas conseguir dinheiro foi difícil. Então para ajudar a criar algo chamado eWorld, uma plataforma on-line que ofereceria e-mail, notícias e outros serviços. O navegador Netscape estava funcionando nessa época e Hoffman esperava que os executivos da Apple buscassem o mesmo conceito de internet aberta, ferramentas para navegação em vez de sistemas fechados como o eWorld. Os gestores não deram ouvidos e Hoffman ficando "em dúvida se novos projetos ousados poderiam ser realizados em grandes empresas".
Mais do que nunca, diz, ele se convenceu que uma era interconectada estava chegando e seria guiada pela seguinte proposta: "como viver melhor na 'vida real' com o mundo eletrônico como uma espécie de superposição?"
Em 1997, ele criou a SocialNet,focada no já então saturado mercado de sites de relacionamento, conectando pessoas com interesses similares. Em janeiro de 2000, ele se uniu à PayPal, criada em 1998, que entre seus fundadores tinha um amigo seu, Peter Thiel. Hoffman ajudaria a resolver alguns problemas para que depois a empresa fosse vendida. Hoffman diz que notou rapidamente que o PayPal apenas conectava o dinheiro que operava fora das redes próprias de crédito. Com a venda do PayPal em 2003 para o eBay, por mais de US$ 1 bilhão, a fatia que Hoffman recebeu permitiu que ele ficasse livre para construir a plataforma dos seus sonhos, focada em reputação e identidade, enquanto acrescentava comunicação, permitindo que o mundo digital fosse finalmente uma sobreposição do mundo real.
Foi então que ele criou uma sobreposição eletrônica do mundo profissional. Até então, as pessoas armazenavam os dados de sua vida profissional em currículos: educação, ex-empregadores, atividades e talvez uma ou duas referências para quem alguém no departamento de recursos humanos quisesse. Ele queria digitalizar o currículo, mas isso era só o início. Como na vida real, ele acreditava que a verdadeira reputação é composta pelo que todos pensam sobre você.
Ele começou o LinkedIn em sua sala de estar em dezembro de 2002 com alguns colegas da SocialNet. Outros executivos do PayPal ajudaram com os recursos iniciais e a empresa de capital de risco Greylock Partners acabou se juntando ao grupo. Rapidamente, o site se transformou no lugar onde colocar o currículo. A era das redes estava a caminho em outros lugares, com o crescimento do Facebook e do eBay, mas o LinkedIn a profissionalizou. O site reuniu conhecimento e poder: aqueles em busca de empregos sabiam onde procurar e os empregadores poderiam se conectar com as pessoas com as habilidades necessárias.
Ao contrário do PayPal, o LinkedIn teve um início lento. Hoffman diz que ter uma identidade profissional não significa que você é desleal para sua empresa ou que está procurando emprego. Os departamentos de recursos humanos gostaram das facilidades para encontrar funcionários, mas não queriam perder seus talentos. "Eles prefeririam que seus empregados ficassem completamente escondidos do mundo."
Hoffman disse que as empresas resistiram no início. Mas isso não fez com que os funcionários deixassem de usar o site. Ele acredita que as empresas ainda não descobriram como usar o LinkedIn e outras plataformas para seu benefício.
"Todas as empresas estão sendo afetadas pela globalização e pela ruptura tecnológica. O que significa que os ciclos de inovação e adaptação estão ficando cada vez menores." Como você torna sua empresa mais adaptável? "A resposta é que você precisa de pessoas maleáveis trabalhando para você", criando um efeito de rede.
Encontrar esses funcionários adaptáveis é uma coisa, mantê-los é outra. O LinkedIn força as empresas a trabalharem nisso. "O que todos sabem", diz Hoffman, "é que quando você contrata alguém, existe uma boa chance de eles acabarem trabalhando para mais alguém. Os funcionários sabem que há alguma possibilidade de que o trabalho que eles têm pode acabar em algum momento." Como consequência desse temor, as pessoas também se apresentam para outras empresas, uma estratégia facilitada pelo LinkedIn. "Isso não permite que você invista no futuro. Você precisa manter os funcionários progredindo em suas carreiras." Esse investimento em capital humano é uma grande parte da era das redes. Fonte: Publicado no The Wall Street Journal.
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Para uma rua que já viu a criação de fortunas de trilhões de dólares, a Sand Hill Road, em Menlo Park, Califórnia, a meca do capital de risco, é bem modesta. Um prédio abriga a Greylock Partners, onde estou em uma sala com o empresário Reid Hoffman, que esteve no meio da criação dessas fortunas e agora prevê que vem alguma destruição por aí. "Se as empresas não compreenderem que estão operando em uma era de redes", diz ele, "então provavelmente elas estão no caminho da extinção".
Hoffman, de 47 anos, construiu sua reputação ao fundar a plataforma de relacionamento social e de negócios LinkedIn e trabalhando como diretor de operações do site de comércio eletrônico PayPal, ambos negócios de bilhões de dólares. Ele foi um investidor inicial no YouTube, Yelp, Flickr, Zynga e, sim, no Facebook.
Ele tem uma teoria sobre como os negócios de risco dão certo: entendendo que a informação não está mais isolada, mas instantaneamente conectada com tudo. É o que ele chama de mudança da era da informação para a era das redes. Hoffman acredita que a transformação está apenas começando e vai passar sobre tudo o que estiver no caminho.
Mas o que é rede? É uma identidade, explica ele, e como essa identidade interage com outras por meio de comunicações e transações. Ela não está apenas on-line, no Facebook e no Twitter, mas em todos os lugares. É a soma dessas comunicações, conversas e interações.
"Sua identidade agora é constituída pela rede", diz ele. "Você é seus amigos, você é sua tribo, você é sua interação com seus colegas, seus clientes, até mesmo seus concorrentes. Todas essas coisas formam sua reputação." Resumindo, você não é o único que controla o seu currículo.
Na Universidade de Stanford, ele estudou Sistemas Simbólicos e filosofia na Universidade de Oxford, experiências que influenciaram sua visão sobre como as pessoas se comunicam. Mas ele não gostou da ausência do lado prático da academia e desistiu da carreira intelectual.
Ele ainda queria, contudo, formatar como a sociedade se comunica e pensou que "o jeito de fazer isso poderia ser criando objetos de mídia com os quais as pessoas poderiam interagir e fizessem com que elas interagissem umas com as outras."
Hoffman teve uma ideia para um administrador de informações pessoais, mas conseguir dinheiro foi difícil. Então para ajudar a criar algo chamado eWorld, uma plataforma on-line que ofereceria e-mail, notícias e outros serviços. O navegador Netscape estava funcionando nessa época e Hoffman esperava que os executivos da Apple buscassem o mesmo conceito de internet aberta, ferramentas para navegação em vez de sistemas fechados como o eWorld. Os gestores não deram ouvidos e Hoffman ficando "em dúvida se novos projetos ousados poderiam ser realizados em grandes empresas".
Mais do que nunca, diz, ele se convenceu que uma era interconectada estava chegando e seria guiada pela seguinte proposta: "como viver melhor na 'vida real' com o mundo eletrônico como uma espécie de superposição?"
Em 1997, ele criou a SocialNet,focada no já então saturado mercado de sites de relacionamento, conectando pessoas com interesses similares. Em janeiro de 2000, ele se uniu à PayPal, criada em 1998, que entre seus fundadores tinha um amigo seu, Peter Thiel. Hoffman ajudaria a resolver alguns problemas para que depois a empresa fosse vendida. Hoffman diz que notou rapidamente que o PayPal apenas conectava o dinheiro que operava fora das redes próprias de crédito. Com a venda do PayPal em 2003 para o eBay, por mais de US$ 1 bilhão, a fatia que Hoffman recebeu permitiu que ele ficasse livre para construir a plataforma dos seus sonhos, focada em reputação e identidade, enquanto acrescentava comunicação, permitindo que o mundo digital fosse finalmente uma sobreposição do mundo real.
Foi então que ele criou uma sobreposição eletrônica do mundo profissional. Até então, as pessoas armazenavam os dados de sua vida profissional em currículos: educação, ex-empregadores, atividades e talvez uma ou duas referências para quem alguém no departamento de recursos humanos quisesse. Ele queria digitalizar o currículo, mas isso era só o início. Como na vida real, ele acreditava que a verdadeira reputação é composta pelo que todos pensam sobre você.
Ele começou o LinkedIn em sua sala de estar em dezembro de 2002 com alguns colegas da SocialNet. Outros executivos do PayPal ajudaram com os recursos iniciais e a empresa de capital de risco Greylock Partners acabou se juntando ao grupo. Rapidamente, o site se transformou no lugar onde colocar o currículo. A era das redes estava a caminho em outros lugares, com o crescimento do Facebook e do eBay, mas o LinkedIn a profissionalizou. O site reuniu conhecimento e poder: aqueles em busca de empregos sabiam onde procurar e os empregadores poderiam se conectar com as pessoas com as habilidades necessárias.
Ao contrário do PayPal, o LinkedIn teve um início lento. Hoffman diz que ter uma identidade profissional não significa que você é desleal para sua empresa ou que está procurando emprego. Os departamentos de recursos humanos gostaram das facilidades para encontrar funcionários, mas não queriam perder seus talentos. "Eles prefeririam que seus empregados ficassem completamente escondidos do mundo."
Hoffman disse que as empresas resistiram no início. Mas isso não fez com que os funcionários deixassem de usar o site. Ele acredita que as empresas ainda não descobriram como usar o LinkedIn e outras plataformas para seu benefício.
"Todas as empresas estão sendo afetadas pela globalização e pela ruptura tecnológica. O que significa que os ciclos de inovação e adaptação estão ficando cada vez menores." Como você torna sua empresa mais adaptável? "A resposta é que você precisa de pessoas maleáveis trabalhando para você", criando um efeito de rede.
Encontrar esses funcionários adaptáveis é uma coisa, mantê-los é outra. O LinkedIn força as empresas a trabalharem nisso. "O que todos sabem", diz Hoffman, "é que quando você contrata alguém, existe uma boa chance de eles acabarem trabalhando para mais alguém. Os funcionários sabem que há alguma possibilidade de que o trabalho que eles têm pode acabar em algum momento." Como consequência desse temor, as pessoas também se apresentam para outras empresas, uma estratégia facilitada pelo LinkedIn. "Isso não permite que você invista no futuro. Você precisa manter os funcionários progredindo em suas carreiras." Esse investimento em capital humano é uma grande parte da era das redes. Fonte: Publicado no The Wall Street Journal.
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APRESENTAÇÃO EFICAZ COM FOCO NA AUDIÊNCIA
Veja datas e locais de realização deste curso no site:
www.ncm.com.br/workshop/201-curso-apresentacao-eficaz-comunicacao
VOCÊ VAI INVESTIR UM DIA INTEIRO NO APERFEIÇOAMENTO DA SUA PERFORMANCEPESSOAL E PROFISSIONAL
• Existem três formas de apresentação:
1- Apresentação com foco no orador
2- Apresentação com foco no material
3- Apresentação com foco na audiência
• A apresentação com sustentação verbal, na frente de audiências, é a forma de comunicação mais eficiente e desafiadora.
• Uma audiência poder ser composta por:
1- Uma pessoa, um grupo de pessoas, uma plateia em um auditório
2- Apresentações técnicas para diretores da empresa e conselho de administração
3- Audiência pública para sustentação de projetos
4- Apresentação da empresa, seus produtos e serviços para comitê de compras
5- Você esta sempre executando apresentações pessoais e profissionais
• Destacar-se como bom apresentador exige o desenvolvimento de características que podem definir o futuro da carreira de um profissional e transformar positivamente resultados na carreira e na empresa.
• Todo bom apresentador desenvolve técnicas para equilibrar atributos pessoais, conhecimento profissional e recursos de comunicação com a audiência.
• Para cada evento (exposição pública) é preciso preparação, material e equipamentos, ensaio e treinamento com adequação do conteúdo para o público.
PARA VOCÊ QUE
• Desenvolve o marketing pessoal com apresentações públicas
• Expor suas ideias de forma atraente
• Apresentar produtos e serviços
• Liderar motivar e comunicar ideias para equipes
• Tornar as reuniões e apresentações mais objetivas e produtivas
• Comunicar, transmitir e persuadir pessoas para vender ideias, produtos e serviços
• Melhorar a comunicação com redes de relacionamento (interno e externo)
• Destacar-se otimizando sua performance de comunicação como líder de equipes
• Expor ideias, executando a comunicação verbal para pequenas e grandes plateias
FOCO
Aprimorar e desenvolver suas habilidades de liderança, através da compreensão de técnicas de exposição e comunicação utilizadas para interação com objetivos de influenciar, cativar e motivar as pessoas
A QUEM SE DESTINA ESTE CURSO
Para todos que exercem atividades com exposição pública, diretores, gerentes, supervisores e líderes de grupos que necessitam obter melhores resultados com equipes. Profissionais envolvidos na gestão de pessoas, profissionais que necessitam comunicar ideias e obter resultados através do relacionamento com grupos internos e externos. Profissionais que lidam com relacionamento comercial, negociadores nas áreas de vendas, marketing, atendimento a clientes, ouvidoria, pós-venda e recuperação de ativos de relacionamento comercial.
PROGRAMA
• Como utilizar equipamentos e programas eletrônicos, imagens e sons de forma atraente, produzir apresentações que valorizem o palestrante, suas ideias, produtos e serviços
• A segmentação da apresentação, início, meio e fim, como valorizar a apresentação e cativar o público
• Expor suas opiniões e ideias de forma assertiva e construtiva
• Melhorar a interação e a comunicação com o seu interlocutor
• Solicitar e obter informações precisas e confiáveis
• Transmitir informações e briefing de forma clara e objetiva
• Conduzir e participar de reuniões de trabalho com foco, harmonia e resultados
• Conhecer seus pontos forte e fracos e saber usá-los efetivamente
• Desenvolver auto motivação e atitude positiva
• Saber lidar com suas emoções, stress e reveses
• Desenvolver atitude e habilidade de ouvir ativamente
• Lidar melhor com os conflitos e as divergências de opiniões
• Interagir e relacionar-se mais efetivamente com seus clientes, colegas, chefes e colaboradores
• Técnicas para falar em público transmitindo informações, conhecimentos, atividades e reflexões
• Exposição com uso de técnicas avançadas de apresentação para qualquer perfil e quantidade de público
• Recursos para potencializar a transmissão do conteúdo programático
• Como saber se sua mensagem está ou não chegando até o outro de forma efetiva
• Como interpretar as reações do público
• Como e quando responder perguntas
• Técnicas de persuasão aplicadas à comunicação pessoal
• Uso correto de gestos e efeitos visuais que qualificam as apresentações
• Uso de equipamentos e materiais para tornar mais dinâmicas e eficientes as apresentações
• Estruturas linguísticas que facilitam a sua mensagem
• Uso da linguagem assertiva para cada estilo de público e perfil de apresentação
• Como usar as técnicas de comunicação para agilizar reuniões de vendas e negociações
• Como praticar da comunicação adequada para liderar equipes
• Uso de técnicas efetivas de marketing pessoal e network com foco em resultados
• Como e quando usar a criatividade e bom humor nas apresentações
• Vivenciar atitudes essenciais à comunicação persuasiva
• Atenção, empatia e escuta ativa para contornar objeções
• Comunicação assertiva para ganhar a audiência
• Prática de aperfeiçoamento do vocabulário e expressão verbal para transmitir segurança e confiança no ato de argumentar
• Como manter o autocontrole, objetividade e assertividade no processo de comunicação com clientes internos e externos
• Como promover a auto percepção e a percepção do interlocutor desenvolvendo uma "escuta ativa", a compreensão e superação das "barreiras emocionais na comunicação", além de desenvolver a agilidade e persuasão no processo de argumentação
EXERCÍCIOS
• Durante o treinamento serão executados exercícios com aplicação das técnicas de comunicação direcionadas para efetiva utilização nas atividades profissionais dos participantes
• Filmagem e gravação das apresentações. Cópias dos filmes e áudio serão entregues aos participantes, possibilitando, pós curso, assistirem dando sequência ao aprendizado
Participe do curso e esteja pronto para:
• Comunicar de forma persuasiva e eficiente
• Otimizar a comunicação
• Expor suas ideias
• Combater a inibição e o medo de falar em público
• Falar de improviso em qualquer situação
• Contornar situações difíceis e inesperadas
• Projetar imagem confiante e simpática
• Planejar apresentações vencedoras
• Eliminar vícios de linguagem e expressões negativas
• Ampliar o relacionamento pela comunicação
• Dirigir e participar de reuniões
• Preparar palestras de sucesso
• Ordenar a exposição de ideias de forma lógica
• Vender produtos e serviços
• Executar apresentações e cativar o público
• A sua imagem e comunicação podem gerar grande impacto positivo, criando forte diferencial competitivo.
Instrutor:
Narciso Machado. Diretor da NCM Business Intelligence, empresa de consultoria que atua no ramo de assessoria empresarial. Conferencista e comunicador. Consultor estrategista e coaching empresarial, com mais de 20 anos de atividade, especializado na gestão de pessoas. Assessora diretores, sucessores, executivos, líderes, empreendedores e profissionais intraempreendedores corporativos. Prepara profissionais para área comercial, forma equipes para atuação no Brasil e exterior. Capacita profissionais e equipes para negociações corporativas.
Participa como assessor no suporte aos negociadores de controle acionário, divisão de mercados, negociações políticas e audiências públicas de empresas na sustentação de relatórios de impacto no meio ambiente.
• Se desejar mais informações sobre o curso,
fale direto com Narciso Machado, 19- 3886 1103
COMO REALIZAMOS ESTE CURSO
• Pelas características próprias e metodologia desenvolvida por Narciso Machado, este curso é realizado para um pequeno grupo de participantes.
• Serão realizadas filmagens com análise individual do instrutor, com instruções específicas para melhorar o desempenho na execução das apresentações.
Dia 24 de Outubro 2015 (Sábado) - Em Campinas - SP
Horário: das 08:00 as 18:00 horas
Local: Espaço Ideal Campinas - Rua Romualdo Andreazzi, 677 - Jardim do Trevo
VOCÊ VAI INVESTIR UM DIA INTEIRO NO APERFEIÇOAMENTO
DA SUA PERFORMANCE PESSOAL E PROFISSIONAL
Inscrições e forma de pagamento:
www.ncm.com.br/workshop/201-curso-apresentacao-eficaz-comunicacao
20140728
Choque de Gestão em Vendas
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Nossos serviços de consultoria e assessoria visam melhorar o desempenho de forma imediata e obter resultados excepcionais.
Nossa expertise oferece vantagem competitiva nos negócios, nas ações comerciais e na expansão da empresa.
Desenvolvemos o planejamento da execução e implementamos estratégias para agilizar a gestão da empresa.
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20140723
Para agradar geração Y
Rede Marriott moderniza hotéis para agradar geração Y
Bill Marriott diz que as redes sociais mudaram a dinâmica do setor hoteleiro.
Rede Marriott moderniza hotéis para agradar geração Y
Bill Marriott, presidente do conselho de administração da rede hoteleira Marriott International, MAR +0.50% está cansado de cortinas floridas e toalhas de mesa brancas. No lugar de colchas antiquadas e tapetes peludos, ele quer que a maioria dos projetos de seus 200 novos hotéis inclua sofisticadas TVs de tela plana, chão de madeira de lei e bares movimentados. "Temos que ser bacanas", diz o empresário de 82 anos, sentado num dos últimos bastiões da antiga estética Marriott: o seu escritório.
Decorada com pinturas a óleo, fotografias antigas e o modelo de um navio, a ampla suíte da sede da empresa, em Bethesda, no Estado americano de Maryland, é a antítese da aparência futura dos hotéis Marriott. Em vez disso, os hotéis serão parecidos com o laboratório de inovação da rede, situado alguns andares abaixo, um espaço enorme onde estão sendo construídas réplicas de quartos que serão testados por jovens de 20 e poucos anos.
Nos próximos meses, a Marriott, cujo valor de mercado é hoje de US$ 19 bilhões, vai lançar sua nova rede de hotéis, a Moxy Hotels, destinada à chamada geração do milênio ou geração Y (gente com idade entre 18 e 33 anos). Desenvolvidos em parceria com a Inter Hospitality Holding, os hotéis terão quartos pequenos e de baixo custo, comida pronta e o ambiente de uma empresa novata do Vale do Silício. "Em quatro anos, 60% de nosso negócio serão para a geração do milênio", diz ele, acrescentando, com uma risada: "Todos nós da velha guarda estamos evoluindo."
Vestido num terno cinza com gravata vermelha, Marriott pode até não se parecer com a geração mais nova, mas agora tem um blog como ela. "Estou nas redes sociais", diz, e ele a usa para ter uma ideia do que os clientes do milênio desejam. "As redes sociais mudaram toda a dinâmica do negócio", diz. "Dez anos atrás, se você me dissesse que iria medir o engajamento social, eu diria: 'De que diabo você está falando? Engajamento social é cumprimentar alguém no lobby'!"
Marriott entrou no setor hoteleiro ainda durante a faculdade, nos anos 50, quando foi trabalhar no Hot Shoppes, rede de restaurantes da família em Salt Lake City. "Gostava de fazer sundaes de sorvete, mas também lavava a louça", diz. Depois de se formar na Universidade de Utah, ele passou dois anos na Marinha e trabalhou numa companhia aérea.
Sua família comprou o primeiro hotel em 1957, um ano depois que ele voltou de Utah. Marriott perguntou ao pai se poderia administrá-lo e a família logo descobriu que poderia ganhar mais dinheiro com hotéis que com restaurantes. Ele galgou a hierarquia da empresa e se tornou diretor-presidente em 1972. No fim da década de 80, para expandir o negócio, a companhia começou a vender a maioria de suas propriedades e se tornou uma empresa de administração de hotéis: outras empresas são donas dos estabelecimentos e o Marriott recebe uma comissão para administrá-los.
Com o passar dos anos, a empresa incorporou marcas como Ritz-Carlton, Renaissance e, mais recentemente, Protea Hotels, a maior cadeia hoteleira da África. A Marriott administra agora 18 marcas de hotéis e mais de 4.000 estabelecimentos.
Durante sua longa carreira, Marriott testemunhou uma mudança radical no setor. "Hoje, é um novo jogo para mim", diz. "Quando eu ia a hotéis na minha juventude, você entrava no lobby, fazia o check-in na recepção e, se estivesse com fome, ia ao restaurante e comia um hambúrguer", diz. "Agora, você vai até seu quarto, deixa a bagagem e volta ao lobby para usar seu computador ou encontrar os amigos."
Sete anos atrás, em resposta às mudanças, Marriott lançou um programa chamado "O Grande Salão", que elevou os tetos dos lobbies dos hotéis e aumentou a área de estar para dar aos clientes um lugar central para trabalhar e se socializar.
Além de conduzir pesquisas com grupos específicos, Marriott diz que a empresa, agora, também obtém dados nas redes sociais. Por exemplo, ele pede aos hóspedes ideias sobre formas de melhorar a estadia. Quando uma cliente respondeu pedindo por máquinas de venda automática com alimentos saudáveis, a empresa a levou até Londres para que procurasse itens em mercados agrícolas que pudessem ser armazenados numa máquina.
A Marriott planeja lançar neste ano a primeira de suas novas máquinas de venda automática de produtos saudáveis — como frutas frescas e barras de cereais —, em Chicago.
Marriott também redesenhou os quartos dos hotéis com base nas exigências dos clientes. A empresa diminuiu os armários e ampliou o tamanho da TV e do banheiro. Em muitos hotéis, as mesas de trabalho foram retiradas dos quartos. E uma nova linha de hotéis, a Edition — uma coleção de estabelecimentos modernos em Londres e Istambul que vai agregar duas outras cidades até 2015 — dá mais ênfase ao lobby e ao restaurante que aos quartos. Cerca de 50% do faturamento da Edition vêm da comida e bebida e não das diárias.
Marriott está também se ajustando ao crescimento da classe média, principalmente na China. No ano passado, diz, 100 milhões de chineses saíram do país, número que deverá dobrar até 2020. Em resposta, a Marriott está ensinando mandarim a seus funcionários. "Temos que estar prontos para eles porque queremos fornecer boa comida chinesa, principalmente em portas de entrada como São Francisco, Nova York e Chicago", diz. "Eles querem comprar, querem conhecer a cidade e gastam duas a três vezes mais que nós numa viagem."
A família também está patrocinando uma iniciativa com 25 faculdades de hospitalidade na China para treinar pessoas para trabalhar nos 350 hotéis que planeja abrir na Ásia, nos próximos quatro anos. Fonte The Wall Street Journal.
www.ncm.com.br
Bill Marriott diz que as redes sociais mudaram a dinâmica do setor hoteleiro.
Rede Marriott moderniza hotéis para agradar geração Y
Bill Marriott, presidente do conselho de administração da rede hoteleira Marriott International, MAR +0.50% está cansado de cortinas floridas e toalhas de mesa brancas. No lugar de colchas antiquadas e tapetes peludos, ele quer que a maioria dos projetos de seus 200 novos hotéis inclua sofisticadas TVs de tela plana, chão de madeira de lei e bares movimentados. "Temos que ser bacanas", diz o empresário de 82 anos, sentado num dos últimos bastiões da antiga estética Marriott: o seu escritório.
Decorada com pinturas a óleo, fotografias antigas e o modelo de um navio, a ampla suíte da sede da empresa, em Bethesda, no Estado americano de Maryland, é a antítese da aparência futura dos hotéis Marriott. Em vez disso, os hotéis serão parecidos com o laboratório de inovação da rede, situado alguns andares abaixo, um espaço enorme onde estão sendo construídas réplicas de quartos que serão testados por jovens de 20 e poucos anos.
Nos próximos meses, a Marriott, cujo valor de mercado é hoje de US$ 19 bilhões, vai lançar sua nova rede de hotéis, a Moxy Hotels, destinada à chamada geração do milênio ou geração Y (gente com idade entre 18 e 33 anos). Desenvolvidos em parceria com a Inter Hospitality Holding, os hotéis terão quartos pequenos e de baixo custo, comida pronta e o ambiente de uma empresa novata do Vale do Silício. "Em quatro anos, 60% de nosso negócio serão para a geração do milênio", diz ele, acrescentando, com uma risada: "Todos nós da velha guarda estamos evoluindo."
Vestido num terno cinza com gravata vermelha, Marriott pode até não se parecer com a geração mais nova, mas agora tem um blog como ela. "Estou nas redes sociais", diz, e ele a usa para ter uma ideia do que os clientes do milênio desejam. "As redes sociais mudaram toda a dinâmica do negócio", diz. "Dez anos atrás, se você me dissesse que iria medir o engajamento social, eu diria: 'De que diabo você está falando? Engajamento social é cumprimentar alguém no lobby'!"
Marriott entrou no setor hoteleiro ainda durante a faculdade, nos anos 50, quando foi trabalhar no Hot Shoppes, rede de restaurantes da família em Salt Lake City. "Gostava de fazer sundaes de sorvete, mas também lavava a louça", diz. Depois de se formar na Universidade de Utah, ele passou dois anos na Marinha e trabalhou numa companhia aérea.
Sua família comprou o primeiro hotel em 1957, um ano depois que ele voltou de Utah. Marriott perguntou ao pai se poderia administrá-lo e a família logo descobriu que poderia ganhar mais dinheiro com hotéis que com restaurantes. Ele galgou a hierarquia da empresa e se tornou diretor-presidente em 1972. No fim da década de 80, para expandir o negócio, a companhia começou a vender a maioria de suas propriedades e se tornou uma empresa de administração de hotéis: outras empresas são donas dos estabelecimentos e o Marriott recebe uma comissão para administrá-los.
Com o passar dos anos, a empresa incorporou marcas como Ritz-Carlton, Renaissance e, mais recentemente, Protea Hotels, a maior cadeia hoteleira da África. A Marriott administra agora 18 marcas de hotéis e mais de 4.000 estabelecimentos.
Durante sua longa carreira, Marriott testemunhou uma mudança radical no setor. "Hoje, é um novo jogo para mim", diz. "Quando eu ia a hotéis na minha juventude, você entrava no lobby, fazia o check-in na recepção e, se estivesse com fome, ia ao restaurante e comia um hambúrguer", diz. "Agora, você vai até seu quarto, deixa a bagagem e volta ao lobby para usar seu computador ou encontrar os amigos."
Sete anos atrás, em resposta às mudanças, Marriott lançou um programa chamado "O Grande Salão", que elevou os tetos dos lobbies dos hotéis e aumentou a área de estar para dar aos clientes um lugar central para trabalhar e se socializar.
Além de conduzir pesquisas com grupos específicos, Marriott diz que a empresa, agora, também obtém dados nas redes sociais. Por exemplo, ele pede aos hóspedes ideias sobre formas de melhorar a estadia. Quando uma cliente respondeu pedindo por máquinas de venda automática com alimentos saudáveis, a empresa a levou até Londres para que procurasse itens em mercados agrícolas que pudessem ser armazenados numa máquina.
A Marriott planeja lançar neste ano a primeira de suas novas máquinas de venda automática de produtos saudáveis — como frutas frescas e barras de cereais —, em Chicago.
Marriott também redesenhou os quartos dos hotéis com base nas exigências dos clientes. A empresa diminuiu os armários e ampliou o tamanho da TV e do banheiro. Em muitos hotéis, as mesas de trabalho foram retiradas dos quartos. E uma nova linha de hotéis, a Edition — uma coleção de estabelecimentos modernos em Londres e Istambul que vai agregar duas outras cidades até 2015 — dá mais ênfase ao lobby e ao restaurante que aos quartos. Cerca de 50% do faturamento da Edition vêm da comida e bebida e não das diárias.
Marriott está também se ajustando ao crescimento da classe média, principalmente na China. No ano passado, diz, 100 milhões de chineses saíram do país, número que deverá dobrar até 2020. Em resposta, a Marriott está ensinando mandarim a seus funcionários. "Temos que estar prontos para eles porque queremos fornecer boa comida chinesa, principalmente em portas de entrada como São Francisco, Nova York e Chicago", diz. "Eles querem comprar, querem conhecer a cidade e gastam duas a três vezes mais que nós numa viagem."
A família também está patrocinando uma iniciativa com 25 faculdades de hospitalidade na China para treinar pessoas para trabalhar nos 350 hotéis que planeja abrir na Ásia, nos próximos quatro anos. Fonte The Wall Street Journal.
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20140717
Construir um futuro
Sempre há tempo para construir o futuro.
Quanto mais você agir, mais coisas boas você terá vindo em sua direção.
Você vai se deparar com mais e melhores oportunidades, aprender mais coisas, e tornar-se mais hábil em conseguir os resultados desejados.
Sim, você vai cometer erros, e você vai regularmente ter necessidade de ajustar a sua abordagem.
Mas isso não é motivo para evitar a ação.
Na verdade, essa é uma boa razão para começar o mais cedo possível.
Se você cometer erros, aprenda com eles.
Não fique parado em torno de preocupações com o que poderia acontecer.
Use suas próprias ações e sua própria energia para determinar o que vai acontecer.
Não fique sentado em torno da construção de uma lista de queixas e lamentações.
Em vez disso, tome medidas reais, focadas em construir um futuro positivo, gratificante para si mesmo.
Faça planos reais e efetivos.
Comece colocando suas ideias e desejos em prática.
Descubra o que você deseja criar, aonde você quer ir, o que você deseja conhecer, executar e quem você quer se tornar.
Em seguida, coloque-se em ação e continue movendo-se na direção que você escolheu.
Narciso Machado
OBS: O atendimento de consultoria para empresas e Coaching é realizado em São Paulo e Campinas. Horários conforme agenda.
OBS: Baixe grátis o aplicativo GESTÃO DE VENDAS que se encontra disponível para IOS e ANDROID. Neste aplicativo você vai conhecer a metodologia NCM que utilizo nos treinamentos e consultoria na área comercial.
Atendendo muitas solicitações, em Agosto voltamos a realizar o workshop:
Superar objeções ao preço e agilizar fechamento das vendas.
As datas e locais serão: 12/08 – Rio de Janeiro - 14/08 – Porto Alegre - 20/08 – Campinas - 26/08 – Belo Horizonte - 28/08 – São Paulo
Mais informações no site http://www.ncm.com.br/workshop/121-superar-objecoes-ao-preco-e-agilizar-fechamento-das-vendas
narciso@ncm.com.br
narcisoskype55
(19) 3886 1103 - (19) 9 9111 3492
(11) 7885 6143 - ID 9 * 16420
Palestras para Empresas – Motive sua equipe - www.narcisomachado.com.br
Consultoria Presencial e Consultoria On Line (à distância).
Como melhorar o desempenho e obter melhores resultados nas empresas - www.ncm.com.br
Quanto mais você agir, mais coisas boas você terá vindo em sua direção.
Você vai se deparar com mais e melhores oportunidades, aprender mais coisas, e tornar-se mais hábil em conseguir os resultados desejados.
Sim, você vai cometer erros, e você vai regularmente ter necessidade de ajustar a sua abordagem.
Mas isso não é motivo para evitar a ação.
Na verdade, essa é uma boa razão para começar o mais cedo possível.
Se você cometer erros, aprenda com eles.
Não fique parado em torno de preocupações com o que poderia acontecer.
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Não fique sentado em torno da construção de uma lista de queixas e lamentações.
Em vez disso, tome medidas reais, focadas em construir um futuro positivo, gratificante para si mesmo.
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Potencial
Não há limite para o seu potencial.
Pois não há limite para o que você pode imaginar, e tudo o que você pode imaginar você pode trazer para sua vida.
Sim, existem obstáculos muito reais para que você tente.
E, de alguma forma ou de outra, você pode passar sobre cada um deles.
Quando você imagina limitações, elas até podem tornar-se reais.
Em vez disso, concentre sua imaginação sobre as possibilidades positivas, e concentre seus esforços em torná-las efetivamente reais.
Pense em todas as coisas que uma vez você considerava impossível, e que agora são rotineiras.
Sempre lembre que quando há uma razão boa o suficiente, há um caminho possível.
Em cada momento, você está fazendo progresso em uma direção ou outra.
Escolha usar esses momentos, como eles vêm, e concentre seus esforços para cumprir o grande potencial que esta a sua disposição.
Sinta o potencial único que é a sua vida e siga em frente.
Narciso Machado
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Pois não há limite para o que você pode imaginar, e tudo o que você pode imaginar você pode trazer para sua vida.
Sim, existem obstáculos muito reais para que você tente.
E, de alguma forma ou de outra, você pode passar sobre cada um deles.
Quando você imagina limitações, elas até podem tornar-se reais.
Em vez disso, concentre sua imaginação sobre as possibilidades positivas, e concentre seus esforços em torná-las efetivamente reais.
Pense em todas as coisas que uma vez você considerava impossível, e que agora são rotineiras.
Sempre lembre que quando há uma razão boa o suficiente, há um caminho possível.
Em cada momento, você está fazendo progresso em uma direção ou outra.
Escolha usar esses momentos, como eles vêm, e concentre seus esforços para cumprir o grande potencial que esta a sua disposição.
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20140716
Colegas tagarelas são a principal causa de perturbação no trabalho
Conversas frequentes são o principal fator de perturbação no ambiente corporativo, de acordo com uma pesquisa da consultoria de mobilidade de talentos Lee Hecht Harrison. Dos trabalhadores entrevistados, 45% citaram colegas tagarelas como a grande causa de distração e interrupção no trabalho.
A consultoria falou com 848 profissionais nos Estados Unidos em abril, perguntando “O que você considera que mais o distrai e interrompe no trabalho?”. Foram identificados:
Funcionários tagarelas: 45%
E-mails: 18%
Odores: 9%
Chamadas telefônicas: 8%
Barulho ambiente: 6%
A arquitetura do escritório: 5%
Tecnologia: 4%
Nada: 5%
“Somos criaturas sociais e nosso sucesso no trabalho depende de nossa habilidade em se comunicar”, diz Jim Greenway, vice-presidente executivo de marketing e efetividade de vendas da Lee Hecht Harrison. “Conversas no corredor ou pequenas paradas na mesa do colega para um bate-papo podem render grandes benefícios em termos de colaboração, gerando novas ideias, criando confiança e aumentando a produtividade. Contudo, muita conversa também pode ser um fator de distração, como apontou nossa pesquisa.”
De acordo com Greenaway, interrupções e distrações se desenvolvem quando um colega tagarela perde a capacidade de discernimento, não compreende os limites e não sabe interpretar a linguagem corporal. “Profissionais tagarelas em geral não fazem ideia de quão irritantes são para seus colegas. Eles simplesmente perdem a capacidade de reconhecer os sinais. Devemos prestar atenção às dicas do ambiente e às não verbais e estabelecer limites de respeito ao tempo de nossos colegas.”
Os sinais a que o vice-presidente executivo se refere incluem olhadelas no relógio e tamborilar os dedos impacientemente. “Lembre-se: deixe seu público querendo mais, e não buscando uma rota de fuga”, diz. Fonte Jornal Valor.
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20140715
FORMAÇÃO DE PALESTRANTES COM NARCISO MACHADO
Formação de palestrantes e gestão da carreira de palestrantes com Narciso Machado.
Este trabalho é diferenciado. Esta atividade não pode ser realizada na forma de palestra ou treinamento coletivo.
A atividade requer atendimento personalizado, de acordo com o perfil e estilo do palestrante.
A QUEM SE DESTINA ESTE TRABALHO
Poucos participantes. Narciso Machado trabalha com reuniões individuais ou com pequeno grupo de participantes.
Pelas características deste trabalho, essencialmente prático apresentado no formato de consultoria presencial, estamos selecionando os interessados que, realmente desejam agregar valor para sua formação e realizar o lançamento da carreira como palestrante.
Profissionais de áreas técnicas, empresários, executivos, desportistas e pessoas que desejam aprimorar suas habilidades para falar em público, desenvolver palestras e investir na carreira de palestrante.
Profissionais que desejam destacarem-se no mercado de palestras, antecipando etapas, absorvendo experiência e conhecimento.
Neste trabalho apresentamos três formas de execução dos serviços:
1- Formação do palestrante (postura pessoal e profissional), preparação, montagem, organização da palestra e acompanhamento em eventos;
2- Orientação na montagem e organização do material para palestras;
3- Gestão da carreira completa, composta pelas duas formas anteriores (1 e 2), mais assessoria completa exclusiva e diferenciada para formação do palestrante, base de sustentação da carreira e análise detalhada do mercado e oportunidades no ramo de palestras, eventos e promoções, vendas e marketing do palestrante e das palestras.
Cada uma das atividades tem valores próprios, a escolha depende da necessidade do interessado.
Invista em você. Agregue valor ao seu marketing pessoal, sendo reconhecido como profissional diferenciado e altamente qualificado.
Acelere sua carreira com Narciso Machado. Reconhecidamente um dos profissionais mais experientes e requisitados para eventos in company. Especialista em Road Show e Kick-off, palestras dinâmicas e transformacionais.
Neste trabalho Narciso estará passando sua experiência, capacitando profissionais que realmente desejam lançarem-se na carreira de palestrante.
Pelas características do trabalho, essencialmente prático direcionado para resultados imediatos, as reuniões serão individuais ou para pequenos grupos de participantes.
Este é o momento ideal para investir na sua carreira e expandir seu potencial como palestrante colhendo resultados imediatos.
Se você estiver interessado em investir na sua carreira, envie currículo resumido, com informações pessoais e profissionais para narciso@ncm.com.br, entraremos em contato com os interessados informando as condições para participação.
Narciso Machado - narciso@ncm.com.br - www.narcisomachado.com.br
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Pelas características deste trabalho, essencialmente prático apresentado no formato de consultoria presencial, estamos selecionando os interessados que, realmente desejam agregar valor para sua formação e realizar o lançamento da carreira como palestrante.
Profissionais de áreas técnicas, empresários, executivos, desportistas e pessoas que desejam aprimorar suas habilidades para falar em público, desenvolver palestras e investir na carreira de palestrante.
Profissionais que desejam destacarem-se no mercado de palestras, antecipando etapas, absorvendo experiência e conhecimento.
Neste trabalho apresentamos três formas de execução dos serviços:
1- Formação do palestrante (postura pessoal e profissional), preparação, montagem, organização da palestra e acompanhamento em eventos;
2- Orientação na montagem e organização do material para palestras;
3- Gestão da carreira completa, composta pelas duas formas anteriores (1 e 2), mais assessoria completa exclusiva e diferenciada para formação do palestrante, base de sustentação da carreira e análise detalhada do mercado e oportunidades no ramo de palestras, eventos e promoções, vendas e marketing do palestrante e das palestras.
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Invista em você. Agregue valor ao seu marketing pessoal, sendo reconhecido como profissional diferenciado e altamente qualificado.
Acelere sua carreira com Narciso Machado. Reconhecidamente um dos profissionais mais experientes e requisitados para eventos in company. Especialista em Road Show e Kick-off, palestras dinâmicas e transformacionais.
Neste trabalho Narciso estará passando sua experiência, capacitando profissionais que realmente desejam lançarem-se na carreira de palestrante.
Pelas características do trabalho, essencialmente prático direcionado para resultados imediatos, as reuniões serão individuais ou para pequenos grupos de participantes.
Este é o momento ideal para investir na sua carreira e expandir seu potencial como palestrante colhendo resultados imediatos.
Se você estiver interessado em investir na sua carreira, envie currículo resumido, com informações pessoais e profissionais para narciso@ncm.com.br, entraremos em contato com os interessados informando as condições para participação.
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20140710
20140706
Hábitos das pessoas mais ricas no mundo
O que as pessoas mais ricas do mundo têm em comum?
Aqui estão seus principais hábitos, para inspirar você.
Um infográfico desenvolvido pela NowSourcing detalha algumas das qualidades e características compartilhadas pelos ricos (aquelas pessoas que realmente são ricas).
Se você quiser, por exemplo, seguir o exemplo de Bill Gates, precisa acordar cedo, fazer exercícios, ler mais (e cortar a TV) e ter uma lista diária de tarefas. Fonte http://www.entrepreneur.com
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Aqui estão seus principais hábitos, para inspirar você.
Um infográfico desenvolvido pela NowSourcing detalha algumas das qualidades e características compartilhadas pelos ricos (aquelas pessoas que realmente são ricas).
Se você quiser, por exemplo, seguir o exemplo de Bill Gates, precisa acordar cedo, fazer exercícios, ler mais (e cortar a TV) e ter uma lista diária de tarefas. Fonte http://www.entrepreneur.com
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20140703
Cuidado com seu perfil nas redes sociais
Recrutadores desistem de candidatos devido a redes sociais;
Você dirige bêbado ou costuma frequentar jantares com "acompanhantes"? Talvez seja mais prudente manter essas informações em caráter privado em vez de expô-las nas redes sociais.
Mais empregadores dos Estados Unidos estão buscando informações adicionais sobre potenciais candidatos em redes sociais — e eles não estão muito bem impressionados com o que têm visto. De acordo com uma pesquisa do site americano de recrutamento CareerBuilder, 51% dos empregadores do país que pesquisaram sobre profissionais nas mídias sociais desistiram do candidato devido a conteúdos relacionados a ele existentes na web. Essa porcentagem era de 43% no ano passado, e de 34% em 2012.
Quarenta e três por cento têm usado as redes sociais para pesquisar candidatos, ante 39% em 2013 e 36% em 2012. Além disso, 12% não o fazem atualmente, mas pretendem começar a utilizar esse recurso. A pesquisa foi feita pela empresa especializada Harris Poll com 2.138 gestores contratantes e profissionais de recursos humanos e 3.022 profissionais do setor privado.
Os recrutadores, porém, não se limitam às redes sociais: 45% usam ferramentas como o Google para prospectar potenciais candidatos, sendo que 20% disseram que as utilizam frequentemente ou sempre. Além disso, 12% analisam os posts e comentários dos candidatos em sites de opinião como Glassdoor.com e Yelp.com.
Mas, afinal, o que esses empregadores têm encontrado nas mídias sociais que faz com que desconsiderem os candidatos? As razões mais comuns incluem:
•O candidato postou informações ou fotografias provocativas ou inapropriadas: 46%
•Candidato postou informações sobre estar bebendo ou usando drogas: 41%
•Falou mal de ex-empregador: 36%
•Tem poucas habilidades de comunicação: 32%
•Fez comentários discriminatórios relacionados a raça, gênero, religião etc.: 28%
•Mentiu sobre qualificações: 25%
•Compartilhou informações confidenciais de ex-empregadores: 24%
•Esteve ligado a prática criminosa: 22%
•Adotou um apelido não profissional na rede: 21%
•Mentiu sobre uma ausência: 13%
Por outro lado, um terço (33%) dos empregadores disseram haver encontrado conteúdo na internet que os deixou mais propensos a contratar o candidato. Mais que isso, 23% acharam informações que diretamente os levaram à contratação, percentual que era de 19% no ano passado.
Algumas das razões mais comuns que motivaram a aprovação do profissional com base em suas redes sociais foram:
•Recrutador teve boa percepção da personalidade do candidato, podendo detectar se ele estava alinhado à cultura da empresa: 46%
•Informações do histórico do candidato sustentavam suas qualificações profissionais para a vaga: 45%
•Site do candidato passava uma imagem profissional: 43%
•Perfil do candidato era abrangente e mostrava um amplo raio de interesses: 40%
•Candidato tinha boas habilidades de comunicação: 40%
•Candidato era criativo: 36%
•Candidato havia recebido prêmios ou menções honrosas: 31%
•Outras pessoas haviam postado boas referências sobre o candidato: 30%
•Candidato havia interagido com os perfis da empresa do recrutador nas mídias sociais: 24%
•Candidato tinha um grande número de seguidores: 14%
Os empregadores também revelaram as coisas mais estranhas que descobriram sobre candidatos e mesmo seus empregados nos perfis das mídias sociais. Entre elas, foram citadas:
•Perfil do candidato incluía links para um serviço de acompanhante
•Candidato postou foto de ordem para sua prisão
•Candidato postou um vídeo de exercícios para idosas
•Candidato havia processado sua mulher por lhe ter dado um tiro na cabeça
•Candidato disse que um porco era seu melhor amigo
•Postou os resultados de seu exame odontológico
•Gabou-se de ter dirigido bêbado sem ter sido pego em diversas ocasiões
•Esteve efetivamente envolvido em um culto satânico
•Postou fotos que havia tirado do Pé-Grande
Muitos profissionais e recrutadores têm tomado medidas para proteger sua privacidade e evitar superexposição diante de possíveis empregadores. Quase metade (47%) dos trabalhadores apenas dividem seus posts com a família e os amigos, 41% mantêm seu perfil em modo privado e 18% separam o perfil profissional do pessoal. Vinte e oito por cento dos trabalhadores disseram não utilizar mídias sociais. Fonte Jornal Valor.
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Você dirige bêbado ou costuma frequentar jantares com "acompanhantes"? Talvez seja mais prudente manter essas informações em caráter privado em vez de expô-las nas redes sociais.
Mais empregadores dos Estados Unidos estão buscando informações adicionais sobre potenciais candidatos em redes sociais — e eles não estão muito bem impressionados com o que têm visto. De acordo com uma pesquisa do site americano de recrutamento CareerBuilder, 51% dos empregadores do país que pesquisaram sobre profissionais nas mídias sociais desistiram do candidato devido a conteúdos relacionados a ele existentes na web. Essa porcentagem era de 43% no ano passado, e de 34% em 2012.
Quarenta e três por cento têm usado as redes sociais para pesquisar candidatos, ante 39% em 2013 e 36% em 2012. Além disso, 12% não o fazem atualmente, mas pretendem começar a utilizar esse recurso. A pesquisa foi feita pela empresa especializada Harris Poll com 2.138 gestores contratantes e profissionais de recursos humanos e 3.022 profissionais do setor privado.
Os recrutadores, porém, não se limitam às redes sociais: 45% usam ferramentas como o Google para prospectar potenciais candidatos, sendo que 20% disseram que as utilizam frequentemente ou sempre. Além disso, 12% analisam os posts e comentários dos candidatos em sites de opinião como Glassdoor.com e Yelp.com.
Mas, afinal, o que esses empregadores têm encontrado nas mídias sociais que faz com que desconsiderem os candidatos? As razões mais comuns incluem:
•O candidato postou informações ou fotografias provocativas ou inapropriadas: 46%
•Candidato postou informações sobre estar bebendo ou usando drogas: 41%
•Falou mal de ex-empregador: 36%
•Tem poucas habilidades de comunicação: 32%
•Fez comentários discriminatórios relacionados a raça, gênero, religião etc.: 28%
•Mentiu sobre qualificações: 25%
•Compartilhou informações confidenciais de ex-empregadores: 24%
•Esteve ligado a prática criminosa: 22%
•Adotou um apelido não profissional na rede: 21%
•Mentiu sobre uma ausência: 13%
Por outro lado, um terço (33%) dos empregadores disseram haver encontrado conteúdo na internet que os deixou mais propensos a contratar o candidato. Mais que isso, 23% acharam informações que diretamente os levaram à contratação, percentual que era de 19% no ano passado.
Algumas das razões mais comuns que motivaram a aprovação do profissional com base em suas redes sociais foram:
•Recrutador teve boa percepção da personalidade do candidato, podendo detectar se ele estava alinhado à cultura da empresa: 46%
•Informações do histórico do candidato sustentavam suas qualificações profissionais para a vaga: 45%
•Site do candidato passava uma imagem profissional: 43%
•Perfil do candidato era abrangente e mostrava um amplo raio de interesses: 40%
•Candidato tinha boas habilidades de comunicação: 40%
•Candidato era criativo: 36%
•Candidato havia recebido prêmios ou menções honrosas: 31%
•Outras pessoas haviam postado boas referências sobre o candidato: 30%
•Candidato havia interagido com os perfis da empresa do recrutador nas mídias sociais: 24%
•Candidato tinha um grande número de seguidores: 14%
Os empregadores também revelaram as coisas mais estranhas que descobriram sobre candidatos e mesmo seus empregados nos perfis das mídias sociais. Entre elas, foram citadas:
•Perfil do candidato incluía links para um serviço de acompanhante
•Candidato postou foto de ordem para sua prisão
•Candidato postou um vídeo de exercícios para idosas
•Candidato havia processado sua mulher por lhe ter dado um tiro na cabeça
•Candidato disse que um porco era seu melhor amigo
•Postou os resultados de seu exame odontológico
•Gabou-se de ter dirigido bêbado sem ter sido pego em diversas ocasiões
•Esteve efetivamente envolvido em um culto satânico
•Postou fotos que havia tirado do Pé-Grande
Muitos profissionais e recrutadores têm tomado medidas para proteger sua privacidade e evitar superexposição diante de possíveis empregadores. Quase metade (47%) dos trabalhadores apenas dividem seus posts com a família e os amigos, 41% mantêm seu perfil em modo privado e 18% separam o perfil profissional do pessoal. Vinte e oito por cento dos trabalhadores disseram não utilizar mídias sociais. Fonte Jornal Valor.
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Como calar aquele tagarela do escritório
O bate papo ininterrupto entre pessoas no escritório é uma fonte de tensão em muitos locais de trabalho.
Muitos contam os mínimos detalhes de suas façanhas românticas, brigas conjugais, problemas financeiros, cirurgias recentes ou os últimos disparates de suas sogras, quer os colegas mostrem interesse ou não.
Esquivar-se desses colegas de escritório que compartilham sua vida em excesso pode ser um desafio difícil. Eles são como um livro aberto, mas na versão "audiobook".
Amelia Blanquera foi perturbada durante meses por um colega de trabalho que queria falar sobre seus problemas familiares, namoro e experimentos com novos estilos de ioga. Ela tentou desencorajá-lo mudando-se para uma mesa no centro do escritório para dificultar as conversas. Ela também passou a usar fones de ouvido, que colocava assim que ele aparecia em sua mesa. "Eu estou tentando trabalhar", dizia Blanquera, que é procuradora da cidade de Nova York e escritora.
A gota d'água foi quando o colega quis mostrar um livro de ioga tântrica e ela disse rispidamente: "Eu não tenho tempo". Eles acabaram negociando um acordo para ele parar de interrompê-la tanto. "Ele precisava de um terapeuta, um bom amigo ou uma companheira, o que acabou conseguindo" quando começou a namorar alguém fora do escritório, diz a procuradora.
Mais de três a cada cinco funcionários afirmam que eles têm pelo menos um colega de trabalho que se excede no compartilhamento de sua vida pessoal uma vez por semana ou mais, de acordo com uma pesquisa entre 514 funcionários de empresas feito pela SurveyMonkey Audience.
Aqueles que falam em excesso acabam perturbando os colegas e arriscam não apenas prejudicar suas próprias carreiras como as de outros. Para intervir, é necessário elegância, porque muitos desses "tagarelas" são frágeis e desprovidos de traquejo social. Muitos precisam de feedback direto e explícito para que reconheçam as necessidades emocionais ou desejos que os levam a falar em excesso.
Uma advogada de um escritório especializado em mediação de divórcios na Califórnia não percebia como suas conversas ininterruptas sobre seus problemas com o marido estavam afetando os colegas. A advogada estava "usando o escritório para desabafar, processar e tentar encontrar soluções" para seus problemas, e os colegas estavam se queixando, diz Nancy Fagan, proprietária do escritório.
Fagan chamou a advogada, assegurou-a que seu emprego não estava em perigo e a instruiu a parar de usar o ambiente de trabalho para resolver seus problemas. Ela também recomendou que a advogada procurasse um terapeuta e a conversa incessante teve fim.
Certos excessos estão vinculados a atributos que são úteis no trabalho. Billy Bauer adora se gabar dos dólares obtidos em suas vendas mais recentes como diretor de marketing da fabricante de produtos de couro Royce Leather, de New Jersey. Recentemente, ele anunciou para os colegas que vendeu US$ 40.000 em uma semana, e poucos meses antes havia se vangloriado de ter atingido a marca de US$ 1 milhão pelo segundo ano consecutivo.
Andrew Royce Bauer, irmão de Billy, é o diretor-presidente da empresa e diz que nunca recebeu queixas dos colegas, mas se preocupa com os exageros do irmão, que podem deixar os funcionários desconfortáveis.
Já Billy acredita que seus anúncios frequentes são parte da mesma personalidade extrovertida que o torna um vendedor de sucesso.
Os gestores andam na corda bamba tentando reduzir a falação indesejável no escritório numa era em que conversas francas estão em voga. Matthew Reischer quer criar uma atmosfera familiar em sua jovem empresa de serviços jurídicos, a LegalAdvice.com. Mas ele não aprova quando os empregados compartilham as histórias acumuladas em noites passadas bebendo e socializando com os colegas em um bar próximo. Reischer não se importa se a histórias são um intercâmbio entre duas pessoas, "mas os limites são diferentes no ambiente coletivo de trabalho", diz ele, que já pediu a dois funcionários que tenham um pouco mais de controle.
Conversas pessoais caem bem quando são relevantes para as tarefas que estão sendo executadas e têm o objetivo de fortalecer a equipe, em vez de atrair a atenção para alguém. Lisa Rosh, professora assistente de administração da Universidade Yeshiva, de Nova York, lembra de uma executiva do setor hospitalar tentando acalmar os empregados que estavam preocupados com a possibilidade de perder o emprego em uma reorganização planejada. A executiva contou a eles detalhes de como havia sido demitida no passado, acrescentando que esperava cortar custos sem demissões. Convencidos de que ela entendia seus medos, os funcionários se acalmaram, diz ela.
Muitos tagarelas não respeitam essas regras. Alguns são egoístas e narcisistas e "acham que você quer saber todos os detalhes de suas vidas", diz Alain Hilfer, diretor de psicologia do Centro Médico Maimonides, em Nova York. Narcisistas falam sobre eventos relevantes ou triviais como se eles tivessem a mesma importância e dando o mesmo peso para "Minha mãe morreu na semana passada" e "Comi frango ontem à noite e foi o melhor da minha vida", diz ele.
A ansiedade leva algumas pessoas a dizer a primeira coisa que lhes vem à cabeça, diz Aimee Cohen, uma consultora de carreira de Denver e autora de "Woman Up", um livro que dá dicas de como as mulheres podem superar obstáculos inconscientes para atingir o sucesso. As mulheres, em particular, tendem a "se concentrar naquilo que as fazem se sentir mal", diz Cohen.
Ela aconselha clientes a falar sobre si mesmos em termos positivos. Ela também sugere evitar certos tópicos como salário, sexo, drogas, álcool, problemas médicos, relacionamentos dramáticos ou visões negativas sobre o chefe, colegas de trabalho, clientes ou empresas.
Para reduzir a falação dos colegas, evite julgar ou rotular. Em vez disso, descreva o impacto que o excesso de compartilhamento tem sobre você, de forma direta e honesta, diz Rosh. Fonte The Wall Street Journal.
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Muitos contam os mínimos detalhes de suas façanhas românticas, brigas conjugais, problemas financeiros, cirurgias recentes ou os últimos disparates de suas sogras, quer os colegas mostrem interesse ou não.
Esquivar-se desses colegas de escritório que compartilham sua vida em excesso pode ser um desafio difícil. Eles são como um livro aberto, mas na versão "audiobook".
Amelia Blanquera foi perturbada durante meses por um colega de trabalho que queria falar sobre seus problemas familiares, namoro e experimentos com novos estilos de ioga. Ela tentou desencorajá-lo mudando-se para uma mesa no centro do escritório para dificultar as conversas. Ela também passou a usar fones de ouvido, que colocava assim que ele aparecia em sua mesa. "Eu estou tentando trabalhar", dizia Blanquera, que é procuradora da cidade de Nova York e escritora.
A gota d'água foi quando o colega quis mostrar um livro de ioga tântrica e ela disse rispidamente: "Eu não tenho tempo". Eles acabaram negociando um acordo para ele parar de interrompê-la tanto. "Ele precisava de um terapeuta, um bom amigo ou uma companheira, o que acabou conseguindo" quando começou a namorar alguém fora do escritório, diz a procuradora.
Mais de três a cada cinco funcionários afirmam que eles têm pelo menos um colega de trabalho que se excede no compartilhamento de sua vida pessoal uma vez por semana ou mais, de acordo com uma pesquisa entre 514 funcionários de empresas feito pela SurveyMonkey Audience.
Aqueles que falam em excesso acabam perturbando os colegas e arriscam não apenas prejudicar suas próprias carreiras como as de outros. Para intervir, é necessário elegância, porque muitos desses "tagarelas" são frágeis e desprovidos de traquejo social. Muitos precisam de feedback direto e explícito para que reconheçam as necessidades emocionais ou desejos que os levam a falar em excesso.
Uma advogada de um escritório especializado em mediação de divórcios na Califórnia não percebia como suas conversas ininterruptas sobre seus problemas com o marido estavam afetando os colegas. A advogada estava "usando o escritório para desabafar, processar e tentar encontrar soluções" para seus problemas, e os colegas estavam se queixando, diz Nancy Fagan, proprietária do escritório.
Fagan chamou a advogada, assegurou-a que seu emprego não estava em perigo e a instruiu a parar de usar o ambiente de trabalho para resolver seus problemas. Ela também recomendou que a advogada procurasse um terapeuta e a conversa incessante teve fim.
Certos excessos estão vinculados a atributos que são úteis no trabalho. Billy Bauer adora se gabar dos dólares obtidos em suas vendas mais recentes como diretor de marketing da fabricante de produtos de couro Royce Leather, de New Jersey. Recentemente, ele anunciou para os colegas que vendeu US$ 40.000 em uma semana, e poucos meses antes havia se vangloriado de ter atingido a marca de US$ 1 milhão pelo segundo ano consecutivo.
Andrew Royce Bauer, irmão de Billy, é o diretor-presidente da empresa e diz que nunca recebeu queixas dos colegas, mas se preocupa com os exageros do irmão, que podem deixar os funcionários desconfortáveis.
Já Billy acredita que seus anúncios frequentes são parte da mesma personalidade extrovertida que o torna um vendedor de sucesso.
Os gestores andam na corda bamba tentando reduzir a falação indesejável no escritório numa era em que conversas francas estão em voga. Matthew Reischer quer criar uma atmosfera familiar em sua jovem empresa de serviços jurídicos, a LegalAdvice.com. Mas ele não aprova quando os empregados compartilham as histórias acumuladas em noites passadas bebendo e socializando com os colegas em um bar próximo. Reischer não se importa se a histórias são um intercâmbio entre duas pessoas, "mas os limites são diferentes no ambiente coletivo de trabalho", diz ele, que já pediu a dois funcionários que tenham um pouco mais de controle.
Conversas pessoais caem bem quando são relevantes para as tarefas que estão sendo executadas e têm o objetivo de fortalecer a equipe, em vez de atrair a atenção para alguém. Lisa Rosh, professora assistente de administração da Universidade Yeshiva, de Nova York, lembra de uma executiva do setor hospitalar tentando acalmar os empregados que estavam preocupados com a possibilidade de perder o emprego em uma reorganização planejada. A executiva contou a eles detalhes de como havia sido demitida no passado, acrescentando que esperava cortar custos sem demissões. Convencidos de que ela entendia seus medos, os funcionários se acalmaram, diz ela.
Muitos tagarelas não respeitam essas regras. Alguns são egoístas e narcisistas e "acham que você quer saber todos os detalhes de suas vidas", diz Alain Hilfer, diretor de psicologia do Centro Médico Maimonides, em Nova York. Narcisistas falam sobre eventos relevantes ou triviais como se eles tivessem a mesma importância e dando o mesmo peso para "Minha mãe morreu na semana passada" e "Comi frango ontem à noite e foi o melhor da minha vida", diz ele.
A ansiedade leva algumas pessoas a dizer a primeira coisa que lhes vem à cabeça, diz Aimee Cohen, uma consultora de carreira de Denver e autora de "Woman Up", um livro que dá dicas de como as mulheres podem superar obstáculos inconscientes para atingir o sucesso. As mulheres, em particular, tendem a "se concentrar naquilo que as fazem se sentir mal", diz Cohen.
Ela aconselha clientes a falar sobre si mesmos em termos positivos. Ela também sugere evitar certos tópicos como salário, sexo, drogas, álcool, problemas médicos, relacionamentos dramáticos ou visões negativas sobre o chefe, colegas de trabalho, clientes ou empresas.
Para reduzir a falação dos colegas, evite julgar ou rotular. Em vez disso, descreva o impacto que o excesso de compartilhamento tem sobre você, de forma direta e honesta, diz Rosh. Fonte The Wall Street Journal.
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20140701
Assuma as dificuldades
Aceite as dificuldades elas são a essência que impulsionam você.
Você já pensou que talvez suas dificuldades vem para você exatamente porque você precisa delas.
Por causa delas você e forçado a aprender mais.
Por causa delas você é obrigado a fazer mais esforço para crescer.
Imagine o que aconteceria se você pudesse olhar para seus problemas não como uma espécie de punição, mas sim como uma forma potente de entusiasmo e energia.
Concordo que em algumas situações é difícil, mas você não deve se ressentir de suas dificuldades. Por quê? Ressentindo seus problemas só os tornam mais preocupantes.
Eles só levam você ainda mais para baixo.
Por outro lado, encontrar uma maneira de enfrentar os problemas irá ajudá-lo a tornar-se uma força positiva na sua vida.
Uma coisa é absolutamente certa, ninguém vive sem ter alguma forma de problema.
Não importa a condição social ou financeira, sempre haverá algum problema.
Saber aprender com as dificuldades e enfrentar desafios, isso torna as pessoas verdadeiramente especiais.
Encontre uma maneira de assumir as suas dificuldades e a realidade da sua vida irá refletir um foco positivo e fortalecedor.
Narciso Machado
OBS: Nas sessões de coaching recebo muitas consultas de pessoas com dúvidas, referente a mudanças e transição de carreira. Profissionais e empresários enfrentando novos desafios.
Esta é uma situação que tende a aumentar cada vez mais, devido à velocidade das mudanças no mundo moderno. Neste trabalho proporciono, de forma criteriosa, o reposicionamento a partir das competências que melhor se enquadram nas atividades num mundo cheio de novas oportunidades. Ou seja, preparar e reciclar pessoas, esta é minha missão.
Orientar e estar presente nos estágios importantes, apoiando, encorajando, corrigindo, fornecendo informação, através de assessoria individual, com abordagem prática, ajudar na elaboração de ações para mudanças e conquistas, superando barreiras e almejando o futuro.
PARA EMPRESAS E PROFISSIONAIS DA ÀREA COMERCIAL:
Baixe grátis, no seu celular ou tablet, o aplicativo apps GESTÃO DE VENDAS para conhecer a metodologia NCM para vender, negociar, fechar negócios e reter clientes.
narciso@ncm.com.br
narcisoskype55
(19) 3886 1103 - (19) 9 9111 3492
(11) 7885 6143 - ID 9 * 16420
Palestras para Empresas – Motive sua equipe - www.narcisomachado.com.br
Consultoria Presencial e Consultoria On Line (à distância).
Como melhorar o desempenho e obter resultados excepcionais nas empresas - www.ncm.com.br
Você já pensou que talvez suas dificuldades vem para você exatamente porque você precisa delas.
Por causa delas você e forçado a aprender mais.
Por causa delas você é obrigado a fazer mais esforço para crescer.
Imagine o que aconteceria se você pudesse olhar para seus problemas não como uma espécie de punição, mas sim como uma forma potente de entusiasmo e energia.
Concordo que em algumas situações é difícil, mas você não deve se ressentir de suas dificuldades. Por quê? Ressentindo seus problemas só os tornam mais preocupantes.
Eles só levam você ainda mais para baixo.
Por outro lado, encontrar uma maneira de enfrentar os problemas irá ajudá-lo a tornar-se uma força positiva na sua vida.
Uma coisa é absolutamente certa, ninguém vive sem ter alguma forma de problema.
Não importa a condição social ou financeira, sempre haverá algum problema.
Saber aprender com as dificuldades e enfrentar desafios, isso torna as pessoas verdadeiramente especiais.
Encontre uma maneira de assumir as suas dificuldades e a realidade da sua vida irá refletir um foco positivo e fortalecedor.
Narciso Machado
OBS: Nas sessões de coaching recebo muitas consultas de pessoas com dúvidas, referente a mudanças e transição de carreira. Profissionais e empresários enfrentando novos desafios.
Esta é uma situação que tende a aumentar cada vez mais, devido à velocidade das mudanças no mundo moderno. Neste trabalho proporciono, de forma criteriosa, o reposicionamento a partir das competências que melhor se enquadram nas atividades num mundo cheio de novas oportunidades. Ou seja, preparar e reciclar pessoas, esta é minha missão.
Orientar e estar presente nos estágios importantes, apoiando, encorajando, corrigindo, fornecendo informação, através de assessoria individual, com abordagem prática, ajudar na elaboração de ações para mudanças e conquistas, superando barreiras e almejando o futuro.
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20140619
Estudo revela os atletas mais “vendáveis”
Pesquisa aponta Cristiano Ronaldo com marca mais forte; Neymar é 7º
Melhor jogador do mundo em 2013, artilheiro e campeão da Liga dos Campeões e classificado para a Copa do Mundo deste ano. Além de todos os seus méritos esportivos, Cristiano Ronaldo também tem o que comemorar fora dos campos. De acordo com uma pesquisa da Repucom, valendo-se da ferramenta Celebrity DBI (Davie-Brown Index), que mensura a percepção do público sobre um astro, o português é o jogador de futebol mais “vendável” para marcas.
De acordo com a pesquisa, Ronaldo tem a marca mais forte do futebol, à frente de Lionel Messi e Gerard Piqué, que completam o pódio (veja ranking abaixo). O luso garantiu 83,87% de reconhecimento global e, em mercados como Itália, Espanha e Argentina, 95%. Em relação a ser um trendsetter – ditador de tendências dentro do esporte –, o camisa 7 do Real Madrid tem 82,45% de reconhecimento. Tais dados o deram um “score” de 79,49 na escala DBI.
Tido como a maior transferência da história do futebol (uma vez que as cifras da compra de seu colega de equipe Gareth Bale nunca foram confirmadas), Cristiano Ronaldo faz ótimo uso deste seu potencial de marketing. Ele acumula patrocinadores como Emporio Armani, Herbalife, KFC, Samsung, Emirates Airlines e Nike, esta última tem uma linha de produtos dedicadas a CR7 e pagaria ao astro US$ 9,5 milhões de dólares ao ano. “Ronaldo é o sonho de qualquer patrocinador. Além do valor para sua equipe, ele é muito importante para as marcas que o apoiam. O seu poder comercial é reforçado nas mídias digitais, já que ele tem 82 milhões de fãs no Facebook e 26 milhões de seguidores no Twitter”, afirmou Paul Smith, fundador e CEO da Repucom.
Em segundo lugar aparece o rival Messi, que além de concorrer com Cristiano Ronaldo dentro de campo, também vê seus patrocinadores em disputa direta com os do luso, casos de Adidas, Turkish Airlines e Dolce & Gabbana. Atleta mais bem pago do mundo (salário de US$ 27,5 milhões por ano), o argentino teve 75,87 pontos DBI, com 76,07% de global awareness. Completa o pódio o espanhol Gerard Piqué, com 62,8 pontos DBI e 58,09% de awareness global. O defensor é impulsionado também pelo “fator Shakira”, uma vez que o fato de ser casado com uma grande cantora pop também joga a favor de sua reputação com as marcas.
Entre os 10 atletas com marca mais poderosa e maior repercussão do futebol, sete são atacantes (além de Messi e Cristiano Ronaldo, Ibrahimovic, Henry, Fernando Torres, Rooney, Neymar). Há apenas um meio-campista (Iniesta), um zagueiro (Piqué) e um goleiro (Casillas), todos espanhóis.
Neymar é o único brasileiro na listagem
A atual campeã da Copa do Mundo tem quatro representantes na lista, enquanto Portugal, Argentina, Suécia, Inglaterra, França e
Brasil têm apenas um cada. Seis desses astros atuam no Campeonato Espanhol – mais especificamente em Real Madrid e Barcelona.
Dois estão em times ingleses, enquanto França e Estados Unidos abrigam um cada. Dois dos atletas com marca mais poderosa não virão ao Brasil: Ibrahimovic, já que sua Suécia não se classificou; e Henry, já veterano e afastado da seleção francesa – mas ainda assim ativo para seus patrocinadores.
Em relação a empresas de material esportivo, a Nike está na frente: seis destes atletas possuem contrato com a marca americana, contra três da Adidas e um da Puma. “Patrocínios a jogadores de futebol têm uma maneira poderosa de criar conexão emocional com as marcas. A estrela pode não apenas aumentar o brand awareness, mas criar uma conversa sobre os produtos e aparecer em momentos cruciais para o sucesso da companhia”, disse Paul Smith.
O sistema Davie-Brown Index foi criado pela The Marketing Arm, agência de promoção do grupo Omnicom que recentemente se aliou à Repucom. A pesquisa levou em consideração percepções de um público entre 16 e 69 anos em 13 países, o que representa um montante de 1,5 bilhão de pessoas.
Brasileiro: Neymar está na sétima colocação do estudo, com 59,36 pontos DBI e 53,33% de global awareness, além de aproximadamente 22 milhões de fãs no Facebook e 11 milhões de seguidores no Twitter. O atleta é o único brasileiro no ranking e o atleta mais jovem da lista (22 anos), e como se transferiu para o Barcelona apenas na última temporada, sua marca ainda carece de internacionalização – fator que já está sendo fortemente trabalhado. Segundo o estudo, o contrato de Neymar com a Nike gira em torno de US$ 7 milhões anuais e é válido por mais 11 anos.
Os próximos passos da parceria entre a marca e o atacante são promissores: o modelo de chuteiras Hypervenom, que substituiu a tradicional Total 90 no portfólio da empresa americana, foi feito especialmente para o brasileiro, maior embaixador desta linha. Neymar ainda tem contrato com 10 outros patrocinadores, tais como Red Bull, Panasonic, Claro, Tenys Pé, Lupo, Guaraná Antarctica, Unilever, Volkswagen, Santander e Baterias Heliar.
Consultoria para agilizar resultados nas empresas - www.ncm.com.br
Melhor jogador do mundo em 2013, artilheiro e campeão da Liga dos Campeões e classificado para a Copa do Mundo deste ano. Além de todos os seus méritos esportivos, Cristiano Ronaldo também tem o que comemorar fora dos campos. De acordo com uma pesquisa da Repucom, valendo-se da ferramenta Celebrity DBI (Davie-Brown Index), que mensura a percepção do público sobre um astro, o português é o jogador de futebol mais “vendável” para marcas.
De acordo com a pesquisa, Ronaldo tem a marca mais forte do futebol, à frente de Lionel Messi e Gerard Piqué, que completam o pódio (veja ranking abaixo). O luso garantiu 83,87% de reconhecimento global e, em mercados como Itália, Espanha e Argentina, 95%. Em relação a ser um trendsetter – ditador de tendências dentro do esporte –, o camisa 7 do Real Madrid tem 82,45% de reconhecimento. Tais dados o deram um “score” de 79,49 na escala DBI.
Tido como a maior transferência da história do futebol (uma vez que as cifras da compra de seu colega de equipe Gareth Bale nunca foram confirmadas), Cristiano Ronaldo faz ótimo uso deste seu potencial de marketing. Ele acumula patrocinadores como Emporio Armani, Herbalife, KFC, Samsung, Emirates Airlines e Nike, esta última tem uma linha de produtos dedicadas a CR7 e pagaria ao astro US$ 9,5 milhões de dólares ao ano. “Ronaldo é o sonho de qualquer patrocinador. Além do valor para sua equipe, ele é muito importante para as marcas que o apoiam. O seu poder comercial é reforçado nas mídias digitais, já que ele tem 82 milhões de fãs no Facebook e 26 milhões de seguidores no Twitter”, afirmou Paul Smith, fundador e CEO da Repucom.
Em segundo lugar aparece o rival Messi, que além de concorrer com Cristiano Ronaldo dentro de campo, também vê seus patrocinadores em disputa direta com os do luso, casos de Adidas, Turkish Airlines e Dolce & Gabbana. Atleta mais bem pago do mundo (salário de US$ 27,5 milhões por ano), o argentino teve 75,87 pontos DBI, com 76,07% de global awareness. Completa o pódio o espanhol Gerard Piqué, com 62,8 pontos DBI e 58,09% de awareness global. O defensor é impulsionado também pelo “fator Shakira”, uma vez que o fato de ser casado com uma grande cantora pop também joga a favor de sua reputação com as marcas.
Entre os 10 atletas com marca mais poderosa e maior repercussão do futebol, sete são atacantes (além de Messi e Cristiano Ronaldo, Ibrahimovic, Henry, Fernando Torres, Rooney, Neymar). Há apenas um meio-campista (Iniesta), um zagueiro (Piqué) e um goleiro (Casillas), todos espanhóis.
Neymar é o único brasileiro na listagem
A atual campeã da Copa do Mundo tem quatro representantes na lista, enquanto Portugal, Argentina, Suécia, Inglaterra, França e
Brasil têm apenas um cada. Seis desses astros atuam no Campeonato Espanhol – mais especificamente em Real Madrid e Barcelona.
Dois estão em times ingleses, enquanto França e Estados Unidos abrigam um cada. Dois dos atletas com marca mais poderosa não virão ao Brasil: Ibrahimovic, já que sua Suécia não se classificou; e Henry, já veterano e afastado da seleção francesa – mas ainda assim ativo para seus patrocinadores.
Em relação a empresas de material esportivo, a Nike está na frente: seis destes atletas possuem contrato com a marca americana, contra três da Adidas e um da Puma. “Patrocínios a jogadores de futebol têm uma maneira poderosa de criar conexão emocional com as marcas. A estrela pode não apenas aumentar o brand awareness, mas criar uma conversa sobre os produtos e aparecer em momentos cruciais para o sucesso da companhia”, disse Paul Smith.
O sistema Davie-Brown Index foi criado pela The Marketing Arm, agência de promoção do grupo Omnicom que recentemente se aliou à Repucom. A pesquisa levou em consideração percepções de um público entre 16 e 69 anos em 13 países, o que representa um montante de 1,5 bilhão de pessoas.
Brasileiro: Neymar está na sétima colocação do estudo, com 59,36 pontos DBI e 53,33% de global awareness, além de aproximadamente 22 milhões de fãs no Facebook e 11 milhões de seguidores no Twitter. O atleta é o único brasileiro no ranking e o atleta mais jovem da lista (22 anos), e como se transferiu para o Barcelona apenas na última temporada, sua marca ainda carece de internacionalização – fator que já está sendo fortemente trabalhado. Segundo o estudo, o contrato de Neymar com a Nike gira em torno de US$ 7 milhões anuais e é válido por mais 11 anos.
Os próximos passos da parceria entre a marca e o atacante são promissores: o modelo de chuteiras Hypervenom, que substituiu a tradicional Total 90 no portfólio da empresa americana, foi feito especialmente para o brasileiro, maior embaixador desta linha. Neymar ainda tem contrato com 10 outros patrocinadores, tais como Red Bull, Panasonic, Claro, Tenys Pé, Lupo, Guaraná Antarctica, Unilever, Volkswagen, Santander e Baterias Heliar.
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20140604
Alta tecnologia muda hábitos até no vaso sanitário
O vaso sanitário inteligente Washlet, da Toto, é exibido no museu da empresa no Japão, ao lado de vasos antigos.
Como os iPhones, os vasos sanitários cheios de aplicativos são objetos de desejo no Japão. A tampa levanta automaticamente. O assento aquece. Jatos de água instalados no seu interior fazem a limpeza necessária. Alguns podem até ser sincronizados com o smartphone do usuário via bluetooth para tocar sua música favorita nos alto-falantes embutidos do vaso.
Cerca de 75% dos lares japoneses já possuem esses vasos sanitários, a maioria deles feita por duas companhias: a Toto Ltd., a maior produtora japonesa, e a Lixil Corp., onde Yoshiaki Fujimori é diretor-presidente.
O executivo vai lançar agora esses produtos nos Estados Unidos. A Lixil está incluindo os vasos com "bidês internos" ao catálogo da American Standard Brands, empresa que adquiriu em 2013 por US$ 542 milhões. Poucas pessoas precisavam de um smartphone antes do iPhone da Apple lançá-lo. O mesmo acontecerá com os novos vasos sanitários inteligentes da American Standard, diz Fujimori.
A Toto e a Kohler, fabricante americana de acessórios para banheiro, vendem há vários anos o que chamam de bacia sanitária com funções de bidê nos EUA. Além dos banheiros de celebridades de Hollywood, no entanto, o produto ainda não conquistou espaço em muitas residências. O seu preço pode chegar a mais de US$ 5.000, mais de dez vezes o de um modelo convencional.
Em 2011, durante participação no programa da apresentadora de TV americana Oprah Winfrey, a atriz Whoopi Goldberg chamou seu Washlet, um assento eletrônico que se encaixa na maioria das bacias sanitárias convencionais, fabricado pela Toto, de "a maior invenção da face da terra".
Lançada em 1980 no Japão, a linha Washlet fez da Toto uma pioneira em dispositivos inteligentes. Ela está nos EUA desde 1993. Diferentemente da Lixil, a Toto quer crescer organicamente, sem aquisições, promovendo sua própria marca.
"Claro que a geração de lucros é importante, mas acreditamos que ter raízes em um país e contribuir com a indústria local de vasos sanitários [são objetivos que] devem vir primeiro", diz Soichi Abe, gerente geral dos negócios internacionais da Toto, em entrevista ao The Wall Street Journal na sede da empresa, em Kokura, cidade na ilha japonesa de Kyushu.
A Toto não informou detalhes sobre as vendas dos Washlets nos EUA, mas afirmou que estão crescendo duas vezes mais rápido que o setor de vasos sanitários em geral. A empresa de pesquisas Freedonia Group espera que as vendas de acessórios para banheiro nos EUA, incluindo bacias sanitárias, cresçam 6% por ano até 2017, para US$ 12 bilhões.
No Brasil, o mercado de vasos sanitários inteligentes ainda é insipiente e concentrado em residências e hotéis de alto luxo. Mas a expectativa é de crescimento. A Toto Brasil, subsidiária da empresa japonesa, que está no país desde 2011, informa que 25% de seu faturamento vêm das vendas de sanitários inteligentes. O carro-chefe é o assento Washlet, que custa cerca de R$ 3.000 e é responsável por 80% das vendas. O hotel Emiliano, em São Paulo, e a Casa de Caras, em Itapema, Santa Catarina, possuem este item de luxo em seus banheiros. Segundo um porta-voz da Toto Brasil, os seis camarotes VIP da Arena Corinthians, o Itaquerão, também contam com Washlets.
O sanitário completo, da linha Neorest, que além dos dispositivos de limpeza também conta com sensores que permitem a abertura da tampa e descargas automáticas, tem um preço mais alto, em torno de R$ 20.000. O banheiro da sala do conselho de administração do Banco Itaú possui um Neorest, assim como a casa da apresentadora de TV Ana Maria Braga e a mansão do magnata da comunicação Roberto Irineu Marinho, no bairro do Cosme Velho, no Rio de Janeiro, segundo a Toto Brasil.
As vendas brasileiras do Washlet aumentaram 25% desde 2012 e as do Neorest, 15%, crescimento suficiente para o Brasil ser o único país da América Latina a ter uma subsidiária independente. Os demais países da região são atendidos pelo Departamento de Vendas da Toto EUA. Na esteira do crescimento dos imóveis de alto padrão, o consumidor residencial já representa perto de 90% das vendas da Toto no país. "Estamos presentes no mundo corporativo e na hotelaria de luxo, mas a maior parte das nossas vendas é para residências de classe alta", disse o porta-voz.
Também focada em residências de alto luxo, a americana Heaven Spas, há dois anos no Brasil, vende um produto de menor custo (em torno de R$ 9.000) e com recursos tecnológicos, de assentos com temperatura regulada até descargas automáticas. "O nosso produto é como o pedágio eletrônico nas estradas. Depois que você descobre, não quer mais enfrentar fila", diz Constantino Ester, diretor comercial da Heaven Spas. Ela não divulgou dados sobre as vendas no Brasil.
Nos EUA, a concorrência deve crescer. A American Standard planeja uma campanha publicitária entre US$ 3 milhões a US$ 5 milhões para promover seus vasos sanitários inteligentes. A Toto fechou acordos com hotéis de luxo, como o Kitano, em Nova York, para instalar os Washlets nos quartos. A empresa afirma que muitos consumidores que descobrem os vasos inteligentes dessa forma acabam comprando o equipamento para suas casas. Fonte The Wall Street Journal.
Conheça palestras criativas e inovadoras www.narcisomachado.com.br
Como os iPhones, os vasos sanitários cheios de aplicativos são objetos de desejo no Japão. A tampa levanta automaticamente. O assento aquece. Jatos de água instalados no seu interior fazem a limpeza necessária. Alguns podem até ser sincronizados com o smartphone do usuário via bluetooth para tocar sua música favorita nos alto-falantes embutidos do vaso.
Cerca de 75% dos lares japoneses já possuem esses vasos sanitários, a maioria deles feita por duas companhias: a Toto Ltd., a maior produtora japonesa, e a Lixil Corp., onde Yoshiaki Fujimori é diretor-presidente.
O executivo vai lançar agora esses produtos nos Estados Unidos. A Lixil está incluindo os vasos com "bidês internos" ao catálogo da American Standard Brands, empresa que adquiriu em 2013 por US$ 542 milhões. Poucas pessoas precisavam de um smartphone antes do iPhone da Apple lançá-lo. O mesmo acontecerá com os novos vasos sanitários inteligentes da American Standard, diz Fujimori.
A Toto e a Kohler, fabricante americana de acessórios para banheiro, vendem há vários anos o que chamam de bacia sanitária com funções de bidê nos EUA. Além dos banheiros de celebridades de Hollywood, no entanto, o produto ainda não conquistou espaço em muitas residências. O seu preço pode chegar a mais de US$ 5.000, mais de dez vezes o de um modelo convencional.
Em 2011, durante participação no programa da apresentadora de TV americana Oprah Winfrey, a atriz Whoopi Goldberg chamou seu Washlet, um assento eletrônico que se encaixa na maioria das bacias sanitárias convencionais, fabricado pela Toto, de "a maior invenção da face da terra".
Lançada em 1980 no Japão, a linha Washlet fez da Toto uma pioneira em dispositivos inteligentes. Ela está nos EUA desde 1993. Diferentemente da Lixil, a Toto quer crescer organicamente, sem aquisições, promovendo sua própria marca.
"Claro que a geração de lucros é importante, mas acreditamos que ter raízes em um país e contribuir com a indústria local de vasos sanitários [são objetivos que] devem vir primeiro", diz Soichi Abe, gerente geral dos negócios internacionais da Toto, em entrevista ao The Wall Street Journal na sede da empresa, em Kokura, cidade na ilha japonesa de Kyushu.
A Toto não informou detalhes sobre as vendas dos Washlets nos EUA, mas afirmou que estão crescendo duas vezes mais rápido que o setor de vasos sanitários em geral. A empresa de pesquisas Freedonia Group espera que as vendas de acessórios para banheiro nos EUA, incluindo bacias sanitárias, cresçam 6% por ano até 2017, para US$ 12 bilhões.
No Brasil, o mercado de vasos sanitários inteligentes ainda é insipiente e concentrado em residências e hotéis de alto luxo. Mas a expectativa é de crescimento. A Toto Brasil, subsidiária da empresa japonesa, que está no país desde 2011, informa que 25% de seu faturamento vêm das vendas de sanitários inteligentes. O carro-chefe é o assento Washlet, que custa cerca de R$ 3.000 e é responsável por 80% das vendas. O hotel Emiliano, em São Paulo, e a Casa de Caras, em Itapema, Santa Catarina, possuem este item de luxo em seus banheiros. Segundo um porta-voz da Toto Brasil, os seis camarotes VIP da Arena Corinthians, o Itaquerão, também contam com Washlets.
O sanitário completo, da linha Neorest, que além dos dispositivos de limpeza também conta com sensores que permitem a abertura da tampa e descargas automáticas, tem um preço mais alto, em torno de R$ 20.000. O banheiro da sala do conselho de administração do Banco Itaú possui um Neorest, assim como a casa da apresentadora de TV Ana Maria Braga e a mansão do magnata da comunicação Roberto Irineu Marinho, no bairro do Cosme Velho, no Rio de Janeiro, segundo a Toto Brasil.
As vendas brasileiras do Washlet aumentaram 25% desde 2012 e as do Neorest, 15%, crescimento suficiente para o Brasil ser o único país da América Latina a ter uma subsidiária independente. Os demais países da região são atendidos pelo Departamento de Vendas da Toto EUA. Na esteira do crescimento dos imóveis de alto padrão, o consumidor residencial já representa perto de 90% das vendas da Toto no país. "Estamos presentes no mundo corporativo e na hotelaria de luxo, mas a maior parte das nossas vendas é para residências de classe alta", disse o porta-voz.
Também focada em residências de alto luxo, a americana Heaven Spas, há dois anos no Brasil, vende um produto de menor custo (em torno de R$ 9.000) e com recursos tecnológicos, de assentos com temperatura regulada até descargas automáticas. "O nosso produto é como o pedágio eletrônico nas estradas. Depois que você descobre, não quer mais enfrentar fila", diz Constantino Ester, diretor comercial da Heaven Spas. Ela não divulgou dados sobre as vendas no Brasil.
Nos EUA, a concorrência deve crescer. A American Standard planeja uma campanha publicitária entre US$ 3 milhões a US$ 5 milhões para promover seus vasos sanitários inteligentes. A Toto fechou acordos com hotéis de luxo, como o Kitano, em Nova York, para instalar os Washlets nos quartos. A empresa afirma que muitos consumidores que descobrem os vasos inteligentes dessa forma acabam comprando o equipamento para suas casas. Fonte The Wall Street Journal.
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20140602
Nas empresas colegas mais velhos aprendem com jovens
Troca de papéis: colegas mais velhos aprendem sobre redes sociais com mentores jovens
Ron Garrow, diretor de recursos humanos (dir.), e a analista Rebecca Kaufman na sede da Master Card, em Purchase, no Estado americano de Nova York. A jovem vem ensinando o executivo a fazer melhor uso das redes sociais.
Há uma grande divisão digital nos ambientes de trabalho — entre os funcionários de vinte e poucos anos com habilidades em redes sociais e os gestores mais velhos, com poucos conhecimentos tecnológicos. Para lidar com isso, mais empresas estão adotando o processo de "apadrinhamento reverso", formando duplas entre jovens funcionários e outros mais velhos, para que as habilidades tecnológicas sejam trabalhadas.
A prática está em alta nos últimos três ou quatro anos, segundo Didier Bonnet, líder de práticas globais da Capgemini Consulting, em Londres. "O principal objetivo é elevar o QI digital de líderes de negócios nas empresas."
As duplas nem sempre funcionam, diz Bonnet. Elas são normalmente intimidadoras para os jovens mentores e incômodas para os mais velhos, que podem ficar constrangidos em revelar o pouco que sabem. Objetivos claros, boa química, comprometimento de tempo e mente aberta entre os executivos sêniores aumentam as chances de sucesso, diz ele.
Rebecca Kaufman, uma gerente comunitária de 24 anos, com dois anos de experiência em comunicação digital na MasterCard, diz que ficou "definitivamente intimidada" quando uma rede de jovens profissionais na empresa a colocou como mentora de um executivo de 50 anos, Ron Garrow. Kaufman estava usando as redes sociais há quase dez anos, mas a missão de ajudar um executivo graduado a melhorar sua presença nas redes sociais era intimidante.
Garrow, chefe de recursos humanos da MasterCard, queria usar as redes sociais para se relacionar melhor com os funcionários nascidos depois de 1980, que representam 37% dos 9.000 empregados. Em 2010, eles eram 10%. O executivo também queria atingir novos consumidores e ampliar a percepção da nova imagem da MasterCard, que migrou de uma companhia de cartões de crédito para outra focada em tecnologia de pagamentos.
A dupla se encontrou duas vezes em dezembro e janeiro no escritório de Garrow. Eles mantiveram o contato através de e-mails ou conversas, em pessoa ou pelo telefone, várias vezes por semana.
O executivo prontamente abraçou a primeira sugestão de Kaufman — visitar o LinkedIn todos os dias, não semanalmente, e começar a compartilhar artigos com seus contatos. Mas ele ficou assustado com a ideia de usar o Twitter. A importância de evitar declarações públicas arriscadas estava profundamente arraigada em Garrow, que trabalhou em dois grandes bancos por 26 anos antes de se unir à MasterCard em 2010. Os executivos lá "passavam por várias rodadas de aprovação" antes de dizer qualquer coisa em público, diz ele.
Kaufman o encorajou, dizendo que o Twitter "é um novo jogo de bola. Ele aumenta a possibilidade de contato com qualquer pessoa na qual você esteja interessado." Quando ela perguntou "Como você quer se apresentar lá fora?", ele não estava seguro em como responder, além de promover a MasterCard. Pai de quatro filhos com idades entre 14 e 26 anos, Garrow diz que foi humilhante notar que "Aqui está esta garota de 24 anos, da idade de meus filhos, e eu estou completamente dependente dela."
Ao notar que a "reputação de Ron estava em jogo", Kaufman conta que fez pesquisas para identificar especialistas em recursos humanos e escritores que fossem influentes em redes sociais. Garrow abriu uma conta no Twitter, preencheu o seu perfil e praticou usando o site.
Kaufman o ajudou em seus primeiros tweets. Em uma visita à Universidade de Michigan, no mês passado, Garrow quis tuitar uma foto sua e de um colega com estudantes de MBA. Ele enviou a Kaufman um e-mail com uma descrição rápida do evento, uma simulação com os estudantes de uma reunião corporativa com investidores, acrescentando "Eu quero tuitar isso, mas não sei ao certo como", diz ela.
Kaufman sugeriu uma nova frase. Garrow reescreveu a mensagem e tuitou a foto em questão de minutos. Duas semanas depois, ele estava tuitando fotos de uma viagem de negócios a Paris por conta própria.
Depois de cinco meses trabalhando juntos, Garrow tem agora 2.352 contatos no LinkedIn, checa o Twitter de oito a dez vezes por dia, segue 109 pessoas e tuita cerca de 50 vezes por mês. E já tem mais de 400 seguidores.
Garrow e Kaufman tiveram que lidar com diferenças de geração. Depois de uma recente conferência, enquanto os dois voltavam de carro para o escritório e Kaufman trabalhava em seu smartphone, Garrow iniciou uma conversa sobre a carreira dela. Eles conversaram por um tempo, mas ela logo voltou seus olhos para o celular. Kaufman diz que apreciou o interesse que ele demonstrou, mas que não percebeu que ele ficou desconfortável.
Para ele, o comportamento dela foi "um pouco estranho". Na idade dela, ele teria se esforçado para deixar uma boa impressão para um gestor sênior. "Eu pensei, 'este comportamento não é diferente do da minha filha de 14 anos quando entra no carro e não fala comigo porque está enviando mensagens para amigos, olhando o Instragram, checando o Facebook", diz.
O trabalho conjunto gerou benefícios para ambos. Kaufman foi convidada a ser mentora de outros dois executivos sêniores, pessoas que ela não iria conhecer de outra forma, diz ela. O relacionamento aumentou sua confiança, segundo ela.
Garrow está ampliando o papel de mentora de Kaufman, pedindo a ela que avalie novos sites internos para ver se eles são atraentes para os empregados mais jovens.
Cerca de 100 funcionários da MasterCard de cinco localidades participaram do "apadrinhamento reverso" desde que ele foi lançado, em 2011. A Mars Inc. e a Cisco System Inc. também têm programas do gênero.
www.ncm.com.br
Ron Garrow, diretor de recursos humanos (dir.), e a analista Rebecca Kaufman na sede da Master Card, em Purchase, no Estado americano de Nova York. A jovem vem ensinando o executivo a fazer melhor uso das redes sociais.
Há uma grande divisão digital nos ambientes de trabalho — entre os funcionários de vinte e poucos anos com habilidades em redes sociais e os gestores mais velhos, com poucos conhecimentos tecnológicos. Para lidar com isso, mais empresas estão adotando o processo de "apadrinhamento reverso", formando duplas entre jovens funcionários e outros mais velhos, para que as habilidades tecnológicas sejam trabalhadas.
A prática está em alta nos últimos três ou quatro anos, segundo Didier Bonnet, líder de práticas globais da Capgemini Consulting, em Londres. "O principal objetivo é elevar o QI digital de líderes de negócios nas empresas."
As duplas nem sempre funcionam, diz Bonnet. Elas são normalmente intimidadoras para os jovens mentores e incômodas para os mais velhos, que podem ficar constrangidos em revelar o pouco que sabem. Objetivos claros, boa química, comprometimento de tempo e mente aberta entre os executivos sêniores aumentam as chances de sucesso, diz ele.
Rebecca Kaufman, uma gerente comunitária de 24 anos, com dois anos de experiência em comunicação digital na MasterCard, diz que ficou "definitivamente intimidada" quando uma rede de jovens profissionais na empresa a colocou como mentora de um executivo de 50 anos, Ron Garrow. Kaufman estava usando as redes sociais há quase dez anos, mas a missão de ajudar um executivo graduado a melhorar sua presença nas redes sociais era intimidante.
Garrow, chefe de recursos humanos da MasterCard, queria usar as redes sociais para se relacionar melhor com os funcionários nascidos depois de 1980, que representam 37% dos 9.000 empregados. Em 2010, eles eram 10%. O executivo também queria atingir novos consumidores e ampliar a percepção da nova imagem da MasterCard, que migrou de uma companhia de cartões de crédito para outra focada em tecnologia de pagamentos.
A dupla se encontrou duas vezes em dezembro e janeiro no escritório de Garrow. Eles mantiveram o contato através de e-mails ou conversas, em pessoa ou pelo telefone, várias vezes por semana.
O executivo prontamente abraçou a primeira sugestão de Kaufman — visitar o LinkedIn todos os dias, não semanalmente, e começar a compartilhar artigos com seus contatos. Mas ele ficou assustado com a ideia de usar o Twitter. A importância de evitar declarações públicas arriscadas estava profundamente arraigada em Garrow, que trabalhou em dois grandes bancos por 26 anos antes de se unir à MasterCard em 2010. Os executivos lá "passavam por várias rodadas de aprovação" antes de dizer qualquer coisa em público, diz ele.
Kaufman o encorajou, dizendo que o Twitter "é um novo jogo de bola. Ele aumenta a possibilidade de contato com qualquer pessoa na qual você esteja interessado." Quando ela perguntou "Como você quer se apresentar lá fora?", ele não estava seguro em como responder, além de promover a MasterCard. Pai de quatro filhos com idades entre 14 e 26 anos, Garrow diz que foi humilhante notar que "Aqui está esta garota de 24 anos, da idade de meus filhos, e eu estou completamente dependente dela."
Ao notar que a "reputação de Ron estava em jogo", Kaufman conta que fez pesquisas para identificar especialistas em recursos humanos e escritores que fossem influentes em redes sociais. Garrow abriu uma conta no Twitter, preencheu o seu perfil e praticou usando o site.
Kaufman o ajudou em seus primeiros tweets. Em uma visita à Universidade de Michigan, no mês passado, Garrow quis tuitar uma foto sua e de um colega com estudantes de MBA. Ele enviou a Kaufman um e-mail com uma descrição rápida do evento, uma simulação com os estudantes de uma reunião corporativa com investidores, acrescentando "Eu quero tuitar isso, mas não sei ao certo como", diz ela.
Kaufman sugeriu uma nova frase. Garrow reescreveu a mensagem e tuitou a foto em questão de minutos. Duas semanas depois, ele estava tuitando fotos de uma viagem de negócios a Paris por conta própria.
Depois de cinco meses trabalhando juntos, Garrow tem agora 2.352 contatos no LinkedIn, checa o Twitter de oito a dez vezes por dia, segue 109 pessoas e tuita cerca de 50 vezes por mês. E já tem mais de 400 seguidores.
Garrow e Kaufman tiveram que lidar com diferenças de geração. Depois de uma recente conferência, enquanto os dois voltavam de carro para o escritório e Kaufman trabalhava em seu smartphone, Garrow iniciou uma conversa sobre a carreira dela. Eles conversaram por um tempo, mas ela logo voltou seus olhos para o celular. Kaufman diz que apreciou o interesse que ele demonstrou, mas que não percebeu que ele ficou desconfortável.
Para ele, o comportamento dela foi "um pouco estranho". Na idade dela, ele teria se esforçado para deixar uma boa impressão para um gestor sênior. "Eu pensei, 'este comportamento não é diferente do da minha filha de 14 anos quando entra no carro e não fala comigo porque está enviando mensagens para amigos, olhando o Instragram, checando o Facebook", diz.
O trabalho conjunto gerou benefícios para ambos. Kaufman foi convidada a ser mentora de outros dois executivos sêniores, pessoas que ela não iria conhecer de outra forma, diz ela. O relacionamento aumentou sua confiança, segundo ela.
Garrow está ampliando o papel de mentora de Kaufman, pedindo a ela que avalie novos sites internos para ver se eles são atraentes para os empregados mais jovens.
Cerca de 100 funcionários da MasterCard de cinco localidades participaram do "apadrinhamento reverso" desde que ele foi lançado, em 2011. A Mars Inc. e a Cisco System Inc. também têm programas do gênero.
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20140523
Esqueça a nuvem, o futuro da computação está no nevoeiro
Computação em nuvem (do inglês, cloud computing). Eu acredito no poder de transformação da computação em nuvem como qualquer outra pessoa. Smartphones, que estão constantemente procurando e obtendo informações, não fazem sentido sem a nuvem, e qualquer empresa que não esteja se esforçando para colocar seus dados e software num sistema terceirizado corre, na minha opinião, o risco de ser ultrapassado por um concorrente que esteja fazendo isso.
Mas os defensores da nuvem gostam de declarar que, um dia, 100% da computação será realizada na nuvem. E o negócio de muitas empresas é vender a você essa ideia.
Mas a realidade é que colocar e retirar dados da nuvem é mais difícil que a maioria dos engenheiros, ou pelo menos seus gerentes, quer admitir.
O problema é a velocidade da comunicação de dados — que em computação é expressa por um parâmetro chamado largura de banda. Se uma determinada empresa está simplesmente tentando economizar o custo e o trabalho de armazenar dados por conta própria, a nuvem é ótima porque tudo o que ela precisa é transferir dados através de uma conexão de alta velocidade.
Mas num mundo de conectividade de massa — em que as pessoas precisam conseguir informação em um leque de dispositivos móveis — a comunicação é bastante lenta. Qualquer empresa que envia dados para dispositivos móveis, seja reservas aéreas para passageiros ou dados comerciais para a equipe de vendas, sofre com as limitações das redes sem fio. No geral, segundo o Fórum Econômico Mundial, os Estados Unidos ocupam o 35º lugar entre 148 países em largura de banda por usuário. (O Brasil ocupa a 61ª posição no relatório do órgão.)
Essa é uma razão pelas quais os aplicativos se tornaram o principal meio de se conectar à internet, pelo menos nos smartphones. Parte das informações e do poder de processamento fica a cargo do dispositivo.
O problema de como fazer as coisas quando se depende da nuvem está se tornando mais grave à medida que cada vez mais objetos estão se tornando "inteligentes", ou capazes de fazer medições do ambiente, conectar-se com a internet e até receber comandos remotamente. Tudo, de aviões a geladeiras, está sendo conectado à redes sem fio e se unindo à "Internet das Coisas".
As modernas redes de celulares 3G e 4G simplesmente não são velozes o suficiente para transmitir dados dos dispositivos para a nuvem no ritmo em que eles são gerados, e como cada simples objeto do lar e do trabalho está entrando no jogo, a situação só tende a piorar.
Felizmente, existe uma solução óbvia: parar de se concentrar na nuvem e começar a pensar numa forma de armazenar e processar a torrente de dados gerados pela Internet das Coisas (também conhecida como internet industrial) nas próprias coisas ou em dispositivos que fiquem entre nossas coisas e a internet.
O pessoal de marketing da Cisco Systems Inc. já inventou um nome para este fenômeno: "fog computing", ou computação em nevoeiro.
Eu gosto do termo. Sim, ele faz você querer franzir a testa. Mas, como no caso de computação em nuvem — também um termo cunhado pelo marketing quando já era um fenômeno em evolução —, ele é uma boa metáfora visual do que está acontecendo.
Enquanto a nuvem está em algum lugar distante e remoto do céu, deliberadamente abstrato, o nevoeiro está perto do chão, bem onde as coisas estão sendo feitas. Ele não consiste de servidores poderosos, mas de computadores mais fracos e mais dispersos, do tipo que está sendo vendido para aparelhos, fábricas, carros, postes de iluminação e qualquer outra parte de nossa cultura material.
A Cisco vende roteadores, que depois da armazenagem é o menos atraente dos setores tecnológicos. Para torná-lo mais excitante, e para vendê-lo para novos mercados antes que os competidores chineses prejudiquem o seu faturamento, a Cisco quer transformar seus roteadores em sistemas que acumulam dados e tomam decisões sobre o que fazer com eles. Na visão da Cisco, seus roteadores inteligentes nunca irão precisar se ligar com a nuvem, ao menos que tenham que, digamos, alertar operadores para uma emergência em um vagão ferroviário equipado com sensores e onde um destes roteadores atuaria como um centro nervoso.
A International Business Machines Corp. IBM está trabalhando numa iniciativa semelhante para levar os sistemas de computação "até a extremidade", um esforço que, segundo o executivo da IBM Paul Brody, vai virar a internet tradicional, baseada na nuvem, "de cabeça para baixo". (Quando as pessoas falam de "edge computing" — algo como computação na extremidade — o que elas querem indicar literalmente é a extremidade da rede, a fronteira onde a internet termina e o mundo real começa. Os centros de dados estão no "centro" da rede, enquanto os computadores pessoais, telefones e câmeras de vigilância estão na fronteira.)
Da mesma forma que, fisicamente, a nuvem consiste de servidores conectados, no projeto de pesquisa da IBM, o nevoeiro é formado por todos os computadores que estão ao nosso redor, ligados entre si. Num certo nível, pedir para nossos dispositivos inteligentes, por exemplo, enviar informações um para o outro, em vez de através da nuvem, pode transformar o nevoeiro num concorrente direto da nuvem em algumas funções.
A conclusão é que temos dados demais. E estamos só no começo. Os aviões são um bom exemplo. Num novo Boeing , quase todas as partes do jato são conectadas à internet, gravando e, em alguns casos, enviando um fluxo contínuo de dados sobre suas condições. A General Electric informou que, em apenas um voo, um de seus motores de avião gerou meio terabyte de dados.
Sensores baratos geram uma grande quantidade de dados e são surpreendentemente úteis. Os sensores chamados de analíticos preditivos permitem a companhias como a GE saber qual parte de um avião precisa de manutenção, antes até do avião em questão aterrissar.
Por que você acha que o Google e o Facebook estão falando sobre meios alternativos de acesso à internet, incluindo via balões e drones? Os canais existentes não estão dando conta do recado. Até que as pessoas tenham internet com e sem fio com a velocidade que merecem, conectar as coisas o mais próximo possível do usuário será fundamental para tornar a Internet das Coisas veloz o suficiente para ser utilizável.
O futuro de grande parte da computação das empresas continua sendo a nuvem, mas e a computação realmente transformadora do futuro? Ela vai acontecer bem aqui, nos objetos que nos cercam — no nevoeiro. Fonte The Wall Street Journal.
www.ncm.com.br
Mas os defensores da nuvem gostam de declarar que, um dia, 100% da computação será realizada na nuvem. E o negócio de muitas empresas é vender a você essa ideia.
Mas a realidade é que colocar e retirar dados da nuvem é mais difícil que a maioria dos engenheiros, ou pelo menos seus gerentes, quer admitir.
O problema é a velocidade da comunicação de dados — que em computação é expressa por um parâmetro chamado largura de banda. Se uma determinada empresa está simplesmente tentando economizar o custo e o trabalho de armazenar dados por conta própria, a nuvem é ótima porque tudo o que ela precisa é transferir dados através de uma conexão de alta velocidade.
Mas num mundo de conectividade de massa — em que as pessoas precisam conseguir informação em um leque de dispositivos móveis — a comunicação é bastante lenta. Qualquer empresa que envia dados para dispositivos móveis, seja reservas aéreas para passageiros ou dados comerciais para a equipe de vendas, sofre com as limitações das redes sem fio. No geral, segundo o Fórum Econômico Mundial, os Estados Unidos ocupam o 35º lugar entre 148 países em largura de banda por usuário. (O Brasil ocupa a 61ª posição no relatório do órgão.)
Essa é uma razão pelas quais os aplicativos se tornaram o principal meio de se conectar à internet, pelo menos nos smartphones. Parte das informações e do poder de processamento fica a cargo do dispositivo.
O problema de como fazer as coisas quando se depende da nuvem está se tornando mais grave à medida que cada vez mais objetos estão se tornando "inteligentes", ou capazes de fazer medições do ambiente, conectar-se com a internet e até receber comandos remotamente. Tudo, de aviões a geladeiras, está sendo conectado à redes sem fio e se unindo à "Internet das Coisas".
As modernas redes de celulares 3G e 4G simplesmente não são velozes o suficiente para transmitir dados dos dispositivos para a nuvem no ritmo em que eles são gerados, e como cada simples objeto do lar e do trabalho está entrando no jogo, a situação só tende a piorar.
Felizmente, existe uma solução óbvia: parar de se concentrar na nuvem e começar a pensar numa forma de armazenar e processar a torrente de dados gerados pela Internet das Coisas (também conhecida como internet industrial) nas próprias coisas ou em dispositivos que fiquem entre nossas coisas e a internet.
O pessoal de marketing da Cisco Systems Inc. já inventou um nome para este fenômeno: "fog computing", ou computação em nevoeiro.
Eu gosto do termo. Sim, ele faz você querer franzir a testa. Mas, como no caso de computação em nuvem — também um termo cunhado pelo marketing quando já era um fenômeno em evolução —, ele é uma boa metáfora visual do que está acontecendo.
Enquanto a nuvem está em algum lugar distante e remoto do céu, deliberadamente abstrato, o nevoeiro está perto do chão, bem onde as coisas estão sendo feitas. Ele não consiste de servidores poderosos, mas de computadores mais fracos e mais dispersos, do tipo que está sendo vendido para aparelhos, fábricas, carros, postes de iluminação e qualquer outra parte de nossa cultura material.
A Cisco vende roteadores, que depois da armazenagem é o menos atraente dos setores tecnológicos. Para torná-lo mais excitante, e para vendê-lo para novos mercados antes que os competidores chineses prejudiquem o seu faturamento, a Cisco quer transformar seus roteadores em sistemas que acumulam dados e tomam decisões sobre o que fazer com eles. Na visão da Cisco, seus roteadores inteligentes nunca irão precisar se ligar com a nuvem, ao menos que tenham que, digamos, alertar operadores para uma emergência em um vagão ferroviário equipado com sensores e onde um destes roteadores atuaria como um centro nervoso.
A International Business Machines Corp. IBM está trabalhando numa iniciativa semelhante para levar os sistemas de computação "até a extremidade", um esforço que, segundo o executivo da IBM Paul Brody, vai virar a internet tradicional, baseada na nuvem, "de cabeça para baixo". (Quando as pessoas falam de "edge computing" — algo como computação na extremidade — o que elas querem indicar literalmente é a extremidade da rede, a fronteira onde a internet termina e o mundo real começa. Os centros de dados estão no "centro" da rede, enquanto os computadores pessoais, telefones e câmeras de vigilância estão na fronteira.)
Da mesma forma que, fisicamente, a nuvem consiste de servidores conectados, no projeto de pesquisa da IBM, o nevoeiro é formado por todos os computadores que estão ao nosso redor, ligados entre si. Num certo nível, pedir para nossos dispositivos inteligentes, por exemplo, enviar informações um para o outro, em vez de através da nuvem, pode transformar o nevoeiro num concorrente direto da nuvem em algumas funções.
A conclusão é que temos dados demais. E estamos só no começo. Os aviões são um bom exemplo. Num novo Boeing , quase todas as partes do jato são conectadas à internet, gravando e, em alguns casos, enviando um fluxo contínuo de dados sobre suas condições. A General Electric informou que, em apenas um voo, um de seus motores de avião gerou meio terabyte de dados.
Sensores baratos geram uma grande quantidade de dados e são surpreendentemente úteis. Os sensores chamados de analíticos preditivos permitem a companhias como a GE saber qual parte de um avião precisa de manutenção, antes até do avião em questão aterrissar.
Por que você acha que o Google e o Facebook estão falando sobre meios alternativos de acesso à internet, incluindo via balões e drones? Os canais existentes não estão dando conta do recado. Até que as pessoas tenham internet com e sem fio com a velocidade que merecem, conectar as coisas o mais próximo possível do usuário será fundamental para tornar a Internet das Coisas veloz o suficiente para ser utilizável.
O futuro de grande parte da computação das empresas continua sendo a nuvem, mas e a computação realmente transformadora do futuro? Ela vai acontecer bem aqui, nos objetos que nos cercam — no nevoeiro. Fonte The Wall Street Journal.
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20140521
EMPRESÁRIO
O mundo mudou, os clientes estão mudando, você vai ficar parado assistindo?
Para melhorar resultados na empresa:
é preciso mudar, agir, atualizar a gestão, a forma e os métodos de conduzir os negócios.
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20140520
O valor do desafio
Desafio é a maneira de se certificar de que você realmente deseja alcançar algo em sua vida.
Desafio é uma excelente ferramenta para mantê-lo focado nas coisas que realmente importam para você.
Imagine por um momento como seria viver em um mundo sem desafio.
Em tal mundo, você poderia obter qualquer coisa e tudo sem a necessidade de esforço, disciplina e compromisso.
Isso soa como uma grande instalação, com todos os seus desejos cumpridos no momento que você desejar.
Bem, isso pode ser bom por alguns minutos, mas em breve vai parecer extremamente cansativo.
Você viveria em um mundo que, literalmente, iria oprimi-lo com banalidades sem sentido.
Claro, todos os desejos seriam instantaneamente concedidos, mas tudo seria dolorosamente vazio.
O valor da realização esta na obtenção, na superação dos desafios, na pessoa que você se tornar, como resultado de passar pelo processo do desejo, esforço, determinação e conquista.
Desafio pode ser difícil, muitas vezes doloroso, sempre exigente e, como tal, o desafio é o que faz o verdadeiro valor, beleza e satisfação possível.
Desafio pode ser difícil, mas na verdade ele é a riqueza e plenitude da vida.
Narciso Machado
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Desafio é uma excelente ferramenta para mantê-lo focado nas coisas que realmente importam para você.
Imagine por um momento como seria viver em um mundo sem desafio.
Em tal mundo, você poderia obter qualquer coisa e tudo sem a necessidade de esforço, disciplina e compromisso.
Isso soa como uma grande instalação, com todos os seus desejos cumpridos no momento que você desejar.
Bem, isso pode ser bom por alguns minutos, mas em breve vai parecer extremamente cansativo.
Você viveria em um mundo que, literalmente, iria oprimi-lo com banalidades sem sentido.
Claro, todos os desejos seriam instantaneamente concedidos, mas tudo seria dolorosamente vazio.
O valor da realização esta na obtenção, na superação dos desafios, na pessoa que você se tornar, como resultado de passar pelo processo do desejo, esforço, determinação e conquista.
Desafio pode ser difícil, muitas vezes doloroso, sempre exigente e, como tal, o desafio é o que faz o verdadeiro valor, beleza e satisfação possível.
Desafio pode ser difícil, mas na verdade ele é a riqueza e plenitude da vida.
Narciso Machado
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Escolha uma atitude
Em alguns aspectos, a sua atitude é a coisa mais fácil de mudar, porque você pode fazer tudo sozinho.
Em outros aspectos, a sua atitude é a coisa mais difícil de mudar, porque em última análise, você deve fazê-lo sozinho.
A maioria de outras limitações pode levar um tempo significativo e consomem energia para serem superadas.
Por outro lado, uma atitude limitante pode ser mudada em um instante e fortalecer você, mesmo que o desafio pareça ser intransponível.
Muitas pessoas desejam mudar, fazer algo para melhorar, dar um novo rumo na vida.
Param e ficam esperando que venha algo de fora para dentro.
Esquecem que a atitude esta dentro das pessoas.
Você é, na verdade, a sua atitude.
Você é a pessoa que cria, controla e mantém a sua atitude.
Você pode sempre viver com uma atitude voltada para o futuro de forma positiva.
Isso não requer nenhuma habilidade ou recurso especial.
Só é preciso vontade de exercer o controle sobre a atitude que você já possui.
A qualquer momento, em qualquer circunstância, escolha uma atitude que vai tornar a sua vida muito melhor.
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Por outro lado, uma atitude limitante pode ser mudada em um instante e fortalecer você, mesmo que o desafio pareça ser intransponível.
Muitas pessoas desejam mudar, fazer algo para melhorar, dar um novo rumo na vida.
Param e ficam esperando que venha algo de fora para dentro.
Esquecem que a atitude esta dentro das pessoas.
Você é, na verdade, a sua atitude.
Você é a pessoa que cria, controla e mantém a sua atitude.
Você pode sempre viver com uma atitude voltada para o futuro de forma positiva.
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Coragem
A coragem começa quando você percebe que você a tem.
A coragem cresce mais forte quanto mais ela é usada.
Todo mundo tem medo, e todos tem a capacidade de coragem.
Coragem não requer habilidade ou treinamento especial.
Coragem é o que acontece quando você toma a ação, apesar de seus medos.
A coragem vem quando você está disposto a aprender com os seus medos, a fazer prudentes ajustes com base naquilo que os medos te dizem, e ser empurrado para frente por esses medos ao invés de serem retidos por eles.
Dê o primeiro passo corajoso para frente, e a segunda etapa será mais fácil seguir.
No momento em que você chegar ao quinto ou sexto passo, ele começa a se tornar automática, pois o poder de sua coragem se torna evidente.
Coragem é uma escolha que não pode ser negada a você por outra pessoa que não você mesmo.
Nenhuma pessoa ou circunstância pode impedi-lo de fazer uso de sua coragem.
Ela é sua, e esta a sua disposição para ser usada de forma consciente.
Conecte-se com a sua coragem e descubra uma enorme diferença para impulsionar a sua vida e o seu mundo.
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Coragem é o que acontece quando você toma a ação, apesar de seus medos.
A coragem vem quando você está disposto a aprender com os seus medos, a fazer prudentes ajustes com base naquilo que os medos te dizem, e ser empurrado para frente por esses medos ao invés de serem retidos por eles.
Dê o primeiro passo corajoso para frente, e a segunda etapa será mais fácil seguir.
No momento em que você chegar ao quinto ou sexto passo, ele começa a se tornar automática, pois o poder de sua coragem se torna evidente.
Coragem é uma escolha que não pode ser negada a você por outra pessoa que não você mesmo.
Nenhuma pessoa ou circunstância pode impedi-lo de fazer uso de sua coragem.
Ela é sua, e esta a sua disposição para ser usada de forma consciente.
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Agora mesmo
Se você tem algo para fazer.
Não espere mais um minuto.
Faça agora mesmo.
A vida é sua para ser vivida hoje e sempre.
Agora é a hora de começar as coisas que você sabe que tem sentido fazer.
Não é tarde demais para começar a alcançar qualquer objetivo que você definiu para si mesmo.
E certamente não é muito cedo. Agora é o momento ideal para agir.
Então dê o primeiro passo para frente.
Comece a executar ações para construir uma poderosa força na direção de seus desejos mais preciosos.
Amanhã você pode estar no seu caminho, olhando para trás com satisfação crescente, ou você pode estar sentado e se perguntando por que o mundo está passando por você.
Pense no que você realmente quer?
Preencha hoje sua vida, com a ação, com o compromisso, com alegria, amor, persistência e experiência.
Acredite em você, sempre pense positivo, sempre é um grande dia para estar vivo, de modo a aproveitar ao máximo cada momento.
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Não é tarde demais para começar a alcançar qualquer objetivo que você definiu para si mesmo.
E certamente não é muito cedo. Agora é o momento ideal para agir.
Então dê o primeiro passo para frente.
Comece a executar ações para construir uma poderosa força na direção de seus desejos mais preciosos.
Amanhã você pode estar no seu caminho, olhando para trás com satisfação crescente, ou você pode estar sentado e se perguntando por que o mundo está passando por você.
Pense no que você realmente quer?
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