Sempre há tempo para construir o futuro.
Quanto mais você agir, mais coisas boas você terá vindo em sua direção.
Você vai se deparar com mais e melhores oportunidades, aprender mais coisas, e tornar-se mais hábil em conseguir os resultados desejados.
Sim, você vai cometer erros, e você vai regularmente ter necessidade de ajustar a sua abordagem.
Mas isso não é motivo para evitar a ação.
Na verdade, essa é uma boa razão para começar o mais cedo possível.
Se você cometer erros, aprenda com eles.
Não fique parado em torno de preocupações com o que poderia acontecer.
Use suas próprias ações e sua própria energia para determinar o que vai acontecer.
Não fique sentado em torno da construção de uma lista de queixas e lamentações.
Em vez disso, tome medidas reais, focadas em construir um futuro positivo, gratificante para si mesmo.
Faça planos reais e efetivos.
Comece colocando suas ideias e desejos em prática.
Descubra o que você deseja criar, aonde você quer ir, o que você deseja conhecer, executar e quem você quer se tornar.
Em seguida, coloque-se em ação e continue movendo-se na direção que você escolheu.
Narciso Machado
OBS: O atendimento de consultoria para empresas e Coaching é realizado em São Paulo e Campinas. Horários conforme agenda.
OBS: Baixe grátis o aplicativo GESTÃO DE VENDAS que se encontra disponível para IOS e ANDROID. Neste aplicativo você vai conhecer a metodologia NCM que utilizo nos treinamentos e consultoria na área comercial.
Atendendo muitas solicitações, em Agosto voltamos a realizar o workshop:
Superar objeções ao preço e agilizar fechamento das vendas.
As datas e locais serão: 12/08 – Rio de Janeiro - 14/08 – Porto Alegre - 20/08 – Campinas - 26/08 – Belo Horizonte - 28/08 – São Paulo
Mais informações no site http://www.ncm.com.br/workshop/121-superar-objecoes-ao-preco-e-agilizar-fechamento-das-vendas
narciso@ncm.com.br
narcisoskype55
(19) 3886 1103 - (19) 9 9111 3492
(11) 7885 6143 - ID 9 * 16420
Palestras para Empresas – Motive sua equipe - www.narcisomachado.com.br
Consultoria Presencial e Consultoria On Line (à distância).
Como melhorar o desempenho e obter melhores resultados nas empresas - www.ncm.com.br
Palestrante, Consultor e Coaching, criador da metodologia BPC Coaching, Business Performance Coaching. Palestras e cursos de vendas, Criatividade, Inovação, Liderança. Dinâmicas In Door e Out Door. www.narcisomachado.com.br - www.ncm.com.br - www.bpccoaching.com.br - www.foco-politico.blogspot.com.br
20140717
Potencial
Não há limite para o seu potencial.
Pois não há limite para o que você pode imaginar, e tudo o que você pode imaginar você pode trazer para sua vida.
Sim, existem obstáculos muito reais para que você tente.
E, de alguma forma ou de outra, você pode passar sobre cada um deles.
Quando você imagina limitações, elas até podem tornar-se reais.
Em vez disso, concentre sua imaginação sobre as possibilidades positivas, e concentre seus esforços em torná-las efetivamente reais.
Pense em todas as coisas que uma vez você considerava impossível, e que agora são rotineiras.
Sempre lembre que quando há uma razão boa o suficiente, há um caminho possível.
Em cada momento, você está fazendo progresso em uma direção ou outra.
Escolha usar esses momentos, como eles vêm, e concentre seus esforços para cumprir o grande potencial que esta a sua disposição.
Sinta o potencial único que é a sua vida e siga em frente.
Narciso Machado
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As datas e locais serão: 12/08 – Rio de Janeiro - 14/08 – Porto Alegre - 20/08 – Campinas - 26/08 – Belo Horizonte - 28/08 – São Paulo
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Pois não há limite para o que você pode imaginar, e tudo o que você pode imaginar você pode trazer para sua vida.
Sim, existem obstáculos muito reais para que você tente.
E, de alguma forma ou de outra, você pode passar sobre cada um deles.
Quando você imagina limitações, elas até podem tornar-se reais.
Em vez disso, concentre sua imaginação sobre as possibilidades positivas, e concentre seus esforços em torná-las efetivamente reais.
Pense em todas as coisas que uma vez você considerava impossível, e que agora são rotineiras.
Sempre lembre que quando há uma razão boa o suficiente, há um caminho possível.
Em cada momento, você está fazendo progresso em uma direção ou outra.
Escolha usar esses momentos, como eles vêm, e concentre seus esforços para cumprir o grande potencial que esta a sua disposição.
Sinta o potencial único que é a sua vida e siga em frente.
Narciso Machado
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20140716
Colegas tagarelas são a principal causa de perturbação no trabalho
Conversas frequentes são o principal fator de perturbação no ambiente corporativo, de acordo com uma pesquisa da consultoria de mobilidade de talentos Lee Hecht Harrison. Dos trabalhadores entrevistados, 45% citaram colegas tagarelas como a grande causa de distração e interrupção no trabalho.
A consultoria falou com 848 profissionais nos Estados Unidos em abril, perguntando “O que você considera que mais o distrai e interrompe no trabalho?”. Foram identificados:
Funcionários tagarelas: 45%
E-mails: 18%
Odores: 9%
Chamadas telefônicas: 8%
Barulho ambiente: 6%
A arquitetura do escritório: 5%
Tecnologia: 4%
Nada: 5%
“Somos criaturas sociais e nosso sucesso no trabalho depende de nossa habilidade em se comunicar”, diz Jim Greenway, vice-presidente executivo de marketing e efetividade de vendas da Lee Hecht Harrison. “Conversas no corredor ou pequenas paradas na mesa do colega para um bate-papo podem render grandes benefícios em termos de colaboração, gerando novas ideias, criando confiança e aumentando a produtividade. Contudo, muita conversa também pode ser um fator de distração, como apontou nossa pesquisa.”
De acordo com Greenaway, interrupções e distrações se desenvolvem quando um colega tagarela perde a capacidade de discernimento, não compreende os limites e não sabe interpretar a linguagem corporal. “Profissionais tagarelas em geral não fazem ideia de quão irritantes são para seus colegas. Eles simplesmente perdem a capacidade de reconhecer os sinais. Devemos prestar atenção às dicas do ambiente e às não verbais e estabelecer limites de respeito ao tempo de nossos colegas.”
Os sinais a que o vice-presidente executivo se refere incluem olhadelas no relógio e tamborilar os dedos impacientemente. “Lembre-se: deixe seu público querendo mais, e não buscando uma rota de fuga”, diz. Fonte Jornal Valor.
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20140715
FORMAÇÃO DE PALESTRANTES COM NARCISO MACHADO
Formação de palestrantes e gestão da carreira de palestrantes com Narciso Machado.
Este trabalho é diferenciado. Esta atividade não pode ser realizada na forma de palestra ou treinamento coletivo.
A atividade requer atendimento personalizado, de acordo com o perfil e estilo do palestrante.
A QUEM SE DESTINA ESTE TRABALHO
Poucos participantes. Narciso Machado trabalha com reuniões individuais ou com pequeno grupo de participantes.
Pelas características deste trabalho, essencialmente prático apresentado no formato de consultoria presencial, estamos selecionando os interessados que, realmente desejam agregar valor para sua formação e realizar o lançamento da carreira como palestrante.
Profissionais de áreas técnicas, empresários, executivos, desportistas e pessoas que desejam aprimorar suas habilidades para falar em público, desenvolver palestras e investir na carreira de palestrante.
Profissionais que desejam destacarem-se no mercado de palestras, antecipando etapas, absorvendo experiência e conhecimento.
Neste trabalho apresentamos três formas de execução dos serviços:
1- Formação do palestrante (postura pessoal e profissional), preparação, montagem, organização da palestra e acompanhamento em eventos;
2- Orientação na montagem e organização do material para palestras;
3- Gestão da carreira completa, composta pelas duas formas anteriores (1 e 2), mais assessoria completa exclusiva e diferenciada para formação do palestrante, base de sustentação da carreira e análise detalhada do mercado e oportunidades no ramo de palestras, eventos e promoções, vendas e marketing do palestrante e das palestras.
Cada uma das atividades tem valores próprios, a escolha depende da necessidade do interessado.
Invista em você. Agregue valor ao seu marketing pessoal, sendo reconhecido como profissional diferenciado e altamente qualificado.
Acelere sua carreira com Narciso Machado. Reconhecidamente um dos profissionais mais experientes e requisitados para eventos in company. Especialista em Road Show e Kick-off, palestras dinâmicas e transformacionais.
Neste trabalho Narciso estará passando sua experiência, capacitando profissionais que realmente desejam lançarem-se na carreira de palestrante.
Pelas características do trabalho, essencialmente prático direcionado para resultados imediatos, as reuniões serão individuais ou para pequenos grupos de participantes.
Este é o momento ideal para investir na sua carreira e expandir seu potencial como palestrante colhendo resultados imediatos.
Se você estiver interessado em investir na sua carreira, envie currículo resumido, com informações pessoais e profissionais para narciso@ncm.com.br, entraremos em contato com os interessados informando as condições para participação.
Narciso Machado - narciso@ncm.com.br - www.narcisomachado.com.br
Este trabalho é diferenciado. Esta atividade não pode ser realizada na forma de palestra ou treinamento coletivo.
A atividade requer atendimento personalizado, de acordo com o perfil e estilo do palestrante.
A QUEM SE DESTINA ESTE TRABALHO
Poucos participantes. Narciso Machado trabalha com reuniões individuais ou com pequeno grupo de participantes.
Pelas características deste trabalho, essencialmente prático apresentado no formato de consultoria presencial, estamos selecionando os interessados que, realmente desejam agregar valor para sua formação e realizar o lançamento da carreira como palestrante.
Profissionais de áreas técnicas, empresários, executivos, desportistas e pessoas que desejam aprimorar suas habilidades para falar em público, desenvolver palestras e investir na carreira de palestrante.
Profissionais que desejam destacarem-se no mercado de palestras, antecipando etapas, absorvendo experiência e conhecimento.
Neste trabalho apresentamos três formas de execução dos serviços:
1- Formação do palestrante (postura pessoal e profissional), preparação, montagem, organização da palestra e acompanhamento em eventos;
2- Orientação na montagem e organização do material para palestras;
3- Gestão da carreira completa, composta pelas duas formas anteriores (1 e 2), mais assessoria completa exclusiva e diferenciada para formação do palestrante, base de sustentação da carreira e análise detalhada do mercado e oportunidades no ramo de palestras, eventos e promoções, vendas e marketing do palestrante e das palestras.
Cada uma das atividades tem valores próprios, a escolha depende da necessidade do interessado.
Invista em você. Agregue valor ao seu marketing pessoal, sendo reconhecido como profissional diferenciado e altamente qualificado.
Acelere sua carreira com Narciso Machado. Reconhecidamente um dos profissionais mais experientes e requisitados para eventos in company. Especialista em Road Show e Kick-off, palestras dinâmicas e transformacionais.
Neste trabalho Narciso estará passando sua experiência, capacitando profissionais que realmente desejam lançarem-se na carreira de palestrante.
Pelas características do trabalho, essencialmente prático direcionado para resultados imediatos, as reuniões serão individuais ou para pequenos grupos de participantes.
Este é o momento ideal para investir na sua carreira e expandir seu potencial como palestrante colhendo resultados imediatos.
Se você estiver interessado em investir na sua carreira, envie currículo resumido, com informações pessoais e profissionais para narciso@ncm.com.br, entraremos em contato com os interessados informando as condições para participação.
Narciso Machado - narciso@ncm.com.br - www.narcisomachado.com.br
20140710
20140706
Hábitos das pessoas mais ricas no mundo
O que as pessoas mais ricas do mundo têm em comum?
Aqui estão seus principais hábitos, para inspirar você.
Um infográfico desenvolvido pela NowSourcing detalha algumas das qualidades e características compartilhadas pelos ricos (aquelas pessoas que realmente são ricas).
Se você quiser, por exemplo, seguir o exemplo de Bill Gates, precisa acordar cedo, fazer exercícios, ler mais (e cortar a TV) e ter uma lista diária de tarefas. Fonte http://www.entrepreneur.com
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Aqui estão seus principais hábitos, para inspirar você.
Um infográfico desenvolvido pela NowSourcing detalha algumas das qualidades e características compartilhadas pelos ricos (aquelas pessoas que realmente são ricas).
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20140703
Cuidado com seu perfil nas redes sociais
Recrutadores desistem de candidatos devido a redes sociais;
Você dirige bêbado ou costuma frequentar jantares com "acompanhantes"? Talvez seja mais prudente manter essas informações em caráter privado em vez de expô-las nas redes sociais.
Mais empregadores dos Estados Unidos estão buscando informações adicionais sobre potenciais candidatos em redes sociais — e eles não estão muito bem impressionados com o que têm visto. De acordo com uma pesquisa do site americano de recrutamento CareerBuilder, 51% dos empregadores do país que pesquisaram sobre profissionais nas mídias sociais desistiram do candidato devido a conteúdos relacionados a ele existentes na web. Essa porcentagem era de 43% no ano passado, e de 34% em 2012.
Quarenta e três por cento têm usado as redes sociais para pesquisar candidatos, ante 39% em 2013 e 36% em 2012. Além disso, 12% não o fazem atualmente, mas pretendem começar a utilizar esse recurso. A pesquisa foi feita pela empresa especializada Harris Poll com 2.138 gestores contratantes e profissionais de recursos humanos e 3.022 profissionais do setor privado.
Os recrutadores, porém, não se limitam às redes sociais: 45% usam ferramentas como o Google para prospectar potenciais candidatos, sendo que 20% disseram que as utilizam frequentemente ou sempre. Além disso, 12% analisam os posts e comentários dos candidatos em sites de opinião como Glassdoor.com e Yelp.com.
Mas, afinal, o que esses empregadores têm encontrado nas mídias sociais que faz com que desconsiderem os candidatos? As razões mais comuns incluem:
•O candidato postou informações ou fotografias provocativas ou inapropriadas: 46%
•Candidato postou informações sobre estar bebendo ou usando drogas: 41%
•Falou mal de ex-empregador: 36%
•Tem poucas habilidades de comunicação: 32%
•Fez comentários discriminatórios relacionados a raça, gênero, religião etc.: 28%
•Mentiu sobre qualificações: 25%
•Compartilhou informações confidenciais de ex-empregadores: 24%
•Esteve ligado a prática criminosa: 22%
•Adotou um apelido não profissional na rede: 21%
•Mentiu sobre uma ausência: 13%
Por outro lado, um terço (33%) dos empregadores disseram haver encontrado conteúdo na internet que os deixou mais propensos a contratar o candidato. Mais que isso, 23% acharam informações que diretamente os levaram à contratação, percentual que era de 19% no ano passado.
Algumas das razões mais comuns que motivaram a aprovação do profissional com base em suas redes sociais foram:
•Recrutador teve boa percepção da personalidade do candidato, podendo detectar se ele estava alinhado à cultura da empresa: 46%
•Informações do histórico do candidato sustentavam suas qualificações profissionais para a vaga: 45%
•Site do candidato passava uma imagem profissional: 43%
•Perfil do candidato era abrangente e mostrava um amplo raio de interesses: 40%
•Candidato tinha boas habilidades de comunicação: 40%
•Candidato era criativo: 36%
•Candidato havia recebido prêmios ou menções honrosas: 31%
•Outras pessoas haviam postado boas referências sobre o candidato: 30%
•Candidato havia interagido com os perfis da empresa do recrutador nas mídias sociais: 24%
•Candidato tinha um grande número de seguidores: 14%
Os empregadores também revelaram as coisas mais estranhas que descobriram sobre candidatos e mesmo seus empregados nos perfis das mídias sociais. Entre elas, foram citadas:
•Perfil do candidato incluía links para um serviço de acompanhante
•Candidato postou foto de ordem para sua prisão
•Candidato postou um vídeo de exercícios para idosas
•Candidato havia processado sua mulher por lhe ter dado um tiro na cabeça
•Candidato disse que um porco era seu melhor amigo
•Postou os resultados de seu exame odontológico
•Gabou-se de ter dirigido bêbado sem ter sido pego em diversas ocasiões
•Esteve efetivamente envolvido em um culto satânico
•Postou fotos que havia tirado do Pé-Grande
Muitos profissionais e recrutadores têm tomado medidas para proteger sua privacidade e evitar superexposição diante de possíveis empregadores. Quase metade (47%) dos trabalhadores apenas dividem seus posts com a família e os amigos, 41% mantêm seu perfil em modo privado e 18% separam o perfil profissional do pessoal. Vinte e oito por cento dos trabalhadores disseram não utilizar mídias sociais. Fonte Jornal Valor.
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Mais empregadores dos Estados Unidos estão buscando informações adicionais sobre potenciais candidatos em redes sociais — e eles não estão muito bem impressionados com o que têm visto. De acordo com uma pesquisa do site americano de recrutamento CareerBuilder, 51% dos empregadores do país que pesquisaram sobre profissionais nas mídias sociais desistiram do candidato devido a conteúdos relacionados a ele existentes na web. Essa porcentagem era de 43% no ano passado, e de 34% em 2012.
Quarenta e três por cento têm usado as redes sociais para pesquisar candidatos, ante 39% em 2013 e 36% em 2012. Além disso, 12% não o fazem atualmente, mas pretendem começar a utilizar esse recurso. A pesquisa foi feita pela empresa especializada Harris Poll com 2.138 gestores contratantes e profissionais de recursos humanos e 3.022 profissionais do setor privado.
Os recrutadores, porém, não se limitam às redes sociais: 45% usam ferramentas como o Google para prospectar potenciais candidatos, sendo que 20% disseram que as utilizam frequentemente ou sempre. Além disso, 12% analisam os posts e comentários dos candidatos em sites de opinião como Glassdoor.com e Yelp.com.
Mas, afinal, o que esses empregadores têm encontrado nas mídias sociais que faz com que desconsiderem os candidatos? As razões mais comuns incluem:
•O candidato postou informações ou fotografias provocativas ou inapropriadas: 46%
•Candidato postou informações sobre estar bebendo ou usando drogas: 41%
•Falou mal de ex-empregador: 36%
•Tem poucas habilidades de comunicação: 32%
•Fez comentários discriminatórios relacionados a raça, gênero, religião etc.: 28%
•Mentiu sobre qualificações: 25%
•Compartilhou informações confidenciais de ex-empregadores: 24%
•Esteve ligado a prática criminosa: 22%
•Adotou um apelido não profissional na rede: 21%
•Mentiu sobre uma ausência: 13%
Por outro lado, um terço (33%) dos empregadores disseram haver encontrado conteúdo na internet que os deixou mais propensos a contratar o candidato. Mais que isso, 23% acharam informações que diretamente os levaram à contratação, percentual que era de 19% no ano passado.
Algumas das razões mais comuns que motivaram a aprovação do profissional com base em suas redes sociais foram:
•Recrutador teve boa percepção da personalidade do candidato, podendo detectar se ele estava alinhado à cultura da empresa: 46%
•Informações do histórico do candidato sustentavam suas qualificações profissionais para a vaga: 45%
•Site do candidato passava uma imagem profissional: 43%
•Perfil do candidato era abrangente e mostrava um amplo raio de interesses: 40%
•Candidato tinha boas habilidades de comunicação: 40%
•Candidato era criativo: 36%
•Candidato havia recebido prêmios ou menções honrosas: 31%
•Outras pessoas haviam postado boas referências sobre o candidato: 30%
•Candidato havia interagido com os perfis da empresa do recrutador nas mídias sociais: 24%
•Candidato tinha um grande número de seguidores: 14%
Os empregadores também revelaram as coisas mais estranhas que descobriram sobre candidatos e mesmo seus empregados nos perfis das mídias sociais. Entre elas, foram citadas:
•Perfil do candidato incluía links para um serviço de acompanhante
•Candidato postou foto de ordem para sua prisão
•Candidato postou um vídeo de exercícios para idosas
•Candidato havia processado sua mulher por lhe ter dado um tiro na cabeça
•Candidato disse que um porco era seu melhor amigo
•Postou os resultados de seu exame odontológico
•Gabou-se de ter dirigido bêbado sem ter sido pego em diversas ocasiões
•Esteve efetivamente envolvido em um culto satânico
•Postou fotos que havia tirado do Pé-Grande
Muitos profissionais e recrutadores têm tomado medidas para proteger sua privacidade e evitar superexposição diante de possíveis empregadores. Quase metade (47%) dos trabalhadores apenas dividem seus posts com a família e os amigos, 41% mantêm seu perfil em modo privado e 18% separam o perfil profissional do pessoal. Vinte e oito por cento dos trabalhadores disseram não utilizar mídias sociais. Fonte Jornal Valor.
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Como calar aquele tagarela do escritório
O bate papo ininterrupto entre pessoas no escritório é uma fonte de tensão em muitos locais de trabalho.
Muitos contam os mínimos detalhes de suas façanhas românticas, brigas conjugais, problemas financeiros, cirurgias recentes ou os últimos disparates de suas sogras, quer os colegas mostrem interesse ou não.
Esquivar-se desses colegas de escritório que compartilham sua vida em excesso pode ser um desafio difícil. Eles são como um livro aberto, mas na versão "audiobook".
Amelia Blanquera foi perturbada durante meses por um colega de trabalho que queria falar sobre seus problemas familiares, namoro e experimentos com novos estilos de ioga. Ela tentou desencorajá-lo mudando-se para uma mesa no centro do escritório para dificultar as conversas. Ela também passou a usar fones de ouvido, que colocava assim que ele aparecia em sua mesa. "Eu estou tentando trabalhar", dizia Blanquera, que é procuradora da cidade de Nova York e escritora.
A gota d'água foi quando o colega quis mostrar um livro de ioga tântrica e ela disse rispidamente: "Eu não tenho tempo". Eles acabaram negociando um acordo para ele parar de interrompê-la tanto. "Ele precisava de um terapeuta, um bom amigo ou uma companheira, o que acabou conseguindo" quando começou a namorar alguém fora do escritório, diz a procuradora.
Mais de três a cada cinco funcionários afirmam que eles têm pelo menos um colega de trabalho que se excede no compartilhamento de sua vida pessoal uma vez por semana ou mais, de acordo com uma pesquisa entre 514 funcionários de empresas feito pela SurveyMonkey Audience.
Aqueles que falam em excesso acabam perturbando os colegas e arriscam não apenas prejudicar suas próprias carreiras como as de outros. Para intervir, é necessário elegância, porque muitos desses "tagarelas" são frágeis e desprovidos de traquejo social. Muitos precisam de feedback direto e explícito para que reconheçam as necessidades emocionais ou desejos que os levam a falar em excesso.
Uma advogada de um escritório especializado em mediação de divórcios na Califórnia não percebia como suas conversas ininterruptas sobre seus problemas com o marido estavam afetando os colegas. A advogada estava "usando o escritório para desabafar, processar e tentar encontrar soluções" para seus problemas, e os colegas estavam se queixando, diz Nancy Fagan, proprietária do escritório.
Fagan chamou a advogada, assegurou-a que seu emprego não estava em perigo e a instruiu a parar de usar o ambiente de trabalho para resolver seus problemas. Ela também recomendou que a advogada procurasse um terapeuta e a conversa incessante teve fim.
Certos excessos estão vinculados a atributos que são úteis no trabalho. Billy Bauer adora se gabar dos dólares obtidos em suas vendas mais recentes como diretor de marketing da fabricante de produtos de couro Royce Leather, de New Jersey. Recentemente, ele anunciou para os colegas que vendeu US$ 40.000 em uma semana, e poucos meses antes havia se vangloriado de ter atingido a marca de US$ 1 milhão pelo segundo ano consecutivo.
Andrew Royce Bauer, irmão de Billy, é o diretor-presidente da empresa e diz que nunca recebeu queixas dos colegas, mas se preocupa com os exageros do irmão, que podem deixar os funcionários desconfortáveis.
Já Billy acredita que seus anúncios frequentes são parte da mesma personalidade extrovertida que o torna um vendedor de sucesso.
Os gestores andam na corda bamba tentando reduzir a falação indesejável no escritório numa era em que conversas francas estão em voga. Matthew Reischer quer criar uma atmosfera familiar em sua jovem empresa de serviços jurídicos, a LegalAdvice.com. Mas ele não aprova quando os empregados compartilham as histórias acumuladas em noites passadas bebendo e socializando com os colegas em um bar próximo. Reischer não se importa se a histórias são um intercâmbio entre duas pessoas, "mas os limites são diferentes no ambiente coletivo de trabalho", diz ele, que já pediu a dois funcionários que tenham um pouco mais de controle.
Conversas pessoais caem bem quando são relevantes para as tarefas que estão sendo executadas e têm o objetivo de fortalecer a equipe, em vez de atrair a atenção para alguém. Lisa Rosh, professora assistente de administração da Universidade Yeshiva, de Nova York, lembra de uma executiva do setor hospitalar tentando acalmar os empregados que estavam preocupados com a possibilidade de perder o emprego em uma reorganização planejada. A executiva contou a eles detalhes de como havia sido demitida no passado, acrescentando que esperava cortar custos sem demissões. Convencidos de que ela entendia seus medos, os funcionários se acalmaram, diz ela.
Muitos tagarelas não respeitam essas regras. Alguns são egoístas e narcisistas e "acham que você quer saber todos os detalhes de suas vidas", diz Alain Hilfer, diretor de psicologia do Centro Médico Maimonides, em Nova York. Narcisistas falam sobre eventos relevantes ou triviais como se eles tivessem a mesma importância e dando o mesmo peso para "Minha mãe morreu na semana passada" e "Comi frango ontem à noite e foi o melhor da minha vida", diz ele.
A ansiedade leva algumas pessoas a dizer a primeira coisa que lhes vem à cabeça, diz Aimee Cohen, uma consultora de carreira de Denver e autora de "Woman Up", um livro que dá dicas de como as mulheres podem superar obstáculos inconscientes para atingir o sucesso. As mulheres, em particular, tendem a "se concentrar naquilo que as fazem se sentir mal", diz Cohen.
Ela aconselha clientes a falar sobre si mesmos em termos positivos. Ela também sugere evitar certos tópicos como salário, sexo, drogas, álcool, problemas médicos, relacionamentos dramáticos ou visões negativas sobre o chefe, colegas de trabalho, clientes ou empresas.
Para reduzir a falação dos colegas, evite julgar ou rotular. Em vez disso, descreva o impacto que o excesso de compartilhamento tem sobre você, de forma direta e honesta, diz Rosh. Fonte The Wall Street Journal.
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Muitos contam os mínimos detalhes de suas façanhas românticas, brigas conjugais, problemas financeiros, cirurgias recentes ou os últimos disparates de suas sogras, quer os colegas mostrem interesse ou não.
Esquivar-se desses colegas de escritório que compartilham sua vida em excesso pode ser um desafio difícil. Eles são como um livro aberto, mas na versão "audiobook".
Amelia Blanquera foi perturbada durante meses por um colega de trabalho que queria falar sobre seus problemas familiares, namoro e experimentos com novos estilos de ioga. Ela tentou desencorajá-lo mudando-se para uma mesa no centro do escritório para dificultar as conversas. Ela também passou a usar fones de ouvido, que colocava assim que ele aparecia em sua mesa. "Eu estou tentando trabalhar", dizia Blanquera, que é procuradora da cidade de Nova York e escritora.
A gota d'água foi quando o colega quis mostrar um livro de ioga tântrica e ela disse rispidamente: "Eu não tenho tempo". Eles acabaram negociando um acordo para ele parar de interrompê-la tanto. "Ele precisava de um terapeuta, um bom amigo ou uma companheira, o que acabou conseguindo" quando começou a namorar alguém fora do escritório, diz a procuradora.
Mais de três a cada cinco funcionários afirmam que eles têm pelo menos um colega de trabalho que se excede no compartilhamento de sua vida pessoal uma vez por semana ou mais, de acordo com uma pesquisa entre 514 funcionários de empresas feito pela SurveyMonkey Audience.
Aqueles que falam em excesso acabam perturbando os colegas e arriscam não apenas prejudicar suas próprias carreiras como as de outros. Para intervir, é necessário elegância, porque muitos desses "tagarelas" são frágeis e desprovidos de traquejo social. Muitos precisam de feedback direto e explícito para que reconheçam as necessidades emocionais ou desejos que os levam a falar em excesso.
Uma advogada de um escritório especializado em mediação de divórcios na Califórnia não percebia como suas conversas ininterruptas sobre seus problemas com o marido estavam afetando os colegas. A advogada estava "usando o escritório para desabafar, processar e tentar encontrar soluções" para seus problemas, e os colegas estavam se queixando, diz Nancy Fagan, proprietária do escritório.
Fagan chamou a advogada, assegurou-a que seu emprego não estava em perigo e a instruiu a parar de usar o ambiente de trabalho para resolver seus problemas. Ela também recomendou que a advogada procurasse um terapeuta e a conversa incessante teve fim.
Certos excessos estão vinculados a atributos que são úteis no trabalho. Billy Bauer adora se gabar dos dólares obtidos em suas vendas mais recentes como diretor de marketing da fabricante de produtos de couro Royce Leather, de New Jersey. Recentemente, ele anunciou para os colegas que vendeu US$ 40.000 em uma semana, e poucos meses antes havia se vangloriado de ter atingido a marca de US$ 1 milhão pelo segundo ano consecutivo.
Andrew Royce Bauer, irmão de Billy, é o diretor-presidente da empresa e diz que nunca recebeu queixas dos colegas, mas se preocupa com os exageros do irmão, que podem deixar os funcionários desconfortáveis.
Já Billy acredita que seus anúncios frequentes são parte da mesma personalidade extrovertida que o torna um vendedor de sucesso.
Os gestores andam na corda bamba tentando reduzir a falação indesejável no escritório numa era em que conversas francas estão em voga. Matthew Reischer quer criar uma atmosfera familiar em sua jovem empresa de serviços jurídicos, a LegalAdvice.com. Mas ele não aprova quando os empregados compartilham as histórias acumuladas em noites passadas bebendo e socializando com os colegas em um bar próximo. Reischer não se importa se a histórias são um intercâmbio entre duas pessoas, "mas os limites são diferentes no ambiente coletivo de trabalho", diz ele, que já pediu a dois funcionários que tenham um pouco mais de controle.
Conversas pessoais caem bem quando são relevantes para as tarefas que estão sendo executadas e têm o objetivo de fortalecer a equipe, em vez de atrair a atenção para alguém. Lisa Rosh, professora assistente de administração da Universidade Yeshiva, de Nova York, lembra de uma executiva do setor hospitalar tentando acalmar os empregados que estavam preocupados com a possibilidade de perder o emprego em uma reorganização planejada. A executiva contou a eles detalhes de como havia sido demitida no passado, acrescentando que esperava cortar custos sem demissões. Convencidos de que ela entendia seus medos, os funcionários se acalmaram, diz ela.
Muitos tagarelas não respeitam essas regras. Alguns são egoístas e narcisistas e "acham que você quer saber todos os detalhes de suas vidas", diz Alain Hilfer, diretor de psicologia do Centro Médico Maimonides, em Nova York. Narcisistas falam sobre eventos relevantes ou triviais como se eles tivessem a mesma importância e dando o mesmo peso para "Minha mãe morreu na semana passada" e "Comi frango ontem à noite e foi o melhor da minha vida", diz ele.
A ansiedade leva algumas pessoas a dizer a primeira coisa que lhes vem à cabeça, diz Aimee Cohen, uma consultora de carreira de Denver e autora de "Woman Up", um livro que dá dicas de como as mulheres podem superar obstáculos inconscientes para atingir o sucesso. As mulheres, em particular, tendem a "se concentrar naquilo que as fazem se sentir mal", diz Cohen.
Ela aconselha clientes a falar sobre si mesmos em termos positivos. Ela também sugere evitar certos tópicos como salário, sexo, drogas, álcool, problemas médicos, relacionamentos dramáticos ou visões negativas sobre o chefe, colegas de trabalho, clientes ou empresas.
Para reduzir a falação dos colegas, evite julgar ou rotular. Em vez disso, descreva o impacto que o excesso de compartilhamento tem sobre você, de forma direta e honesta, diz Rosh. Fonte The Wall Street Journal.
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20140701
Assuma as dificuldades
Aceite as dificuldades elas são a essência que impulsionam você.
Você já pensou que talvez suas dificuldades vem para você exatamente porque você precisa delas.
Por causa delas você e forçado a aprender mais.
Por causa delas você é obrigado a fazer mais esforço para crescer.
Imagine o que aconteceria se você pudesse olhar para seus problemas não como uma espécie de punição, mas sim como uma forma potente de entusiasmo e energia.
Concordo que em algumas situações é difícil, mas você não deve se ressentir de suas dificuldades. Por quê? Ressentindo seus problemas só os tornam mais preocupantes.
Eles só levam você ainda mais para baixo.
Por outro lado, encontrar uma maneira de enfrentar os problemas irá ajudá-lo a tornar-se uma força positiva na sua vida.
Uma coisa é absolutamente certa, ninguém vive sem ter alguma forma de problema.
Não importa a condição social ou financeira, sempre haverá algum problema.
Saber aprender com as dificuldades e enfrentar desafios, isso torna as pessoas verdadeiramente especiais.
Encontre uma maneira de assumir as suas dificuldades e a realidade da sua vida irá refletir um foco positivo e fortalecedor.
Narciso Machado
OBS: Nas sessões de coaching recebo muitas consultas de pessoas com dúvidas, referente a mudanças e transição de carreira. Profissionais e empresários enfrentando novos desafios.
Esta é uma situação que tende a aumentar cada vez mais, devido à velocidade das mudanças no mundo moderno. Neste trabalho proporciono, de forma criteriosa, o reposicionamento a partir das competências que melhor se enquadram nas atividades num mundo cheio de novas oportunidades. Ou seja, preparar e reciclar pessoas, esta é minha missão.
Orientar e estar presente nos estágios importantes, apoiando, encorajando, corrigindo, fornecendo informação, através de assessoria individual, com abordagem prática, ajudar na elaboração de ações para mudanças e conquistas, superando barreiras e almejando o futuro.
PARA EMPRESAS E PROFISSIONAIS DA ÀREA COMERCIAL:
Baixe grátis, no seu celular ou tablet, o aplicativo apps GESTÃO DE VENDAS para conhecer a metodologia NCM para vender, negociar, fechar negócios e reter clientes.
narciso@ncm.com.br
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(19) 3886 1103 - (19) 9 9111 3492
(11) 7885 6143 - ID 9 * 16420
Palestras para Empresas – Motive sua equipe - www.narcisomachado.com.br
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Como melhorar o desempenho e obter resultados excepcionais nas empresas - www.ncm.com.br
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Concordo que em algumas situações é difícil, mas você não deve se ressentir de suas dificuldades. Por quê? Ressentindo seus problemas só os tornam mais preocupantes.
Eles só levam você ainda mais para baixo.
Por outro lado, encontrar uma maneira de enfrentar os problemas irá ajudá-lo a tornar-se uma força positiva na sua vida.
Uma coisa é absolutamente certa, ninguém vive sem ter alguma forma de problema.
Não importa a condição social ou financeira, sempre haverá algum problema.
Saber aprender com as dificuldades e enfrentar desafios, isso torna as pessoas verdadeiramente especiais.
Encontre uma maneira de assumir as suas dificuldades e a realidade da sua vida irá refletir um foco positivo e fortalecedor.
Narciso Machado
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Esta é uma situação que tende a aumentar cada vez mais, devido à velocidade das mudanças no mundo moderno. Neste trabalho proporciono, de forma criteriosa, o reposicionamento a partir das competências que melhor se enquadram nas atividades num mundo cheio de novas oportunidades. Ou seja, preparar e reciclar pessoas, esta é minha missão.
Orientar e estar presente nos estágios importantes, apoiando, encorajando, corrigindo, fornecendo informação, através de assessoria individual, com abordagem prática, ajudar na elaboração de ações para mudanças e conquistas, superando barreiras e almejando o futuro.
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20140619
Estudo revela os atletas mais “vendáveis”
Pesquisa aponta Cristiano Ronaldo com marca mais forte; Neymar é 7º
Melhor jogador do mundo em 2013, artilheiro e campeão da Liga dos Campeões e classificado para a Copa do Mundo deste ano. Além de todos os seus méritos esportivos, Cristiano Ronaldo também tem o que comemorar fora dos campos. De acordo com uma pesquisa da Repucom, valendo-se da ferramenta Celebrity DBI (Davie-Brown Index), que mensura a percepção do público sobre um astro, o português é o jogador de futebol mais “vendável” para marcas.
De acordo com a pesquisa, Ronaldo tem a marca mais forte do futebol, à frente de Lionel Messi e Gerard Piqué, que completam o pódio (veja ranking abaixo). O luso garantiu 83,87% de reconhecimento global e, em mercados como Itália, Espanha e Argentina, 95%. Em relação a ser um trendsetter – ditador de tendências dentro do esporte –, o camisa 7 do Real Madrid tem 82,45% de reconhecimento. Tais dados o deram um “score” de 79,49 na escala DBI.
Tido como a maior transferência da história do futebol (uma vez que as cifras da compra de seu colega de equipe Gareth Bale nunca foram confirmadas), Cristiano Ronaldo faz ótimo uso deste seu potencial de marketing. Ele acumula patrocinadores como Emporio Armani, Herbalife, KFC, Samsung, Emirates Airlines e Nike, esta última tem uma linha de produtos dedicadas a CR7 e pagaria ao astro US$ 9,5 milhões de dólares ao ano. “Ronaldo é o sonho de qualquer patrocinador. Além do valor para sua equipe, ele é muito importante para as marcas que o apoiam. O seu poder comercial é reforçado nas mídias digitais, já que ele tem 82 milhões de fãs no Facebook e 26 milhões de seguidores no Twitter”, afirmou Paul Smith, fundador e CEO da Repucom.
Em segundo lugar aparece o rival Messi, que além de concorrer com Cristiano Ronaldo dentro de campo, também vê seus patrocinadores em disputa direta com os do luso, casos de Adidas, Turkish Airlines e Dolce & Gabbana. Atleta mais bem pago do mundo (salário de US$ 27,5 milhões por ano), o argentino teve 75,87 pontos DBI, com 76,07% de global awareness. Completa o pódio o espanhol Gerard Piqué, com 62,8 pontos DBI e 58,09% de awareness global. O defensor é impulsionado também pelo “fator Shakira”, uma vez que o fato de ser casado com uma grande cantora pop também joga a favor de sua reputação com as marcas.
Entre os 10 atletas com marca mais poderosa e maior repercussão do futebol, sete são atacantes (além de Messi e Cristiano Ronaldo, Ibrahimovic, Henry, Fernando Torres, Rooney, Neymar). Há apenas um meio-campista (Iniesta), um zagueiro (Piqué) e um goleiro (Casillas), todos espanhóis.
Neymar é o único brasileiro na listagem
A atual campeã da Copa do Mundo tem quatro representantes na lista, enquanto Portugal, Argentina, Suécia, Inglaterra, França e
Brasil têm apenas um cada. Seis desses astros atuam no Campeonato Espanhol – mais especificamente em Real Madrid e Barcelona.
Dois estão em times ingleses, enquanto França e Estados Unidos abrigam um cada. Dois dos atletas com marca mais poderosa não virão ao Brasil: Ibrahimovic, já que sua Suécia não se classificou; e Henry, já veterano e afastado da seleção francesa – mas ainda assim ativo para seus patrocinadores.
Em relação a empresas de material esportivo, a Nike está na frente: seis destes atletas possuem contrato com a marca americana, contra três da Adidas e um da Puma. “Patrocínios a jogadores de futebol têm uma maneira poderosa de criar conexão emocional com as marcas. A estrela pode não apenas aumentar o brand awareness, mas criar uma conversa sobre os produtos e aparecer em momentos cruciais para o sucesso da companhia”, disse Paul Smith.
O sistema Davie-Brown Index foi criado pela The Marketing Arm, agência de promoção do grupo Omnicom que recentemente se aliou à Repucom. A pesquisa levou em consideração percepções de um público entre 16 e 69 anos em 13 países, o que representa um montante de 1,5 bilhão de pessoas.
Brasileiro: Neymar está na sétima colocação do estudo, com 59,36 pontos DBI e 53,33% de global awareness, além de aproximadamente 22 milhões de fãs no Facebook e 11 milhões de seguidores no Twitter. O atleta é o único brasileiro no ranking e o atleta mais jovem da lista (22 anos), e como se transferiu para o Barcelona apenas na última temporada, sua marca ainda carece de internacionalização – fator que já está sendo fortemente trabalhado. Segundo o estudo, o contrato de Neymar com a Nike gira em torno de US$ 7 milhões anuais e é válido por mais 11 anos.
Os próximos passos da parceria entre a marca e o atacante são promissores: o modelo de chuteiras Hypervenom, que substituiu a tradicional Total 90 no portfólio da empresa americana, foi feito especialmente para o brasileiro, maior embaixador desta linha. Neymar ainda tem contrato com 10 outros patrocinadores, tais como Red Bull, Panasonic, Claro, Tenys Pé, Lupo, Guaraná Antarctica, Unilever, Volkswagen, Santander e Baterias Heliar.
Consultoria para agilizar resultados nas empresas - www.ncm.com.br
Melhor jogador do mundo em 2013, artilheiro e campeão da Liga dos Campeões e classificado para a Copa do Mundo deste ano. Além de todos os seus méritos esportivos, Cristiano Ronaldo também tem o que comemorar fora dos campos. De acordo com uma pesquisa da Repucom, valendo-se da ferramenta Celebrity DBI (Davie-Brown Index), que mensura a percepção do público sobre um astro, o português é o jogador de futebol mais “vendável” para marcas.
De acordo com a pesquisa, Ronaldo tem a marca mais forte do futebol, à frente de Lionel Messi e Gerard Piqué, que completam o pódio (veja ranking abaixo). O luso garantiu 83,87% de reconhecimento global e, em mercados como Itália, Espanha e Argentina, 95%. Em relação a ser um trendsetter – ditador de tendências dentro do esporte –, o camisa 7 do Real Madrid tem 82,45% de reconhecimento. Tais dados o deram um “score” de 79,49 na escala DBI.
Tido como a maior transferência da história do futebol (uma vez que as cifras da compra de seu colega de equipe Gareth Bale nunca foram confirmadas), Cristiano Ronaldo faz ótimo uso deste seu potencial de marketing. Ele acumula patrocinadores como Emporio Armani, Herbalife, KFC, Samsung, Emirates Airlines e Nike, esta última tem uma linha de produtos dedicadas a CR7 e pagaria ao astro US$ 9,5 milhões de dólares ao ano. “Ronaldo é o sonho de qualquer patrocinador. Além do valor para sua equipe, ele é muito importante para as marcas que o apoiam. O seu poder comercial é reforçado nas mídias digitais, já que ele tem 82 milhões de fãs no Facebook e 26 milhões de seguidores no Twitter”, afirmou Paul Smith, fundador e CEO da Repucom.
Em segundo lugar aparece o rival Messi, que além de concorrer com Cristiano Ronaldo dentro de campo, também vê seus patrocinadores em disputa direta com os do luso, casos de Adidas, Turkish Airlines e Dolce & Gabbana. Atleta mais bem pago do mundo (salário de US$ 27,5 milhões por ano), o argentino teve 75,87 pontos DBI, com 76,07% de global awareness. Completa o pódio o espanhol Gerard Piqué, com 62,8 pontos DBI e 58,09% de awareness global. O defensor é impulsionado também pelo “fator Shakira”, uma vez que o fato de ser casado com uma grande cantora pop também joga a favor de sua reputação com as marcas.
Entre os 10 atletas com marca mais poderosa e maior repercussão do futebol, sete são atacantes (além de Messi e Cristiano Ronaldo, Ibrahimovic, Henry, Fernando Torres, Rooney, Neymar). Há apenas um meio-campista (Iniesta), um zagueiro (Piqué) e um goleiro (Casillas), todos espanhóis.
Neymar é o único brasileiro na listagem
A atual campeã da Copa do Mundo tem quatro representantes na lista, enquanto Portugal, Argentina, Suécia, Inglaterra, França e
Brasil têm apenas um cada. Seis desses astros atuam no Campeonato Espanhol – mais especificamente em Real Madrid e Barcelona.
Dois estão em times ingleses, enquanto França e Estados Unidos abrigam um cada. Dois dos atletas com marca mais poderosa não virão ao Brasil: Ibrahimovic, já que sua Suécia não se classificou; e Henry, já veterano e afastado da seleção francesa – mas ainda assim ativo para seus patrocinadores.
Em relação a empresas de material esportivo, a Nike está na frente: seis destes atletas possuem contrato com a marca americana, contra três da Adidas e um da Puma. “Patrocínios a jogadores de futebol têm uma maneira poderosa de criar conexão emocional com as marcas. A estrela pode não apenas aumentar o brand awareness, mas criar uma conversa sobre os produtos e aparecer em momentos cruciais para o sucesso da companhia”, disse Paul Smith.
O sistema Davie-Brown Index foi criado pela The Marketing Arm, agência de promoção do grupo Omnicom que recentemente se aliou à Repucom. A pesquisa levou em consideração percepções de um público entre 16 e 69 anos em 13 países, o que representa um montante de 1,5 bilhão de pessoas.
Brasileiro: Neymar está na sétima colocação do estudo, com 59,36 pontos DBI e 53,33% de global awareness, além de aproximadamente 22 milhões de fãs no Facebook e 11 milhões de seguidores no Twitter. O atleta é o único brasileiro no ranking e o atleta mais jovem da lista (22 anos), e como se transferiu para o Barcelona apenas na última temporada, sua marca ainda carece de internacionalização – fator que já está sendo fortemente trabalhado. Segundo o estudo, o contrato de Neymar com a Nike gira em torno de US$ 7 milhões anuais e é válido por mais 11 anos.
Os próximos passos da parceria entre a marca e o atacante são promissores: o modelo de chuteiras Hypervenom, que substituiu a tradicional Total 90 no portfólio da empresa americana, foi feito especialmente para o brasileiro, maior embaixador desta linha. Neymar ainda tem contrato com 10 outros patrocinadores, tais como Red Bull, Panasonic, Claro, Tenys Pé, Lupo, Guaraná Antarctica, Unilever, Volkswagen, Santander e Baterias Heliar.
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20140604
Alta tecnologia muda hábitos até no vaso sanitário
O vaso sanitário inteligente Washlet, da Toto, é exibido no museu da empresa no Japão, ao lado de vasos antigos.
Como os iPhones, os vasos sanitários cheios de aplicativos são objetos de desejo no Japão. A tampa levanta automaticamente. O assento aquece. Jatos de água instalados no seu interior fazem a limpeza necessária. Alguns podem até ser sincronizados com o smartphone do usuário via bluetooth para tocar sua música favorita nos alto-falantes embutidos do vaso.
Cerca de 75% dos lares japoneses já possuem esses vasos sanitários, a maioria deles feita por duas companhias: a Toto Ltd., a maior produtora japonesa, e a Lixil Corp., onde Yoshiaki Fujimori é diretor-presidente.
O executivo vai lançar agora esses produtos nos Estados Unidos. A Lixil está incluindo os vasos com "bidês internos" ao catálogo da American Standard Brands, empresa que adquiriu em 2013 por US$ 542 milhões. Poucas pessoas precisavam de um smartphone antes do iPhone da Apple lançá-lo. O mesmo acontecerá com os novos vasos sanitários inteligentes da American Standard, diz Fujimori.
A Toto e a Kohler, fabricante americana de acessórios para banheiro, vendem há vários anos o que chamam de bacia sanitária com funções de bidê nos EUA. Além dos banheiros de celebridades de Hollywood, no entanto, o produto ainda não conquistou espaço em muitas residências. O seu preço pode chegar a mais de US$ 5.000, mais de dez vezes o de um modelo convencional.
Em 2011, durante participação no programa da apresentadora de TV americana Oprah Winfrey, a atriz Whoopi Goldberg chamou seu Washlet, um assento eletrônico que se encaixa na maioria das bacias sanitárias convencionais, fabricado pela Toto, de "a maior invenção da face da terra".
Lançada em 1980 no Japão, a linha Washlet fez da Toto uma pioneira em dispositivos inteligentes. Ela está nos EUA desde 1993. Diferentemente da Lixil, a Toto quer crescer organicamente, sem aquisições, promovendo sua própria marca.
"Claro que a geração de lucros é importante, mas acreditamos que ter raízes em um país e contribuir com a indústria local de vasos sanitários [são objetivos que] devem vir primeiro", diz Soichi Abe, gerente geral dos negócios internacionais da Toto, em entrevista ao The Wall Street Journal na sede da empresa, em Kokura, cidade na ilha japonesa de Kyushu.
A Toto não informou detalhes sobre as vendas dos Washlets nos EUA, mas afirmou que estão crescendo duas vezes mais rápido que o setor de vasos sanitários em geral. A empresa de pesquisas Freedonia Group espera que as vendas de acessórios para banheiro nos EUA, incluindo bacias sanitárias, cresçam 6% por ano até 2017, para US$ 12 bilhões.
No Brasil, o mercado de vasos sanitários inteligentes ainda é insipiente e concentrado em residências e hotéis de alto luxo. Mas a expectativa é de crescimento. A Toto Brasil, subsidiária da empresa japonesa, que está no país desde 2011, informa que 25% de seu faturamento vêm das vendas de sanitários inteligentes. O carro-chefe é o assento Washlet, que custa cerca de R$ 3.000 e é responsável por 80% das vendas. O hotel Emiliano, em São Paulo, e a Casa de Caras, em Itapema, Santa Catarina, possuem este item de luxo em seus banheiros. Segundo um porta-voz da Toto Brasil, os seis camarotes VIP da Arena Corinthians, o Itaquerão, também contam com Washlets.
O sanitário completo, da linha Neorest, que além dos dispositivos de limpeza também conta com sensores que permitem a abertura da tampa e descargas automáticas, tem um preço mais alto, em torno de R$ 20.000. O banheiro da sala do conselho de administração do Banco Itaú possui um Neorest, assim como a casa da apresentadora de TV Ana Maria Braga e a mansão do magnata da comunicação Roberto Irineu Marinho, no bairro do Cosme Velho, no Rio de Janeiro, segundo a Toto Brasil.
As vendas brasileiras do Washlet aumentaram 25% desde 2012 e as do Neorest, 15%, crescimento suficiente para o Brasil ser o único país da América Latina a ter uma subsidiária independente. Os demais países da região são atendidos pelo Departamento de Vendas da Toto EUA. Na esteira do crescimento dos imóveis de alto padrão, o consumidor residencial já representa perto de 90% das vendas da Toto no país. "Estamos presentes no mundo corporativo e na hotelaria de luxo, mas a maior parte das nossas vendas é para residências de classe alta", disse o porta-voz.
Também focada em residências de alto luxo, a americana Heaven Spas, há dois anos no Brasil, vende um produto de menor custo (em torno de R$ 9.000) e com recursos tecnológicos, de assentos com temperatura regulada até descargas automáticas. "O nosso produto é como o pedágio eletrônico nas estradas. Depois que você descobre, não quer mais enfrentar fila", diz Constantino Ester, diretor comercial da Heaven Spas. Ela não divulgou dados sobre as vendas no Brasil.
Nos EUA, a concorrência deve crescer. A American Standard planeja uma campanha publicitária entre US$ 3 milhões a US$ 5 milhões para promover seus vasos sanitários inteligentes. A Toto fechou acordos com hotéis de luxo, como o Kitano, em Nova York, para instalar os Washlets nos quartos. A empresa afirma que muitos consumidores que descobrem os vasos inteligentes dessa forma acabam comprando o equipamento para suas casas. Fonte The Wall Street Journal.
Conheça palestras criativas e inovadoras www.narcisomachado.com.br
Como os iPhones, os vasos sanitários cheios de aplicativos são objetos de desejo no Japão. A tampa levanta automaticamente. O assento aquece. Jatos de água instalados no seu interior fazem a limpeza necessária. Alguns podem até ser sincronizados com o smartphone do usuário via bluetooth para tocar sua música favorita nos alto-falantes embutidos do vaso.
Cerca de 75% dos lares japoneses já possuem esses vasos sanitários, a maioria deles feita por duas companhias: a Toto Ltd., a maior produtora japonesa, e a Lixil Corp., onde Yoshiaki Fujimori é diretor-presidente.
O executivo vai lançar agora esses produtos nos Estados Unidos. A Lixil está incluindo os vasos com "bidês internos" ao catálogo da American Standard Brands, empresa que adquiriu em 2013 por US$ 542 milhões. Poucas pessoas precisavam de um smartphone antes do iPhone da Apple lançá-lo. O mesmo acontecerá com os novos vasos sanitários inteligentes da American Standard, diz Fujimori.
A Toto e a Kohler, fabricante americana de acessórios para banheiro, vendem há vários anos o que chamam de bacia sanitária com funções de bidê nos EUA. Além dos banheiros de celebridades de Hollywood, no entanto, o produto ainda não conquistou espaço em muitas residências. O seu preço pode chegar a mais de US$ 5.000, mais de dez vezes o de um modelo convencional.
Em 2011, durante participação no programa da apresentadora de TV americana Oprah Winfrey, a atriz Whoopi Goldberg chamou seu Washlet, um assento eletrônico que se encaixa na maioria das bacias sanitárias convencionais, fabricado pela Toto, de "a maior invenção da face da terra".
Lançada em 1980 no Japão, a linha Washlet fez da Toto uma pioneira em dispositivos inteligentes. Ela está nos EUA desde 1993. Diferentemente da Lixil, a Toto quer crescer organicamente, sem aquisições, promovendo sua própria marca.
"Claro que a geração de lucros é importante, mas acreditamos que ter raízes em um país e contribuir com a indústria local de vasos sanitários [são objetivos que] devem vir primeiro", diz Soichi Abe, gerente geral dos negócios internacionais da Toto, em entrevista ao The Wall Street Journal na sede da empresa, em Kokura, cidade na ilha japonesa de Kyushu.
A Toto não informou detalhes sobre as vendas dos Washlets nos EUA, mas afirmou que estão crescendo duas vezes mais rápido que o setor de vasos sanitários em geral. A empresa de pesquisas Freedonia Group espera que as vendas de acessórios para banheiro nos EUA, incluindo bacias sanitárias, cresçam 6% por ano até 2017, para US$ 12 bilhões.
No Brasil, o mercado de vasos sanitários inteligentes ainda é insipiente e concentrado em residências e hotéis de alto luxo. Mas a expectativa é de crescimento. A Toto Brasil, subsidiária da empresa japonesa, que está no país desde 2011, informa que 25% de seu faturamento vêm das vendas de sanitários inteligentes. O carro-chefe é o assento Washlet, que custa cerca de R$ 3.000 e é responsável por 80% das vendas. O hotel Emiliano, em São Paulo, e a Casa de Caras, em Itapema, Santa Catarina, possuem este item de luxo em seus banheiros. Segundo um porta-voz da Toto Brasil, os seis camarotes VIP da Arena Corinthians, o Itaquerão, também contam com Washlets.
O sanitário completo, da linha Neorest, que além dos dispositivos de limpeza também conta com sensores que permitem a abertura da tampa e descargas automáticas, tem um preço mais alto, em torno de R$ 20.000. O banheiro da sala do conselho de administração do Banco Itaú possui um Neorest, assim como a casa da apresentadora de TV Ana Maria Braga e a mansão do magnata da comunicação Roberto Irineu Marinho, no bairro do Cosme Velho, no Rio de Janeiro, segundo a Toto Brasil.
As vendas brasileiras do Washlet aumentaram 25% desde 2012 e as do Neorest, 15%, crescimento suficiente para o Brasil ser o único país da América Latina a ter uma subsidiária independente. Os demais países da região são atendidos pelo Departamento de Vendas da Toto EUA. Na esteira do crescimento dos imóveis de alto padrão, o consumidor residencial já representa perto de 90% das vendas da Toto no país. "Estamos presentes no mundo corporativo e na hotelaria de luxo, mas a maior parte das nossas vendas é para residências de classe alta", disse o porta-voz.
Também focada em residências de alto luxo, a americana Heaven Spas, há dois anos no Brasil, vende um produto de menor custo (em torno de R$ 9.000) e com recursos tecnológicos, de assentos com temperatura regulada até descargas automáticas. "O nosso produto é como o pedágio eletrônico nas estradas. Depois que você descobre, não quer mais enfrentar fila", diz Constantino Ester, diretor comercial da Heaven Spas. Ela não divulgou dados sobre as vendas no Brasil.
Nos EUA, a concorrência deve crescer. A American Standard planeja uma campanha publicitária entre US$ 3 milhões a US$ 5 milhões para promover seus vasos sanitários inteligentes. A Toto fechou acordos com hotéis de luxo, como o Kitano, em Nova York, para instalar os Washlets nos quartos. A empresa afirma que muitos consumidores que descobrem os vasos inteligentes dessa forma acabam comprando o equipamento para suas casas. Fonte The Wall Street Journal.
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20140602
Nas empresas colegas mais velhos aprendem com jovens
Troca de papéis: colegas mais velhos aprendem sobre redes sociais com mentores jovens
Ron Garrow, diretor de recursos humanos (dir.), e a analista Rebecca Kaufman na sede da Master Card, em Purchase, no Estado americano de Nova York. A jovem vem ensinando o executivo a fazer melhor uso das redes sociais.
Há uma grande divisão digital nos ambientes de trabalho — entre os funcionários de vinte e poucos anos com habilidades em redes sociais e os gestores mais velhos, com poucos conhecimentos tecnológicos. Para lidar com isso, mais empresas estão adotando o processo de "apadrinhamento reverso", formando duplas entre jovens funcionários e outros mais velhos, para que as habilidades tecnológicas sejam trabalhadas.
A prática está em alta nos últimos três ou quatro anos, segundo Didier Bonnet, líder de práticas globais da Capgemini Consulting, em Londres. "O principal objetivo é elevar o QI digital de líderes de negócios nas empresas."
As duplas nem sempre funcionam, diz Bonnet. Elas são normalmente intimidadoras para os jovens mentores e incômodas para os mais velhos, que podem ficar constrangidos em revelar o pouco que sabem. Objetivos claros, boa química, comprometimento de tempo e mente aberta entre os executivos sêniores aumentam as chances de sucesso, diz ele.
Rebecca Kaufman, uma gerente comunitária de 24 anos, com dois anos de experiência em comunicação digital na MasterCard, diz que ficou "definitivamente intimidada" quando uma rede de jovens profissionais na empresa a colocou como mentora de um executivo de 50 anos, Ron Garrow. Kaufman estava usando as redes sociais há quase dez anos, mas a missão de ajudar um executivo graduado a melhorar sua presença nas redes sociais era intimidante.
Garrow, chefe de recursos humanos da MasterCard, queria usar as redes sociais para se relacionar melhor com os funcionários nascidos depois de 1980, que representam 37% dos 9.000 empregados. Em 2010, eles eram 10%. O executivo também queria atingir novos consumidores e ampliar a percepção da nova imagem da MasterCard, que migrou de uma companhia de cartões de crédito para outra focada em tecnologia de pagamentos.
A dupla se encontrou duas vezes em dezembro e janeiro no escritório de Garrow. Eles mantiveram o contato através de e-mails ou conversas, em pessoa ou pelo telefone, várias vezes por semana.
O executivo prontamente abraçou a primeira sugestão de Kaufman — visitar o LinkedIn todos os dias, não semanalmente, e começar a compartilhar artigos com seus contatos. Mas ele ficou assustado com a ideia de usar o Twitter. A importância de evitar declarações públicas arriscadas estava profundamente arraigada em Garrow, que trabalhou em dois grandes bancos por 26 anos antes de se unir à MasterCard em 2010. Os executivos lá "passavam por várias rodadas de aprovação" antes de dizer qualquer coisa em público, diz ele.
Kaufman o encorajou, dizendo que o Twitter "é um novo jogo de bola. Ele aumenta a possibilidade de contato com qualquer pessoa na qual você esteja interessado." Quando ela perguntou "Como você quer se apresentar lá fora?", ele não estava seguro em como responder, além de promover a MasterCard. Pai de quatro filhos com idades entre 14 e 26 anos, Garrow diz que foi humilhante notar que "Aqui está esta garota de 24 anos, da idade de meus filhos, e eu estou completamente dependente dela."
Ao notar que a "reputação de Ron estava em jogo", Kaufman conta que fez pesquisas para identificar especialistas em recursos humanos e escritores que fossem influentes em redes sociais. Garrow abriu uma conta no Twitter, preencheu o seu perfil e praticou usando o site.
Kaufman o ajudou em seus primeiros tweets. Em uma visita à Universidade de Michigan, no mês passado, Garrow quis tuitar uma foto sua e de um colega com estudantes de MBA. Ele enviou a Kaufman um e-mail com uma descrição rápida do evento, uma simulação com os estudantes de uma reunião corporativa com investidores, acrescentando "Eu quero tuitar isso, mas não sei ao certo como", diz ela.
Kaufman sugeriu uma nova frase. Garrow reescreveu a mensagem e tuitou a foto em questão de minutos. Duas semanas depois, ele estava tuitando fotos de uma viagem de negócios a Paris por conta própria.
Depois de cinco meses trabalhando juntos, Garrow tem agora 2.352 contatos no LinkedIn, checa o Twitter de oito a dez vezes por dia, segue 109 pessoas e tuita cerca de 50 vezes por mês. E já tem mais de 400 seguidores.
Garrow e Kaufman tiveram que lidar com diferenças de geração. Depois de uma recente conferência, enquanto os dois voltavam de carro para o escritório e Kaufman trabalhava em seu smartphone, Garrow iniciou uma conversa sobre a carreira dela. Eles conversaram por um tempo, mas ela logo voltou seus olhos para o celular. Kaufman diz que apreciou o interesse que ele demonstrou, mas que não percebeu que ele ficou desconfortável.
Para ele, o comportamento dela foi "um pouco estranho". Na idade dela, ele teria se esforçado para deixar uma boa impressão para um gestor sênior. "Eu pensei, 'este comportamento não é diferente do da minha filha de 14 anos quando entra no carro e não fala comigo porque está enviando mensagens para amigos, olhando o Instragram, checando o Facebook", diz.
O trabalho conjunto gerou benefícios para ambos. Kaufman foi convidada a ser mentora de outros dois executivos sêniores, pessoas que ela não iria conhecer de outra forma, diz ela. O relacionamento aumentou sua confiança, segundo ela.
Garrow está ampliando o papel de mentora de Kaufman, pedindo a ela que avalie novos sites internos para ver se eles são atraentes para os empregados mais jovens.
Cerca de 100 funcionários da MasterCard de cinco localidades participaram do "apadrinhamento reverso" desde que ele foi lançado, em 2011. A Mars Inc. e a Cisco System Inc. também têm programas do gênero.
www.ncm.com.br
Ron Garrow, diretor de recursos humanos (dir.), e a analista Rebecca Kaufman na sede da Master Card, em Purchase, no Estado americano de Nova York. A jovem vem ensinando o executivo a fazer melhor uso das redes sociais.
Há uma grande divisão digital nos ambientes de trabalho — entre os funcionários de vinte e poucos anos com habilidades em redes sociais e os gestores mais velhos, com poucos conhecimentos tecnológicos. Para lidar com isso, mais empresas estão adotando o processo de "apadrinhamento reverso", formando duplas entre jovens funcionários e outros mais velhos, para que as habilidades tecnológicas sejam trabalhadas.
A prática está em alta nos últimos três ou quatro anos, segundo Didier Bonnet, líder de práticas globais da Capgemini Consulting, em Londres. "O principal objetivo é elevar o QI digital de líderes de negócios nas empresas."
As duplas nem sempre funcionam, diz Bonnet. Elas são normalmente intimidadoras para os jovens mentores e incômodas para os mais velhos, que podem ficar constrangidos em revelar o pouco que sabem. Objetivos claros, boa química, comprometimento de tempo e mente aberta entre os executivos sêniores aumentam as chances de sucesso, diz ele.
Rebecca Kaufman, uma gerente comunitária de 24 anos, com dois anos de experiência em comunicação digital na MasterCard, diz que ficou "definitivamente intimidada" quando uma rede de jovens profissionais na empresa a colocou como mentora de um executivo de 50 anos, Ron Garrow. Kaufman estava usando as redes sociais há quase dez anos, mas a missão de ajudar um executivo graduado a melhorar sua presença nas redes sociais era intimidante.
Garrow, chefe de recursos humanos da MasterCard, queria usar as redes sociais para se relacionar melhor com os funcionários nascidos depois de 1980, que representam 37% dos 9.000 empregados. Em 2010, eles eram 10%. O executivo também queria atingir novos consumidores e ampliar a percepção da nova imagem da MasterCard, que migrou de uma companhia de cartões de crédito para outra focada em tecnologia de pagamentos.
A dupla se encontrou duas vezes em dezembro e janeiro no escritório de Garrow. Eles mantiveram o contato através de e-mails ou conversas, em pessoa ou pelo telefone, várias vezes por semana.
O executivo prontamente abraçou a primeira sugestão de Kaufman — visitar o LinkedIn todos os dias, não semanalmente, e começar a compartilhar artigos com seus contatos. Mas ele ficou assustado com a ideia de usar o Twitter. A importância de evitar declarações públicas arriscadas estava profundamente arraigada em Garrow, que trabalhou em dois grandes bancos por 26 anos antes de se unir à MasterCard em 2010. Os executivos lá "passavam por várias rodadas de aprovação" antes de dizer qualquer coisa em público, diz ele.
Kaufman o encorajou, dizendo que o Twitter "é um novo jogo de bola. Ele aumenta a possibilidade de contato com qualquer pessoa na qual você esteja interessado." Quando ela perguntou "Como você quer se apresentar lá fora?", ele não estava seguro em como responder, além de promover a MasterCard. Pai de quatro filhos com idades entre 14 e 26 anos, Garrow diz que foi humilhante notar que "Aqui está esta garota de 24 anos, da idade de meus filhos, e eu estou completamente dependente dela."
Ao notar que a "reputação de Ron estava em jogo", Kaufman conta que fez pesquisas para identificar especialistas em recursos humanos e escritores que fossem influentes em redes sociais. Garrow abriu uma conta no Twitter, preencheu o seu perfil e praticou usando o site.
Kaufman o ajudou em seus primeiros tweets. Em uma visita à Universidade de Michigan, no mês passado, Garrow quis tuitar uma foto sua e de um colega com estudantes de MBA. Ele enviou a Kaufman um e-mail com uma descrição rápida do evento, uma simulação com os estudantes de uma reunião corporativa com investidores, acrescentando "Eu quero tuitar isso, mas não sei ao certo como", diz ela.
Kaufman sugeriu uma nova frase. Garrow reescreveu a mensagem e tuitou a foto em questão de minutos. Duas semanas depois, ele estava tuitando fotos de uma viagem de negócios a Paris por conta própria.
Depois de cinco meses trabalhando juntos, Garrow tem agora 2.352 contatos no LinkedIn, checa o Twitter de oito a dez vezes por dia, segue 109 pessoas e tuita cerca de 50 vezes por mês. E já tem mais de 400 seguidores.
Garrow e Kaufman tiveram que lidar com diferenças de geração. Depois de uma recente conferência, enquanto os dois voltavam de carro para o escritório e Kaufman trabalhava em seu smartphone, Garrow iniciou uma conversa sobre a carreira dela. Eles conversaram por um tempo, mas ela logo voltou seus olhos para o celular. Kaufman diz que apreciou o interesse que ele demonstrou, mas que não percebeu que ele ficou desconfortável.
Para ele, o comportamento dela foi "um pouco estranho". Na idade dela, ele teria se esforçado para deixar uma boa impressão para um gestor sênior. "Eu pensei, 'este comportamento não é diferente do da minha filha de 14 anos quando entra no carro e não fala comigo porque está enviando mensagens para amigos, olhando o Instragram, checando o Facebook", diz.
O trabalho conjunto gerou benefícios para ambos. Kaufman foi convidada a ser mentora de outros dois executivos sêniores, pessoas que ela não iria conhecer de outra forma, diz ela. O relacionamento aumentou sua confiança, segundo ela.
Garrow está ampliando o papel de mentora de Kaufman, pedindo a ela que avalie novos sites internos para ver se eles são atraentes para os empregados mais jovens.
Cerca de 100 funcionários da MasterCard de cinco localidades participaram do "apadrinhamento reverso" desde que ele foi lançado, em 2011. A Mars Inc. e a Cisco System Inc. também têm programas do gênero.
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20140523
Esqueça a nuvem, o futuro da computação está no nevoeiro
Computação em nuvem (do inglês, cloud computing). Eu acredito no poder de transformação da computação em nuvem como qualquer outra pessoa. Smartphones, que estão constantemente procurando e obtendo informações, não fazem sentido sem a nuvem, e qualquer empresa que não esteja se esforçando para colocar seus dados e software num sistema terceirizado corre, na minha opinião, o risco de ser ultrapassado por um concorrente que esteja fazendo isso.
Mas os defensores da nuvem gostam de declarar que, um dia, 100% da computação será realizada na nuvem. E o negócio de muitas empresas é vender a você essa ideia.
Mas a realidade é que colocar e retirar dados da nuvem é mais difícil que a maioria dos engenheiros, ou pelo menos seus gerentes, quer admitir.
O problema é a velocidade da comunicação de dados — que em computação é expressa por um parâmetro chamado largura de banda. Se uma determinada empresa está simplesmente tentando economizar o custo e o trabalho de armazenar dados por conta própria, a nuvem é ótima porque tudo o que ela precisa é transferir dados através de uma conexão de alta velocidade.
Mas num mundo de conectividade de massa — em que as pessoas precisam conseguir informação em um leque de dispositivos móveis — a comunicação é bastante lenta. Qualquer empresa que envia dados para dispositivos móveis, seja reservas aéreas para passageiros ou dados comerciais para a equipe de vendas, sofre com as limitações das redes sem fio. No geral, segundo o Fórum Econômico Mundial, os Estados Unidos ocupam o 35º lugar entre 148 países em largura de banda por usuário. (O Brasil ocupa a 61ª posição no relatório do órgão.)
Essa é uma razão pelas quais os aplicativos se tornaram o principal meio de se conectar à internet, pelo menos nos smartphones. Parte das informações e do poder de processamento fica a cargo do dispositivo.
O problema de como fazer as coisas quando se depende da nuvem está se tornando mais grave à medida que cada vez mais objetos estão se tornando "inteligentes", ou capazes de fazer medições do ambiente, conectar-se com a internet e até receber comandos remotamente. Tudo, de aviões a geladeiras, está sendo conectado à redes sem fio e se unindo à "Internet das Coisas".
As modernas redes de celulares 3G e 4G simplesmente não são velozes o suficiente para transmitir dados dos dispositivos para a nuvem no ritmo em que eles são gerados, e como cada simples objeto do lar e do trabalho está entrando no jogo, a situação só tende a piorar.
Felizmente, existe uma solução óbvia: parar de se concentrar na nuvem e começar a pensar numa forma de armazenar e processar a torrente de dados gerados pela Internet das Coisas (também conhecida como internet industrial) nas próprias coisas ou em dispositivos que fiquem entre nossas coisas e a internet.
O pessoal de marketing da Cisco Systems Inc. já inventou um nome para este fenômeno: "fog computing", ou computação em nevoeiro.
Eu gosto do termo. Sim, ele faz você querer franzir a testa. Mas, como no caso de computação em nuvem — também um termo cunhado pelo marketing quando já era um fenômeno em evolução —, ele é uma boa metáfora visual do que está acontecendo.
Enquanto a nuvem está em algum lugar distante e remoto do céu, deliberadamente abstrato, o nevoeiro está perto do chão, bem onde as coisas estão sendo feitas. Ele não consiste de servidores poderosos, mas de computadores mais fracos e mais dispersos, do tipo que está sendo vendido para aparelhos, fábricas, carros, postes de iluminação e qualquer outra parte de nossa cultura material.
A Cisco vende roteadores, que depois da armazenagem é o menos atraente dos setores tecnológicos. Para torná-lo mais excitante, e para vendê-lo para novos mercados antes que os competidores chineses prejudiquem o seu faturamento, a Cisco quer transformar seus roteadores em sistemas que acumulam dados e tomam decisões sobre o que fazer com eles. Na visão da Cisco, seus roteadores inteligentes nunca irão precisar se ligar com a nuvem, ao menos que tenham que, digamos, alertar operadores para uma emergência em um vagão ferroviário equipado com sensores e onde um destes roteadores atuaria como um centro nervoso.
A International Business Machines Corp. IBM está trabalhando numa iniciativa semelhante para levar os sistemas de computação "até a extremidade", um esforço que, segundo o executivo da IBM Paul Brody, vai virar a internet tradicional, baseada na nuvem, "de cabeça para baixo". (Quando as pessoas falam de "edge computing" — algo como computação na extremidade — o que elas querem indicar literalmente é a extremidade da rede, a fronteira onde a internet termina e o mundo real começa. Os centros de dados estão no "centro" da rede, enquanto os computadores pessoais, telefones e câmeras de vigilância estão na fronteira.)
Da mesma forma que, fisicamente, a nuvem consiste de servidores conectados, no projeto de pesquisa da IBM, o nevoeiro é formado por todos os computadores que estão ao nosso redor, ligados entre si. Num certo nível, pedir para nossos dispositivos inteligentes, por exemplo, enviar informações um para o outro, em vez de através da nuvem, pode transformar o nevoeiro num concorrente direto da nuvem em algumas funções.
A conclusão é que temos dados demais. E estamos só no começo. Os aviões são um bom exemplo. Num novo Boeing , quase todas as partes do jato são conectadas à internet, gravando e, em alguns casos, enviando um fluxo contínuo de dados sobre suas condições. A General Electric informou que, em apenas um voo, um de seus motores de avião gerou meio terabyte de dados.
Sensores baratos geram uma grande quantidade de dados e são surpreendentemente úteis. Os sensores chamados de analíticos preditivos permitem a companhias como a GE saber qual parte de um avião precisa de manutenção, antes até do avião em questão aterrissar.
Por que você acha que o Google e o Facebook estão falando sobre meios alternativos de acesso à internet, incluindo via balões e drones? Os canais existentes não estão dando conta do recado. Até que as pessoas tenham internet com e sem fio com a velocidade que merecem, conectar as coisas o mais próximo possível do usuário será fundamental para tornar a Internet das Coisas veloz o suficiente para ser utilizável.
O futuro de grande parte da computação das empresas continua sendo a nuvem, mas e a computação realmente transformadora do futuro? Ela vai acontecer bem aqui, nos objetos que nos cercam — no nevoeiro. Fonte The Wall Street Journal.
www.ncm.com.br
Mas os defensores da nuvem gostam de declarar que, um dia, 100% da computação será realizada na nuvem. E o negócio de muitas empresas é vender a você essa ideia.
Mas a realidade é que colocar e retirar dados da nuvem é mais difícil que a maioria dos engenheiros, ou pelo menos seus gerentes, quer admitir.
O problema é a velocidade da comunicação de dados — que em computação é expressa por um parâmetro chamado largura de banda. Se uma determinada empresa está simplesmente tentando economizar o custo e o trabalho de armazenar dados por conta própria, a nuvem é ótima porque tudo o que ela precisa é transferir dados através de uma conexão de alta velocidade.
Mas num mundo de conectividade de massa — em que as pessoas precisam conseguir informação em um leque de dispositivos móveis — a comunicação é bastante lenta. Qualquer empresa que envia dados para dispositivos móveis, seja reservas aéreas para passageiros ou dados comerciais para a equipe de vendas, sofre com as limitações das redes sem fio. No geral, segundo o Fórum Econômico Mundial, os Estados Unidos ocupam o 35º lugar entre 148 países em largura de banda por usuário. (O Brasil ocupa a 61ª posição no relatório do órgão.)
Essa é uma razão pelas quais os aplicativos se tornaram o principal meio de se conectar à internet, pelo menos nos smartphones. Parte das informações e do poder de processamento fica a cargo do dispositivo.
O problema de como fazer as coisas quando se depende da nuvem está se tornando mais grave à medida que cada vez mais objetos estão se tornando "inteligentes", ou capazes de fazer medições do ambiente, conectar-se com a internet e até receber comandos remotamente. Tudo, de aviões a geladeiras, está sendo conectado à redes sem fio e se unindo à "Internet das Coisas".
As modernas redes de celulares 3G e 4G simplesmente não são velozes o suficiente para transmitir dados dos dispositivos para a nuvem no ritmo em que eles são gerados, e como cada simples objeto do lar e do trabalho está entrando no jogo, a situação só tende a piorar.
Felizmente, existe uma solução óbvia: parar de se concentrar na nuvem e começar a pensar numa forma de armazenar e processar a torrente de dados gerados pela Internet das Coisas (também conhecida como internet industrial) nas próprias coisas ou em dispositivos que fiquem entre nossas coisas e a internet.
O pessoal de marketing da Cisco Systems Inc. já inventou um nome para este fenômeno: "fog computing", ou computação em nevoeiro.
Eu gosto do termo. Sim, ele faz você querer franzir a testa. Mas, como no caso de computação em nuvem — também um termo cunhado pelo marketing quando já era um fenômeno em evolução —, ele é uma boa metáfora visual do que está acontecendo.
Enquanto a nuvem está em algum lugar distante e remoto do céu, deliberadamente abstrato, o nevoeiro está perto do chão, bem onde as coisas estão sendo feitas. Ele não consiste de servidores poderosos, mas de computadores mais fracos e mais dispersos, do tipo que está sendo vendido para aparelhos, fábricas, carros, postes de iluminação e qualquer outra parte de nossa cultura material.
A Cisco vende roteadores, que depois da armazenagem é o menos atraente dos setores tecnológicos. Para torná-lo mais excitante, e para vendê-lo para novos mercados antes que os competidores chineses prejudiquem o seu faturamento, a Cisco quer transformar seus roteadores em sistemas que acumulam dados e tomam decisões sobre o que fazer com eles. Na visão da Cisco, seus roteadores inteligentes nunca irão precisar se ligar com a nuvem, ao menos que tenham que, digamos, alertar operadores para uma emergência em um vagão ferroviário equipado com sensores e onde um destes roteadores atuaria como um centro nervoso.
A International Business Machines Corp. IBM está trabalhando numa iniciativa semelhante para levar os sistemas de computação "até a extremidade", um esforço que, segundo o executivo da IBM Paul Brody, vai virar a internet tradicional, baseada na nuvem, "de cabeça para baixo". (Quando as pessoas falam de "edge computing" — algo como computação na extremidade — o que elas querem indicar literalmente é a extremidade da rede, a fronteira onde a internet termina e o mundo real começa. Os centros de dados estão no "centro" da rede, enquanto os computadores pessoais, telefones e câmeras de vigilância estão na fronteira.)
Da mesma forma que, fisicamente, a nuvem consiste de servidores conectados, no projeto de pesquisa da IBM, o nevoeiro é formado por todos os computadores que estão ao nosso redor, ligados entre si. Num certo nível, pedir para nossos dispositivos inteligentes, por exemplo, enviar informações um para o outro, em vez de através da nuvem, pode transformar o nevoeiro num concorrente direto da nuvem em algumas funções.
A conclusão é que temos dados demais. E estamos só no começo. Os aviões são um bom exemplo. Num novo Boeing , quase todas as partes do jato são conectadas à internet, gravando e, em alguns casos, enviando um fluxo contínuo de dados sobre suas condições. A General Electric informou que, em apenas um voo, um de seus motores de avião gerou meio terabyte de dados.
Sensores baratos geram uma grande quantidade de dados e são surpreendentemente úteis. Os sensores chamados de analíticos preditivos permitem a companhias como a GE saber qual parte de um avião precisa de manutenção, antes até do avião em questão aterrissar.
Por que você acha que o Google e o Facebook estão falando sobre meios alternativos de acesso à internet, incluindo via balões e drones? Os canais existentes não estão dando conta do recado. Até que as pessoas tenham internet com e sem fio com a velocidade que merecem, conectar as coisas o mais próximo possível do usuário será fundamental para tornar a Internet das Coisas veloz o suficiente para ser utilizável.
O futuro de grande parte da computação das empresas continua sendo a nuvem, mas e a computação realmente transformadora do futuro? Ela vai acontecer bem aqui, nos objetos que nos cercam — no nevoeiro. Fonte The Wall Street Journal.
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20140521
EMPRESÁRIO
O mundo mudou, os clientes estão mudando, você vai ficar parado assistindo?
Para melhorar resultados na empresa:
é preciso mudar, agir, atualizar a gestão, a forma e os métodos de conduzir os negócios.
Temos soluções para o perfil da sua empresa.
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20140520
O valor do desafio
Desafio é a maneira de se certificar de que você realmente deseja alcançar algo em sua vida.
Desafio é uma excelente ferramenta para mantê-lo focado nas coisas que realmente importam para você.
Imagine por um momento como seria viver em um mundo sem desafio.
Em tal mundo, você poderia obter qualquer coisa e tudo sem a necessidade de esforço, disciplina e compromisso.
Isso soa como uma grande instalação, com todos os seus desejos cumpridos no momento que você desejar.
Bem, isso pode ser bom por alguns minutos, mas em breve vai parecer extremamente cansativo.
Você viveria em um mundo que, literalmente, iria oprimi-lo com banalidades sem sentido.
Claro, todos os desejos seriam instantaneamente concedidos, mas tudo seria dolorosamente vazio.
O valor da realização esta na obtenção, na superação dos desafios, na pessoa que você se tornar, como resultado de passar pelo processo do desejo, esforço, determinação e conquista.
Desafio pode ser difícil, muitas vezes doloroso, sempre exigente e, como tal, o desafio é o que faz o verdadeiro valor, beleza e satisfação possível.
Desafio pode ser difícil, mas na verdade ele é a riqueza e plenitude da vida.
Narciso Machado
Conheça 4 Workshops para ativar negócios nas empresas:
www.ncm.com.br/workshop
narciso@ncm.com.br
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(19) 3886 1103 - (19) 9 9111 3492
(11) 7885 6143 - ID 9 * 16420
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Consultoria Revitalização de Empresas - www.ncm.com.br
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Imagine por um momento como seria viver em um mundo sem desafio.
Em tal mundo, você poderia obter qualquer coisa e tudo sem a necessidade de esforço, disciplina e compromisso.
Isso soa como uma grande instalação, com todos os seus desejos cumpridos no momento que você desejar.
Bem, isso pode ser bom por alguns minutos, mas em breve vai parecer extremamente cansativo.
Você viveria em um mundo que, literalmente, iria oprimi-lo com banalidades sem sentido.
Claro, todos os desejos seriam instantaneamente concedidos, mas tudo seria dolorosamente vazio.
O valor da realização esta na obtenção, na superação dos desafios, na pessoa que você se tornar, como resultado de passar pelo processo do desejo, esforço, determinação e conquista.
Desafio pode ser difícil, muitas vezes doloroso, sempre exigente e, como tal, o desafio é o que faz o verdadeiro valor, beleza e satisfação possível.
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Escolha uma atitude
Em alguns aspectos, a sua atitude é a coisa mais fácil de mudar, porque você pode fazer tudo sozinho.
Em outros aspectos, a sua atitude é a coisa mais difícil de mudar, porque em última análise, você deve fazê-lo sozinho.
A maioria de outras limitações pode levar um tempo significativo e consomem energia para serem superadas.
Por outro lado, uma atitude limitante pode ser mudada em um instante e fortalecer você, mesmo que o desafio pareça ser intransponível.
Muitas pessoas desejam mudar, fazer algo para melhorar, dar um novo rumo na vida.
Param e ficam esperando que venha algo de fora para dentro.
Esquecem que a atitude esta dentro das pessoas.
Você é, na verdade, a sua atitude.
Você é a pessoa que cria, controla e mantém a sua atitude.
Você pode sempre viver com uma atitude voltada para o futuro de forma positiva.
Isso não requer nenhuma habilidade ou recurso especial.
Só é preciso vontade de exercer o controle sobre a atitude que você já possui.
A qualquer momento, em qualquer circunstância, escolha uma atitude que vai tornar a sua vida muito melhor.
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Em outros aspectos, a sua atitude é a coisa mais difícil de mudar, porque em última análise, você deve fazê-lo sozinho.
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Por outro lado, uma atitude limitante pode ser mudada em um instante e fortalecer você, mesmo que o desafio pareça ser intransponível.
Muitas pessoas desejam mudar, fazer algo para melhorar, dar um novo rumo na vida.
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Esquecem que a atitude esta dentro das pessoas.
Você é, na verdade, a sua atitude.
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Coragem
A coragem começa quando você percebe que você a tem.
A coragem cresce mais forte quanto mais ela é usada.
Todo mundo tem medo, e todos tem a capacidade de coragem.
Coragem não requer habilidade ou treinamento especial.
Coragem é o que acontece quando você toma a ação, apesar de seus medos.
A coragem vem quando você está disposto a aprender com os seus medos, a fazer prudentes ajustes com base naquilo que os medos te dizem, e ser empurrado para frente por esses medos ao invés de serem retidos por eles.
Dê o primeiro passo corajoso para frente, e a segunda etapa será mais fácil seguir.
No momento em que você chegar ao quinto ou sexto passo, ele começa a se tornar automática, pois o poder de sua coragem se torna evidente.
Coragem é uma escolha que não pode ser negada a você por outra pessoa que não você mesmo.
Nenhuma pessoa ou circunstância pode impedi-lo de fazer uso de sua coragem.
Ela é sua, e esta a sua disposição para ser usada de forma consciente.
Conecte-se com a sua coragem e descubra uma enorme diferença para impulsionar a sua vida e o seu mundo.
Narciso Machado
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Todo mundo tem medo, e todos tem a capacidade de coragem.
Coragem não requer habilidade ou treinamento especial.
Coragem é o que acontece quando você toma a ação, apesar de seus medos.
A coragem vem quando você está disposto a aprender com os seus medos, a fazer prudentes ajustes com base naquilo que os medos te dizem, e ser empurrado para frente por esses medos ao invés de serem retidos por eles.
Dê o primeiro passo corajoso para frente, e a segunda etapa será mais fácil seguir.
No momento em que você chegar ao quinto ou sexto passo, ele começa a se tornar automática, pois o poder de sua coragem se torna evidente.
Coragem é uma escolha que não pode ser negada a você por outra pessoa que não você mesmo.
Nenhuma pessoa ou circunstância pode impedi-lo de fazer uso de sua coragem.
Ela é sua, e esta a sua disposição para ser usada de forma consciente.
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Agora mesmo
Se você tem algo para fazer.
Não espere mais um minuto.
Faça agora mesmo.
A vida é sua para ser vivida hoje e sempre.
Agora é a hora de começar as coisas que você sabe que tem sentido fazer.
Não é tarde demais para começar a alcançar qualquer objetivo que você definiu para si mesmo.
E certamente não é muito cedo. Agora é o momento ideal para agir.
Então dê o primeiro passo para frente.
Comece a executar ações para construir uma poderosa força na direção de seus desejos mais preciosos.
Amanhã você pode estar no seu caminho, olhando para trás com satisfação crescente, ou você pode estar sentado e se perguntando por que o mundo está passando por você.
Pense no que você realmente quer?
Preencha hoje sua vida, com a ação, com o compromisso, com alegria, amor, persistência e experiência.
Acredite em você, sempre pense positivo, sempre é um grande dia para estar vivo, de modo a aproveitar ao máximo cada momento.
Narciso Machado
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E certamente não é muito cedo. Agora é o momento ideal para agir.
Então dê o primeiro passo para frente.
Comece a executar ações para construir uma poderosa força na direção de seus desejos mais preciosos.
Amanhã você pode estar no seu caminho, olhando para trás com satisfação crescente, ou você pode estar sentado e se perguntando por que o mundo está passando por você.
Pense no que você realmente quer?
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20140519
Consultoria para Melhorar Resultados e Revitalizar Empresas
O que sua empresa precisa:
• Assessoria para revitalizar a gestão dos negócios
• Inovar métodos e formas de executar as estratégias com ações de marketing tradicional e marketing digital
• Melhorar a produtividade para ser mais competitiva frente aos concorrentes
• Melhorar a rentabilidade
• Criar um modelo de negócio diferenciado, sair na frente dos concorrentes com ações impactantes
• Garantir o retorno sobre o investimento
• Adotar novo posicionamento estratégico diante das mudanças do mercado e clientes
• Preparar pessoas para tomar decisões mais rápidas e eficientes
• Garantir a sustentabilidade do negócio
Revitalizar é inovar, tornar a empresa e sua equipe de colaboradores mais ágeis e competitivos.
Melhorar a gestão com foco em resultados.
ONDE PODEMOS AJUDAR A SUA EMPRESA ?
• Adequação da gestão estratégica, operacional e organizacional com foco na melhoria de resultados
• Competitividade através das pessoas. Qualificação profissional com visão estratégica
• Capacitação tecnológica, recursos técnicos e operacionais para melhorar rentabilidade
• Melhoria de produtividade - Modelagem do negócio com foco em resultados
• Implantação, expansão, modernização das atividades produtivas e infraestrutura
• Melhoria da rentabilidade na comercialização de produtos e serviços
• Elaboração e revisão do planejamento estratégico e mercadológico
• Adequação da gestão financeira, fluxo de caixa, capital de giro, captação de recursos
• Co-Gestão - Gestão paralela e Gestão efetiva por período pré determinado
• Assessoria da alta administração - Questões societárias e Sucessão
Os serviços de consultoria, assessoria e revitalização da NCM possibilitam o desenvolvimento de melhorias em áreas que necessitam de resultados imediatos como comercialização, distribuição, organização e produção com implantação e execução de ações com inovação, qualidade e competitividade.
Entre em contato vamos conversar www.ncm.com.br
• Assessoria para revitalizar a gestão dos negócios
• Inovar métodos e formas de executar as estratégias com ações de marketing tradicional e marketing digital
• Melhorar a produtividade para ser mais competitiva frente aos concorrentes
• Melhorar a rentabilidade
• Criar um modelo de negócio diferenciado, sair na frente dos concorrentes com ações impactantes
• Garantir o retorno sobre o investimento
• Adotar novo posicionamento estratégico diante das mudanças do mercado e clientes
• Preparar pessoas para tomar decisões mais rápidas e eficientes
• Garantir a sustentabilidade do negócio
Revitalizar é inovar, tornar a empresa e sua equipe de colaboradores mais ágeis e competitivos.
Melhorar a gestão com foco em resultados.
ONDE PODEMOS AJUDAR A SUA EMPRESA ?
• Adequação da gestão estratégica, operacional e organizacional com foco na melhoria de resultados
• Competitividade através das pessoas. Qualificação profissional com visão estratégica
• Capacitação tecnológica, recursos técnicos e operacionais para melhorar rentabilidade
• Melhoria de produtividade - Modelagem do negócio com foco em resultados
• Implantação, expansão, modernização das atividades produtivas e infraestrutura
• Melhoria da rentabilidade na comercialização de produtos e serviços
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20140517
VENDA CONSULTIVA entrevista com Narciso Machado
Narciso Machado na TV UOL, entrevista sobre Venda Consultiva.
Clik aqui para assistir o video
Para conhecer mais sobre as atividades profissionais de Narciso Machado, veja os sites:
www.ncm.com.br - Consultoria para empresas.
www.narcisomachado.com.br - Palestras para empresas.
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20140513
20140512
Coaching para Equipes
Coaching é um dos processos mais úteis para o aumento da produtividade, contribui para o desenvolvimento da performance dos cargos de liderança em todos os níveis e, consequentemente, de toda equipe.
Não se restringe apenas a resultados, mas na pessoa como um todo, buscando seu desenvolvimento e realização, criando oportunidades para que novas competências surjam através de um bom programa de capacitação.
Coaching, é mais do que treinamento, é oferecer condições para que a pessoa transforme suas intenções em ações e, consequentemente, atinja os resultados esperados.
ACONSELHAMENTO EM GRUPO OU INDIVIDUAL
- Líder de Equipe
- Equipes de Vendas
- Equipes de Projetos
- Equipes com foco em resultados
- Equipes responsáveis por mudanças
Entre em contato para conhecer mais sobre esse serviço.
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Não se restringe apenas a resultados, mas na pessoa como um todo, buscando seu desenvolvimento e realização, criando oportunidades para que novas competências surjam através de um bom programa de capacitação.
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ACONSELHAMENTO EM GRUPO OU INDIVIDUAL
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20140511
Vendas Negociação Resultados
4 workshops para ativar negócios:
www.ncm.com.br/workshop
DIRETO AO FOCO são workshops presenciais que visam atender necessidades específicas das empresas.
Com equipe experiente e especializada desenvolvemos CONTEÚDO CUSTOMIZADO para o porte, ramo de atividade da empresa e perfil dos participantes.
Entre em contato para ver o melhor conteúdo para sua empresa.
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Ativação da área comercial
4 workshops para ativar negócios:
- SUPERAR OBJEÇÕES AO PREÇO E AGILIZAR FECHAMENTO DAS VENDAS
- NEGOCIAÇÃO COMERCIAL
- VENDA CONSULTIVA
- GESTÃO E RETENÇÃO DE CLIENTES
Veja detalhes no site www.ncm.com.br
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Consultoria e Coaching empresarial
Coaching Empresarial - Como podemos ajudar:
• Melhorar a performance dos negócios, aumentando a produtividade otimizando recursos
• Preparar a estrutura organizacional para o crescimento futuro
• Equipar líderes com ferramentas para execução das estratégias
• Alinhar objetivos, mudança na cultura organizacional
• Gestão de relacionamentos e conflitos
• Orientar planejamento estratégico da empresa
• Aumentar o volume de vendas e lucros
• Qualificar relacionamentos com clientes
• Sistematização da empresa
• Orientação nas práticas da gestão financeira
• Gerar alternativas e estratégias de negócios
• Estabelecer metas e objetivos bem formulados
• Desenvolver competências para lidar com obstáculos e alcançar as metas.
Coaching Empresarial é um processo de desenvolvimento que, a partir da situação atual da empresa, prioriza a reflexão e a conscientização, junto com os sócios e executivos.
Neste processo, define-se uma visão para a situação desejada, a curto, médio e longo prazo, através da elaboração de um planejamento, feito passo a passo, para se atingir os objetivos propostos.
O papel do coach é conduzir os trabalhos como um facilitador do processo de reflexão pessoal, ouvindo, questionando, argumentando e trazendo novas perspectivas para o empresário estabelecer seu plano de desenvolvimento, transformando possibilidades em realidade, por meio de ações concretas.
Tendências, oportunidades, planos, projetos, expansão dos negócios, novos produtos e serviços, metas e objetivos,nestes momentos é que a presença de um coach empresarial, com experiência e capacitado para apresentar alternativas mais viáveis, pode trazer apoio importante à tomada de decisão, com uma visão externa à empresa, o coach pode apresentar novas perspectivas.
Para conhecer mais sobre este serviço, entre em contato.
www.ncm.com.br
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Cursos Customizados In Company
Nossos cursos e palestras são customizados e realizados exclusivamente In Company, com conteúdo desenvolvido para o perfil do público e ramo de atividade da empresa.
Narciso Machado, diretor da NCM vai até a sua empresa para, em conjunto com os gestores analisar as reais necessidades e desenvolver cursos e palestras na medida certa para o perfil e ramo de atividade da sua empresa.
Com metodologia inovadora de treinamento, foco em resultados imediatos, criamos e incentivamos ações e atitudes para qualificar e diferenciar os profissionais das áreas de resultados internas e externas, vendas, negociação, atendimento, produção, métodos e processos, qualidade e relacionamento com clientes.
As relações comerciais estão mudando, a velocidade das informações tornam os clientes mais exigentes.
Porque continuar treinando os profissionais com velhas técnicas ultrapassadas.
A palavra chave é inovar.
As ações comerciais envolvem todos dentro da empresa e necessitam de profissionais preparados para relacionamento e retenção de clientes.
Os profissionais de todas as áreas da empresa precisam:
- Ter atitude diferenciada para surpreender os clientes;
- Estar em sintonia com o mundo dos clientes;
- Estar habilitado para tratar com diferentes gerações de clientes;
- Ser impressivamente notável para agregar valor aos produtos e serviços.
Nossos serviços vão muito além da execução de cursos, oferecemos e executamos acompanhamento de Business Coaching, desenvolvimento profissional com planejamento de ações para superação de obstáculos reais e objetivos.
Realizamos reunião prévia para conhecimento da empresa, perfil, produtos e serviços.
Desta forma o conteúdo do curso será eficaz e a empresa terá melhor retorno do investimento.
VEJA NO SITE WWW.NCM.COM.BR , RELAÇÃO DOS CURSOS, TODOS COM CONTEÚDO ADEQUADO A REALIDADE DA EMPRESA CONTRATANTE.
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Consultoria Vendas, Execução de Estratégias Competitivas, Produtividade, Revitalização e Resultados
ONDE PODEMOS AJUDAR A SUA EMPRESA ?
• Agilizando o desempenho e produtividade na velocidade requerida pelos negócios e em todas as áreas onde a empresa ainda não atingiu todo o potencial.
• Qualificando equipes para acelerar a criação e aproveitamento de tendências e oportunidades de negócios.
• Desenvolvendo planos de negócios e contingências operacionais, expansão e manutenção dos ativos de relacionamento, melhorando a positivação de clientes e negócios.
• Ativando a gestão da execução com foco no crescimento estratégico, objetivando a conquista de maior participação no mercado, competitividade frente aos concorrentes, surpreendendo positivamente os clientes.
• Inovando métodos e sistemas de relacionamento comercial, criando formas para expansão e desenvolvimento dos negócios.
SOLUÇÕES CUSTOMIZADAS NO PERFIL E PORTE DA SUA EMPRESA
• Força de vendas, canais e distribuição. Planejamento, execução com agilidade e competitividade
• Gestão de pessoas, foco em produtividade e otimização de resultados. Liderança participativa
• Expansão de negócios, mercados, produtos e serviços. Redução de custos. Métricas ROI
• Inteligência comercial forte e competitiva. Modelagem do negócio com foco na competitividade
• Capacitação e qualificação de equipes. Acompanhar velocidade do mercado, superar concorrentes
• Equipe comercial forte em conhecimento, habilidade de relacionamento e atitude competitiva
• Gestão estratégica integrando planejamento financeiro e operacional. Comprometimento coletivo
• Implantação e acompanhamento de ações competitivas. Planejamento, Vendas, Negociação, Marketing
• Produtividade industrial, comercial e serviços. Pessoas e processos operacionais. Desenvolvimento lideranças
• Revitalização da empresa a partir da Gestão de Pessoas com melhoria de performance individual e coletiva
• Gestão da execução (fazer acontecer) colocar a estratégia em ação.
A NCM tem profissionais com experiência comprovada e especializados em soluções para revitalizar área comercial, acelerar ações visando melhoria de resultados nos negócios e na execução de estratégias.
Na NCM Business Intelligence você tem soluções com:
•Atendimento Pessoal•Garantia de Sigilo•Experiência Comprovada
•Eficiência e Realismo com Metodologia Prática e Objetiva•Parceria, Confiança e Credibilidade
Entre em contato para agendar reunião e conhecer as vantagens e benefícios para sua empresa.
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#Consultoria Vendas, Execução de Estratégias Competitivas, Produtividade, Revitalização e Resultados
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20140509
Empreendedores não basta ter ideias é preciso execução
Empresas de economia compartilhada exige não só uma boa ideia, mas execução
Muitos buscam ser o próximo Airbnb, mas morrem tentando.
Algumas empresas novatas da chamada "economia compartilhada" estão crescendo rapidamente entre os usuários, inclusive as que permitem que os consumidores aluguem seus imóveis por temporada, como o Airbnb Inc., ou consigam um carro com motorista, como o Uber Technologies Inc. ou Easy Taxi.
Tanto o Airbnb quanto o Uber são avaliados em bilhões de dólares, um sinal de que os investidores acreditam que o segmento está aquecido, o que também motiva mais empreendedores a adotar esse modelo de negócios.
No MassChallenge, programa sediado em Boston que ajuda empreendedores em estágio inicial, cerca de 9% dos participantes no ano passado estavam criando empresas dessa economia compartilhada, que permite a conexão direta entre consumidores ou empresas a produtos e serviços. Em 2010, o percentual era de 5%.
"Estamos otimistas com relação à economia compartilhada e, com certeza, vamos investir mais nela", diz Sam Altman, diretor-superintendente da Y Combinator, aceleradora de empresas jovens da Califórnia e uma das primeiras a investir no Airbnb.
Mas algumas dezenas de novatas de economia compartilhada já faliram desde 2012. Uma elas foi a BlackJet, um serviço baseado na Flórida que se apresentava como "o Uber para viagens de avião", e a Tutorspree, um serviço de educação em Nova York apelidado de "Airbnb para tutores". A maioria ficou sem recursos, depois de enfrentar dificuldades que vão da formação de uma massa crítica de oferta e demanda até custos operacionais maiores que os previstos.
"Acabamos não sendo capazes de produzir de forma consistente um nível de demanda equivalente ao que precisávamos para conseguir escala rapidamente", diz Aaron Harris, um dos fundadores da Tutorspree, que foi criada em janeiro de 2011 e fechou em agosto do ano passado.
"Se você precisa reconquistar o cliente a cada seis meses, eles acabam esquecendo você", diz Howard Morgan, um dos fundadores do First Round Capital, um dos investidores da BlackJet. "Uma viagem num jato executivo não é algo que você faz todo dia. Se você é muito rico, você tem seu próprio avião." No caso do Uber, ele diz que usou recentemente o serviço três vezes num único dia.
Considere a Ridejoy, uma rede para caronas pagas em carros particulares. No primeiro ano de operação nos Estados Unidos, sua base de usuários cresceu 30% ao mês, com mais de 25.000 motoristas e usuários registrados e cerca de 10.000 corridas realizadas, diz Kalvin Wang, um dos três fundadores da empresa. Mas, no ano passado, a Ridejoy, que levantou US$ 1,3 milhão com investidores na fase inicial, enfrentou uma concorrência feroz de produtos alternativos gratuitos.
Além disso, alguns usuários evitavam a taxa de 10% ao pagar os motoristas em dinheiro em vez de usar o cartão de crédito pelo site ou pelo aplicativo móvel da Ridejoy. Mas mesmo os 25.000 usuários não seriam suficientes para manter o negócio.
Depois de ter fechado, em meados do ano passado, a Ridejoy devolveu aos investidores cerca de metade do que tinha captado, segundo Wang. Alexis Ohanian, um empreendedor de Nova York que investiu na Ridejoy, diz que eles podem ter errado na escolha do momento ou na execução. Ele cita o sucesso, até agora, da Lyft Inc., empresa fundada há dois anos em San Francisco, avaliada em mais de US$ 700 milhões, e que oferece caronas cobradas para pequenos percursos. "Ficou claro que pequenos trajetos é o que o mercado realmente quer", diz Ohanian.
Uma desvantagem é que, como boa parte da receita gerada pelas empresas que seguem o modelo de economia compartilhada vai direto para os fornecedores — de quartos, vagas de estacionamento, veículos e outros ativos que são compartilhados —, a empresa por trás desse negócio pode estar constantemente precisando de recursos.
Alguns empreendedores dizem ter percebido a necessidade de investir pesado no atendimento ao consumidor. A DogVacay.com, fundada há dois anos em Los Angeles, coloca em contato donos de animais de estimação com pessoas que cuidam desses animais. Ela gasta cerca de 50% do orçamento operacional para manter 30 dos seus 52 funcionários dando suporte 24 horas por dia aos clientes, segundo um dos fundadores, Aaron Hirschhorn.
A jovem empresa levantou
US$ 22 milhões de investidores como a Benchmark e a Andreessen Horowitz. Ela permite que os cuidadores estabeleçam as taxas que serão cobradas e fica com 15% desse valor. A DogVacay tem uma apólice de seguro no valor de US$ 3 milhões que cobre até US$ 25.000 em despesas veterinárias para cada animal na casa dos cuidadores.
O modelo de economia compartilhada também pode enfrentar questões regulatórias, como legislações que proíbem que os cidadãos aluguem seus imóveis para terceiros ou a cobrança de dinheiro no caso das caronas.
O serviço do Uber, por exemplo, foi proibido nas cidades americanas de Miami, Portland e Oregon. O Uber e o Airbnb também enfrentam oposição crescente de grupos convencionais do setor, como empresas hoteleiras e motoristas de táxi.
"Há cidades que impuseram, a pedido de representantes de fornecedores do setor de transportes, regulações desfavoráveis ao consumidor com a meta de proteger opções mais caras, lentas e menos confiáveis", diz o porta-voz do Uber, Lane Kasselman. "Esta é uma indústria em desenvolvimento e nós estamos trabalhando com autoridades de governo e comunidades ao redor do mundo para apresentar a eles os benefícios competitivos, econômicos e de segurança da plataforma do Uber", acrescentou.
O Airbnb tem cerca de cinco funcionários dedicados a apresentar a autoridades governamentais como a empresa funciona e a responder a qualquer questionamento que possam ter, diz David Hantman, chefe de políticas públicas globais do Airbnb, empresa fundada em 2008 em San Francisco.
Segundo ele, das 35.000 cidades em que o Airbnb opera, apenas três — San Francisco, Nova York e Barcelona — têm sérias preocupações sobre o seu funcionamento. Ele acrescentou que a empresa está trabalhando junto às autoridades dessas cidades para resolver a questão. Fonte The Wall Street Journal.
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A NCM Businees INtelligence é especializada na revitalização de empresas. Organização e produtividade para empresas emergentes.
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Muitos buscam ser o próximo Airbnb, mas morrem tentando.
Algumas empresas novatas da chamada "economia compartilhada" estão crescendo rapidamente entre os usuários, inclusive as que permitem que os consumidores aluguem seus imóveis por temporada, como o Airbnb Inc., ou consigam um carro com motorista, como o Uber Technologies Inc. ou Easy Taxi.
Tanto o Airbnb quanto o Uber são avaliados em bilhões de dólares, um sinal de que os investidores acreditam que o segmento está aquecido, o que também motiva mais empreendedores a adotar esse modelo de negócios.
No MassChallenge, programa sediado em Boston que ajuda empreendedores em estágio inicial, cerca de 9% dos participantes no ano passado estavam criando empresas dessa economia compartilhada, que permite a conexão direta entre consumidores ou empresas a produtos e serviços. Em 2010, o percentual era de 5%.
"Estamos otimistas com relação à economia compartilhada e, com certeza, vamos investir mais nela", diz Sam Altman, diretor-superintendente da Y Combinator, aceleradora de empresas jovens da Califórnia e uma das primeiras a investir no Airbnb.
Mas algumas dezenas de novatas de economia compartilhada já faliram desde 2012. Uma elas foi a BlackJet, um serviço baseado na Flórida que se apresentava como "o Uber para viagens de avião", e a Tutorspree, um serviço de educação em Nova York apelidado de "Airbnb para tutores". A maioria ficou sem recursos, depois de enfrentar dificuldades que vão da formação de uma massa crítica de oferta e demanda até custos operacionais maiores que os previstos.
"Acabamos não sendo capazes de produzir de forma consistente um nível de demanda equivalente ao que precisávamos para conseguir escala rapidamente", diz Aaron Harris, um dos fundadores da Tutorspree, que foi criada em janeiro de 2011 e fechou em agosto do ano passado.
"Se você precisa reconquistar o cliente a cada seis meses, eles acabam esquecendo você", diz Howard Morgan, um dos fundadores do First Round Capital, um dos investidores da BlackJet. "Uma viagem num jato executivo não é algo que você faz todo dia. Se você é muito rico, você tem seu próprio avião." No caso do Uber, ele diz que usou recentemente o serviço três vezes num único dia.
Considere a Ridejoy, uma rede para caronas pagas em carros particulares. No primeiro ano de operação nos Estados Unidos, sua base de usuários cresceu 30% ao mês, com mais de 25.000 motoristas e usuários registrados e cerca de 10.000 corridas realizadas, diz Kalvin Wang, um dos três fundadores da empresa. Mas, no ano passado, a Ridejoy, que levantou US$ 1,3 milhão com investidores na fase inicial, enfrentou uma concorrência feroz de produtos alternativos gratuitos.
Além disso, alguns usuários evitavam a taxa de 10% ao pagar os motoristas em dinheiro em vez de usar o cartão de crédito pelo site ou pelo aplicativo móvel da Ridejoy. Mas mesmo os 25.000 usuários não seriam suficientes para manter o negócio.
Depois de ter fechado, em meados do ano passado, a Ridejoy devolveu aos investidores cerca de metade do que tinha captado, segundo Wang. Alexis Ohanian, um empreendedor de Nova York que investiu na Ridejoy, diz que eles podem ter errado na escolha do momento ou na execução. Ele cita o sucesso, até agora, da Lyft Inc., empresa fundada há dois anos em San Francisco, avaliada em mais de US$ 700 milhões, e que oferece caronas cobradas para pequenos percursos. "Ficou claro que pequenos trajetos é o que o mercado realmente quer", diz Ohanian.
Uma desvantagem é que, como boa parte da receita gerada pelas empresas que seguem o modelo de economia compartilhada vai direto para os fornecedores — de quartos, vagas de estacionamento, veículos e outros ativos que são compartilhados —, a empresa por trás desse negócio pode estar constantemente precisando de recursos.
Alguns empreendedores dizem ter percebido a necessidade de investir pesado no atendimento ao consumidor. A DogVacay.com, fundada há dois anos em Los Angeles, coloca em contato donos de animais de estimação com pessoas que cuidam desses animais. Ela gasta cerca de 50% do orçamento operacional para manter 30 dos seus 52 funcionários dando suporte 24 horas por dia aos clientes, segundo um dos fundadores, Aaron Hirschhorn.
A jovem empresa levantou
US$ 22 milhões de investidores como a Benchmark e a Andreessen Horowitz. Ela permite que os cuidadores estabeleçam as taxas que serão cobradas e fica com 15% desse valor. A DogVacay tem uma apólice de seguro no valor de US$ 3 milhões que cobre até US$ 25.000 em despesas veterinárias para cada animal na casa dos cuidadores.
O modelo de economia compartilhada também pode enfrentar questões regulatórias, como legislações que proíbem que os cidadãos aluguem seus imóveis para terceiros ou a cobrança de dinheiro no caso das caronas.
O serviço do Uber, por exemplo, foi proibido nas cidades americanas de Miami, Portland e Oregon. O Uber e o Airbnb também enfrentam oposição crescente de grupos convencionais do setor, como empresas hoteleiras e motoristas de táxi.
"Há cidades que impuseram, a pedido de representantes de fornecedores do setor de transportes, regulações desfavoráveis ao consumidor com a meta de proteger opções mais caras, lentas e menos confiáveis", diz o porta-voz do Uber, Lane Kasselman. "Esta é uma indústria em desenvolvimento e nós estamos trabalhando com autoridades de governo e comunidades ao redor do mundo para apresentar a eles os benefícios competitivos, econômicos e de segurança da plataforma do Uber", acrescentou.
O Airbnb tem cerca de cinco funcionários dedicados a apresentar a autoridades governamentais como a empresa funciona e a responder a qualquer questionamento que possam ter, diz David Hantman, chefe de políticas públicas globais do Airbnb, empresa fundada em 2008 em San Francisco.
Segundo ele, das 35.000 cidades em que o Airbnb opera, apenas três — San Francisco, Nova York e Barcelona — têm sérias preocupações sobre o seu funcionamento. Ele acrescentou que a empresa está trabalhando junto às autoridades dessas cidades para resolver a questão. Fonte The Wall Street Journal.
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20140507
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www.ncm.com.br - 19- 3886 1103 - 11- 7885 6143
ncm@ncm.com.br - 19- 9 9111 3492 – ID 9* 16 420
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20140506
Precisamos de novas desculpas para não responder e-mails
Na semana passada, recebi uma resposta automática de um homem que eu vinha tentando contatar, dizendo que ele estava " fora do escritório e com acesso limitado ao e-mail". Eu a ignorei.
No mesmo dia, Adam Parker, chefe da área de análises de ações do Morgan Stanley nos Estados Unidos, recebeu uma mensagem parecida. Ele não a ignorou. Em vez disso, encaminhou a mensagem para seus clientes, decretando que a desculpa "acesso limitado ao e-mail" é conversa fiada. Em sua opinião, praticamente não existem mais lugares no planeta onde seja impossível checar e-mails. O que essa frase realmente significa é: estou cansado, com preguiça e tenho o direito de não responder.
Parker está certo. Essa desculpa não funciona mais. Mas ele está errado ao criticá-la com tanta veemência. Às vezes, todos ficamos cansados ou com preguiça, estamos de folga ou mesmo não propensos a fazer algo que nos foi pedido. O que precisamos é de desculpas melhores. O problema é que a tecnologia está acabando com todas as velhas desculpas. "O cheque já foi enviado" não funciona mais, uma vez que ninguém mais usa cheque. "O cachorro comeu a minha lição de casa", que já era uma desculpa esfarrapada, é ainda menos convincente agora que grande parte do dever de casa é feito no computador. Assim como "o aquecedor de água explodiu e estou esperando o encanador", uma vez que você pode trabalhar em casa - desde que seu laptop também não tenha explodido.
Até mesmo as novas desculpas criadas pela tecnologia estão começando a parecer esfarrapadas. "Seu e-mail deve ter sido pego pelo filtro de spams" é uma mentira inofensiva e conveniente que eu sempre usei, mas à medida que os filtros vão ficando melhores, o valor dessa desculpa está diminuindo.
Então, quais delas ainda funcionam? Um recurso honesto é dizer que você está ocupado demais - que tem o bônus de fazer você parecer importante. "Sinto muito por não ter respondido, é que eu estava abarrotado de serviço". Eu costumava usar isso, mas estou tentando parar. Para começar, pessoas realmente importantes nunca enviam mensagens afirmando que estão abarrotadas de serviço. Além do mais, todo mundo acha que é ocupado (embora, como observei recentemente, nenhum de nós é tão ocupado como imagina).
Alegar estar muito ocupado não sugere que você é importante, mas que é ineficiente. Uma alternativa é invocar um compromisso prévio. Às vezes funciona, mas é um tiro que pode sair pela culatra. Eu já disse "acho que no dia 27 não vai dar" e ouvi a outra pessoa responder que o evento foi transferido para o dia 29. Aí, você não tem saída. Melhor é afirmar que se está no meio de uma emergência familiar - mas mentir quanto a isso, até mesmo para os não supersticiosos, soa como um convite para que algo verdadeiramente calamitoso recaia sobre a família.
A emergência familiar definitiva, claro, é a morte - atemporal, final e intocada pela tecnologia. Mas até mesmo essa desculpa está perdendo a força. Uma amiga, enlutada com a morte da mãe, descobriu depois de duas semanas que seu "cartão de liberdade" não estava sendo muito bem visto. Todos esperam um retorno rápido à normalidade.
A melhor desculpa de que tomei conhecimento recentemente vem de um executivo que cancelou uma reunião com um colega meu, alegando que "um problema legal surgiu". A genialidade dessa frase é que ela tem um tom sério e muito severo. Por mais que meu colega quisesse responder, ele não o fez: Meu Deus, que tipo de problema? Uma fraude? Falência? Um crime?
Como não posso alegar um problema legal, cada vez mais busco refúgio na verdade. Quando me perguntaram na semana passada se eu queria participar de um programa de TV que vai ao ar às 22h30, não fingi que estava ocupada, disse apenas que a essa hora já estou na cama. Quando me perguntaram se eu queria participar de uma noite de entrega de prêmios, expliquei que esses eventos não me fazem revelar o que tenho de melhor. Tal objetividade é uma vitória tripla: você não precisa se sentir mal por contar uma mentira; não há reviravoltas; e não chamam você novamente.
A mesma abordagem funciona para respostas de quem está fora do escritório. Não há necessidade de alegar acesso limitado ao e-mail. Ou você é o tipo de pessoa valorizada pelo Morgan Stanley e que trabalha nos feriados - caso em que você não precisa de um e-mail dizendo que você não está no escritório -, ou você vê os feriados como feriados. Aí, a melhor solução é dizer "estou fora até o dia X. Lerei sua mensagem quando voltar", esquivando-se assim de precisar responder. Lucy Kellaway é colunista do "Financial Times".
www.narcisomachado.com.br
No mesmo dia, Adam Parker, chefe da área de análises de ações do Morgan Stanley nos Estados Unidos, recebeu uma mensagem parecida. Ele não a ignorou. Em vez disso, encaminhou a mensagem para seus clientes, decretando que a desculpa "acesso limitado ao e-mail" é conversa fiada. Em sua opinião, praticamente não existem mais lugares no planeta onde seja impossível checar e-mails. O que essa frase realmente significa é: estou cansado, com preguiça e tenho o direito de não responder.
Parker está certo. Essa desculpa não funciona mais. Mas ele está errado ao criticá-la com tanta veemência. Às vezes, todos ficamos cansados ou com preguiça, estamos de folga ou mesmo não propensos a fazer algo que nos foi pedido. O que precisamos é de desculpas melhores. O problema é que a tecnologia está acabando com todas as velhas desculpas. "O cheque já foi enviado" não funciona mais, uma vez que ninguém mais usa cheque. "O cachorro comeu a minha lição de casa", que já era uma desculpa esfarrapada, é ainda menos convincente agora que grande parte do dever de casa é feito no computador. Assim como "o aquecedor de água explodiu e estou esperando o encanador", uma vez que você pode trabalhar em casa - desde que seu laptop também não tenha explodido.
Até mesmo as novas desculpas criadas pela tecnologia estão começando a parecer esfarrapadas. "Seu e-mail deve ter sido pego pelo filtro de spams" é uma mentira inofensiva e conveniente que eu sempre usei, mas à medida que os filtros vão ficando melhores, o valor dessa desculpa está diminuindo.
Então, quais delas ainda funcionam? Um recurso honesto é dizer que você está ocupado demais - que tem o bônus de fazer você parecer importante. "Sinto muito por não ter respondido, é que eu estava abarrotado de serviço". Eu costumava usar isso, mas estou tentando parar. Para começar, pessoas realmente importantes nunca enviam mensagens afirmando que estão abarrotadas de serviço. Além do mais, todo mundo acha que é ocupado (embora, como observei recentemente, nenhum de nós é tão ocupado como imagina).
Alegar estar muito ocupado não sugere que você é importante, mas que é ineficiente. Uma alternativa é invocar um compromisso prévio. Às vezes funciona, mas é um tiro que pode sair pela culatra. Eu já disse "acho que no dia 27 não vai dar" e ouvi a outra pessoa responder que o evento foi transferido para o dia 29. Aí, você não tem saída. Melhor é afirmar que se está no meio de uma emergência familiar - mas mentir quanto a isso, até mesmo para os não supersticiosos, soa como um convite para que algo verdadeiramente calamitoso recaia sobre a família.
A emergência familiar definitiva, claro, é a morte - atemporal, final e intocada pela tecnologia. Mas até mesmo essa desculpa está perdendo a força. Uma amiga, enlutada com a morte da mãe, descobriu depois de duas semanas que seu "cartão de liberdade" não estava sendo muito bem visto. Todos esperam um retorno rápido à normalidade.
A melhor desculpa de que tomei conhecimento recentemente vem de um executivo que cancelou uma reunião com um colega meu, alegando que "um problema legal surgiu". A genialidade dessa frase é que ela tem um tom sério e muito severo. Por mais que meu colega quisesse responder, ele não o fez: Meu Deus, que tipo de problema? Uma fraude? Falência? Um crime?
Como não posso alegar um problema legal, cada vez mais busco refúgio na verdade. Quando me perguntaram na semana passada se eu queria participar de um programa de TV que vai ao ar às 22h30, não fingi que estava ocupada, disse apenas que a essa hora já estou na cama. Quando me perguntaram se eu queria participar de uma noite de entrega de prêmios, expliquei que esses eventos não me fazem revelar o que tenho de melhor. Tal objetividade é uma vitória tripla: você não precisa se sentir mal por contar uma mentira; não há reviravoltas; e não chamam você novamente.
A mesma abordagem funciona para respostas de quem está fora do escritório. Não há necessidade de alegar acesso limitado ao e-mail. Ou você é o tipo de pessoa valorizada pelo Morgan Stanley e que trabalha nos feriados - caso em que você não precisa de um e-mail dizendo que você não está no escritório -, ou você vê os feriados como feriados. Aí, a melhor solução é dizer "estou fora até o dia X. Lerei sua mensagem quando voltar", esquivando-se assim de precisar responder. Lucy Kellaway é colunista do "Financial Times".
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Cuidado com sua imagem no Facebook
Análise do Facebook diz como candidato a emprego vai se comportar.
Um estudo dos pesquisadores Katelyn Cavanaugh e Richard Landers, da Universidade Old Dominion (Estados Unidos), indicou que a análise do perfil do Facebook de candidatos a emprego fornece pistas de como ele vai se comportar no trabalho.
Dois traços de personalidade úteis na vida profissional são mais facilmente observados nas redes sociais: consciência e extroversão. A consciência, segundo o estudo, é o que mais indica sucesso no trabalho e refere-se a hábitos como pontualidade, obediência, organização etc.
A extroversão refere-se a quanto uma pessoa gosta de passar tempo com grupos de pessoas. É uma característica fundamental para vendedores, por exemplo.
A pesquisa foi realizada com 146 participantes por meio de um teste de personalidade on-line. De acordo com o site "Business Insider", o questionário perguntava sobre as características que eles pensavam ter.
Um grupo de observadores também classificou traços de personalidade dos entrevistados segundo seus perfis na rede social.
Curiosamente, os perfis do Facebook deram indicações mais precisas sobre os traços de personalidade do que as respostas dos próprios candidatos.
"No Facebook você pode não apenas encontrar informações muito atuais no perfil de alguém, mas também acessar um registro do comportamento passado dessa pessoa ", disse Cavanaugh. "Não podemos capturar a história de alguém em um único teste de personalidade."
Para Landers, testes de personalidade são mais fáceis de falsificar. "Os candidatos podem descobrir o que a empresa quer que eles sejam e responder a partir isso."
Mas isso não significa que uma rápida olhada em um perfil pode dar uma visão profunda sobre como alguém vai adaptar ao trabalho.
"Para se ter uma boa imagem da personalidade de uma pessoa no Facebook, você precisa ter uma dúzia ou mais pessoas fazendo julgamentos sobre o perfil porque todo mundo tem sua própria interpretação sobre o que constitui a extroversão ou consciência", disse Landers ao site da Society for Industrial and Organizational Psychology.
Os pesquisadores também não acreditam que a análise das redes sociais substituam outros testes. "Não é recomendável que os empregadores substituam os auto testes. Eles são mais úteis em conjunto, para complementar um ao outro." Fonte Jornal Valor.
www.ncm.com.br
Um estudo dos pesquisadores Katelyn Cavanaugh e Richard Landers, da Universidade Old Dominion (Estados Unidos), indicou que a análise do perfil do Facebook de candidatos a emprego fornece pistas de como ele vai se comportar no trabalho.
Dois traços de personalidade úteis na vida profissional são mais facilmente observados nas redes sociais: consciência e extroversão. A consciência, segundo o estudo, é o que mais indica sucesso no trabalho e refere-se a hábitos como pontualidade, obediência, organização etc.
A extroversão refere-se a quanto uma pessoa gosta de passar tempo com grupos de pessoas. É uma característica fundamental para vendedores, por exemplo.
A pesquisa foi realizada com 146 participantes por meio de um teste de personalidade on-line. De acordo com o site "Business Insider", o questionário perguntava sobre as características que eles pensavam ter.
Um grupo de observadores também classificou traços de personalidade dos entrevistados segundo seus perfis na rede social.
Curiosamente, os perfis do Facebook deram indicações mais precisas sobre os traços de personalidade do que as respostas dos próprios candidatos.
"No Facebook você pode não apenas encontrar informações muito atuais no perfil de alguém, mas também acessar um registro do comportamento passado dessa pessoa ", disse Cavanaugh. "Não podemos capturar a história de alguém em um único teste de personalidade."
Para Landers, testes de personalidade são mais fáceis de falsificar. "Os candidatos podem descobrir o que a empresa quer que eles sejam e responder a partir isso."
Mas isso não significa que uma rápida olhada em um perfil pode dar uma visão profunda sobre como alguém vai adaptar ao trabalho.
"Para se ter uma boa imagem da personalidade de uma pessoa no Facebook, você precisa ter uma dúzia ou mais pessoas fazendo julgamentos sobre o perfil porque todo mundo tem sua própria interpretação sobre o que constitui a extroversão ou consciência", disse Landers ao site da Society for Industrial and Organizational Psychology.
Os pesquisadores também não acreditam que a análise das redes sociais substituam outros testes. "Não é recomendável que os empregadores substituam os auto testes. Eles são mais úteis em conjunto, para complementar um ao outro." Fonte Jornal Valor.
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20140430
Reuniões mais curtas
Alguns minutos no café de qualquer empresa são suficientes para ouvir alguém reclamando do tempo que gasta em reuniões.
Naturalmente, muitas organizações tentam acelerar esses encontros valendo-se de recursos como limitar o número de palavras que cada um pode dizer ou realizar as reuniões de pé. No entanto, diz Nigel Nicholson, essas não são boas soluções: “Reuniões em pé são chamativas e autoritárias”. A chave para reuniões eficientes e enxutas, afirma ele, é conduzi-las adequadamente: “Muitas pessoas o fazem de forma pouco comprometida”.
Quais seriam, então, as diretrizes para atingir essa eficiência?
Comece antes da reunião. Lembre os participantes que eles devem chegar preparados, redija uma agenda e mantenha o número de presentes a um dígito. Reconheça também que algumas reuniões podem ser melhor organizadas virtualmente.
Alan H. Palmer, autor de “Talk Lean – Shorter Meetings. Quicker Results. Better Relations” ("Fale o necessário – reuniões mais curtas, resultados mais rápidos, relações melhores"), diz que deve-se iniciar o encontro anunciando seu objetivo. Fazer isso é uma arte, e não se podem confundir as metas da reunião com as metas do negócio. “O objetivo precisa ser algo mensurável ou observável, em vez de uma ideia muito aberta”. Assim, em vez de você anunciar que vai discutir um projeto, diga que pretende entrar em um acordo sobre o próximo passo de um projeto.
Se quer estabelecer um limite de tempo, diga isso logo no início. Muitas pessoas ficarão satisfeitas em saber que há essa limitação para, dessa forma, poderem sintetizar os pontos de seu discurso em poucos minutos. Como líder da reunião, você deve reforçar esses limites: interrompa os que falam demais e tente introduzir os mais calados na discussão.
Em termos de método, diz Palmer, você deve encorajar os participantes a definir suas posições e então oferecer os argumentos que as sustentem, e não o contrário. “Menos é mais, você pode precisar de apenas um argumento, não vários, e todos nós superestimamos a capacidade das pessoas de ouvir.”
Em reuniões em que uma tarefa precisa ser concluída – como no caso de duas partes assinarem um contrato –, você pode economizar tempo consultando a outra parte sobre o que precisa ser feito. “A outra parte tem a solução.”
Quando o encontro visa discutir problemas, mantenha-se focado nas soluções. Em vez de perguntar a uma equipe por que ela tem rendido menos, você pode dizer: “O que precisamos fazer por vocês para que entreguem 20% a mais?”
Para reuniões mais discursivas, assegure-se de que a agenda seja cumprida e que aqueles que queiram subvertê-la não o possam fazer.
Contudo, diz Nicholson, conduzir bem uma reunião envolve o reconhecimento de que as coisas funcionam em níveis múltiplos: se você as direciona demais, pode perder benefícios menos distinguíveis. “As reuniões podem ajudar a moldar identidades e a obter um sentimento de coletivização”, diz ele. “As pessoas precisam ver umas às outras e cheirar umas às outras.” Fonte Financial Times.
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Agregar valor
Há sempre uma maneira de criar valor.
O sucesso pertence àqueles que veem as oportunidades e tomam as ações que criam valor novo e útil.
Se a situação é sombria ou brilhante, há sempre uma forma de agregar valor positivo.
Com visão criativa, comprometimento, foco, persistência e esforço sustentado, a oportunidade se transforma em conquista.
O mundo muda rapidamente, e as táticas que uma vez foram bem sucedidas podem não ser tão eficazes.
No entanto, há novas e excitantes oportunidades de realização sendo criadas a cada dia.
Há sempre trabalho a ser feito e sempre há problemas a serem resolvidos.
Onde existem desafios a serem superados, há oportunidade.
E o mundo está cheio de desafios.
Decida enfrentar os desafios, para resolver os problemas, para oferecer melhorias reais, e para mudar a vida para melhor.
Adquira o hábito de agregar valor, e você vai ter o hábito de criar o sucesso.
Narciso Machado
www.narcisomachado.com.br
O sucesso pertence àqueles que veem as oportunidades e tomam as ações que criam valor novo e útil.
Se a situação é sombria ou brilhante, há sempre uma forma de agregar valor positivo.
Com visão criativa, comprometimento, foco, persistência e esforço sustentado, a oportunidade se transforma em conquista.
O mundo muda rapidamente, e as táticas que uma vez foram bem sucedidas podem não ser tão eficazes.
No entanto, há novas e excitantes oportunidades de realização sendo criadas a cada dia.
Há sempre trabalho a ser feito e sempre há problemas a serem resolvidos.
Onde existem desafios a serem superados, há oportunidade.
E o mundo está cheio de desafios.
Decida enfrentar os desafios, para resolver os problemas, para oferecer melhorias reais, e para mudar a vida para melhor.
Adquira o hábito de agregar valor, e você vai ter o hábito de criar o sucesso.
Narciso Machado
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